Krisna

O Destino de Krisna: Você decide!

492 posts neste tópico

< Um vento forte deturpa a calmaria aparente. Em meio a densas nuvens e trovões e raios rompem os céus.>

 

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<Em meio aos flash e estrondos... aguçando bem os ouvidos, concentrando-se e prestando muita atenção pode-se perceber fragmentos de uma discussão... seriam deuses?>

 

- ....preces de Banor....<Baroom! Baruuum!> humanos .... portal das almas......<Baroom! Baruuum!>

- ...não esta.....<Baroom! > destino... .<Baruuum!>equilíbrio....

- ...chega!.....<Baruuum!>

-... que se faça .....vontade...

 

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..............................................................................................................................................

< Mesmo de olhos fechados percebo a claridade a minha volta... ela força a passagem por entre minhas pálpebras.>

 

* Relutante abro os olhos*

 

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- Onde estou? Que lugar é esse?

 

< Ando sem destino pela região que parece uma península... aparentemente estou só>

 

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< Encontro alguém... mas não me parece muito amistoso...noto que as bamboo lamps estão dispostas como se marcassem uma trilha... sigo em frente...>

 

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< com cautela atravesso a ponte... o que o destino me reserva? >

 

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- Humm há um vilarejo por perto! Espero encontrar alguém por lá!

 

< Apresso os passos na direção indicada pela placa. Me deparo com uma escada e sem pensar duas vezes subo ao o patamar superior. Uma sensação ruim me assombra... tento retornar a península... em vão... algo mágico me impede de descer as escadas >

 

* Olho em volta apreensiva. A certa distancia há uma cabana... vejo pessoas por lá!... corro *

 

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< Assim que me aproximo da cabana algo estranho acontece... a outra pessoa que eu havia visto some instantaneamente na minha frente... estaria vendo coisas? Tinha certeza de que haviam duas pessoas aqui...>

 

- É bom vê-la em Rookgaard! < me saúda amistosamente um jovem rapaz>

 

* Sorrio em resposta a gentileza, agora sei onde estou... Rookgaard! *

 

< Minha animação dura poucos instantes... o rapaz parece apreensivo e confuso... não responde a nenhuma das minhas perguntas... apenas repete repete insistentemente que precisa de ajuda... noto que ele também pode me enviar para algum outro lugar>

 

- O que fazer?

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Então, esta é a proposta, um LT de um char que a comunidade ajudará a construir!

 

Informações complementares para a brincadeira:

 

  • Mundo foi decidido na sorte.
  • Char isolado e sem $$$.
  • Disponibilidade para jogar: 1 a 2 horas dia.
  • Frequência para jogar: 2 a 3 dias semana.
  • Caso haja empate em alguma das enquetes, decisão será um sorteio entre as opções.
  • Caso não haja participação dos "deuses" em alguma das enquetes, decisão será na sorte.
  • Mais de 3 enquetes, consecutivas, decididas na sorte, tópico será fechado.

 

 

 

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Eu pularia o tutorial e continuaria a minha jornada ignorando permanentemente o player inquieto e cheio de dúvidas. :yes:

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(X) Faça o tutorial (10 x 9 )

(X) stand-alone (só 2 votos no flash)

 

Que seja feita a vontade dos deuses....

....................................................................................................

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< O rapaz continua apreensivo e confuso... parece não notar minha presença... virou-se para pedir ajuda a outra pessoa que passava >

 

* Olho para a cabana... parece haver movimentação lá dentro... será que encontraria alguém disposto a me ajudar? Entro na cabana... há duas escadas... mas algo impede meu acesso a elas... tento, em vão subir ou descer alguma.*

 

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< Uma moça sai da escada de cesso ao andar inferior... tento falar com ela...em vão...>

 

- Muito educadas as pessoas daqui! <Comento ironicamente >

 

< Já era fim de tarde, a luz do sol começava a despedir-se... não havia mais nada a fazer a não ser tentar conversar novamente com o rapaz que ainda implorava por ajuda>

 

* Me dirigi a ele, mesmo desesperado com uma praga de <argh> baratas que invadira sua casa ele percebeu que o ar frio do final da tarde estava me incomodando e me ofereceu um agasalho, mas teria que ir ao primeiro andar de sua casa pegar. Me dirigi novamente a escada de acesso ao andar superior e para minha surpresa consegui subir.

 

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< Era um quarto pequeno, simples, com poucos móveis mas muito aconchegante. Tentei fechar as janelas para evitar o vento frio e possíveis mosquitos, em vão... estavam emperradas e não tive força para move-las. Acendi uma pequena wall lamp que estava na parede.>

 

- Bem ao menos ajuda a aquecer ! Que cara maluco, como pode alguem deixar estranhos entrarem em seu aposentos... ele deve estar mesmo desesperado por ajuda!

 

< Encontrei o agasalho em um dos móveis. Era um coat pesado e velho, a coloração azul estava desbotada e fedia a peixe... argh.... mas estava protegida e isso que importava>

 

* Retornei ao rapaz, devidamente agasalhada*

 

< Ele olhou para mim e sorriu... deveria estar ridícula naquele casacão fedido. Sem perder tempo, ele me contou do problema com as baratas e pediu ajuda para mata-las... e como prova do trabalho executado deveria levar para ele as pernas das coisinhas nojentas >

 

- Ecaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! Fala sério! <respondi enojada com a ideia> Nada seria capaz de me fazer pegar em baratas... nada mesmo <pensei comigo mesma>

 

< Um rajada de vento frio soprou em meus cabelos, atingiu minha orelha e me provocou arrepios...instintivamente me encolhi e apertei o casaco contra o corpo... estava de fato agradecida por estar agasalhada... parei instantes para refletir... mas tão agradecida a ponto de pegar em baratas? >

 

- Ok! <Concordei com a missão sem pensar muito...>

 

* Entrei novamente na casa, ao me aproximar da escada de acesso ao andar inferior o cheiro de peixe toma conta do ar. Desci as escada pedindo aos deuses que não houvesse nenhum inseto asqueroso*

 

- Ufa! <aliviada> nenhuma barata a vista.

 

<Estava em uma sala ampla, de decoração simples, tal qual o quarto, havia relógio, piano, fogão, um barril com vinho e outro com água, um espelho, um armário e uma escada para do pavimento inferior. Apesar do cheiro forte de peixe não havia visto nenhum. >

 

* Passei delicadamente os dedos pelas teclas do piano, apesar da camada de poeira, algum som foi produzido e ele estava afinado. Igualmente empoeirado estava o espelho, mas mesmo assim ainda era possível ver nele meu reflexo*

 

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- Aha... agora entendi o motivo dos risos do rapaz! Estou parecendo um espantalho dentro deste casaco <disse sorrindo, o riso diminuiu um pouco da tensão>

 

<Continuei a perambular pelo cômodo sem coragem de descer a próxima escada. Ao abrir o armário, me deparo com um certificado>

 

- hummm Santiago Fuentes! Então este é o nome dele...Associação Tibiana de Pesca... e isso explica o cheiro.

 

< O odor fétido de peixe ficava mais forte próximo a escada de acesso ao andar inferior. Curiosa, resolvi descer, já havia me esquecido das baratas >

 

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< O mal cheiro de peixes mortos era insuportável, meus olhos lacrimejavam e tornavam a escuridão ainda mais densa. Fiquei por alguns minutos próxima a escada aguardando meu corpo se acostumar a escuridão e ao mal cheio. Um rapaz desceu a escada apressado, e sumiu na escuridão, por pouco não me derruba>

 

- Humm parece haver algo ali no canto... <murmurei enquanto andava cautelosamente na direção das sombras>

 

< Eram caixas, a maioria vazia mas muito pesadas para serem movidas. Em uma delas avia uma tocha, devido a alguma espécie de encantamento ela se acendeu assim que eu a toquei >

 

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- Salva pela magia! Ainda bem, afinal do que iria adiantar uma tocha sem ter com o que acende-la? <Naquele momento estava completamente esquecida do fogão do andar de cima >

 

* Olhei no entorno, vários peixes estavam secando em varais, e nenhum sinal do rapaz que passara por mim*

 

- Estranho... Para onde ele teria ido?

 

< Com a tocha e punho e tomada pela curiosidade segui a procura dele e me deparei com uma bueiro... me aproximei e notei que a grade estava um pouco deslocada de seu local original >

 

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* Com o pé, tentei empurrar um pouco a grade do bueiro. Ela cedeu minimamente e ficou presa na irregularidade do piso. Teria que fazer mais força para conseguir uma abertura maior que permitisse minha passagem. Me preparei para mover a grade.*

 

- Ahhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

 

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<Abruptamente, a grade se moveu e caí esgoto a baixo. Era o rapaz que voltava a sala...>

 

- Uuuuaaaaagggggghhhhh < Nauseei com o mal cheiro. O odor dos peixes mortos passava despercebido em relação ao que experimentava agora. O ar estava empesteado pelo odor fétido das secreções produzidas pelas baratas >

 

< Meu estômago estava embrulhando, ainda não havia visto nenhum dos asquerosos insetos, mas, a sensação deles dando rasantes ao meu redor me dava arrepios, estava tomada pelo pânico. Minha vontade era de sair logo daquele local e tomar um banho. Mais uma vez me encolhi dentro do casaco de Santiago e me lembrei do motivo pelo qual estava ali >

 

* Respirando superficialmente, procurei fixar o olhar para analisar o local e me arrisquei a dar alguns passos até onde a luminosidade da tocha me permitia enxergar *

 

< O chão sob meus pés, parecia ser de uma textura diferente, mas não conseguia identificar que tipo de assoalho era aquele. Parecia se mover... em um ato reflexo aproximei a tocha do chão >

 

 

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- Uuuuaaaaagggggghhhhh <nauseei novamente>

 

<Havia me dado conta de que estava em um ninho de baratas. O pavor tomou conta de todos os meus sentidos larguei a tocha e a clava que Santiago havia me dado, cobri a cabeça com o casaco e corri de volta à escada. Aquela missão estava além das minhas forças...>

 

* Subi as escadas o mais rápido que minhas pernas e braços permitiram. Pálida e ofegante me sentei no chão da sala. Como completar a missão? >

 

< Não poderia retornar ao Santiago de mãos vazias e voltar ao esgoto também não era opção ainda mais sem a tocha e a clava. Assim, não me restava mais nada a fazer a não ser sentar e esperar. Esperar por alguma alma caridosa que conseguisse as patas de barata para mim. >

 

<Aguardei por horas, algumas pessoas apareceram, mas, não me deram atenção. Senti na pele a dificuldade pela qual Santiago estava passando, a falta de solidariedade era impressionante...>

 

*Respirei profundamente e olhei para o bueiro. Não podia continuar parada ali. Havia dado minha palavra a Santiago e ainda precisava de respostas sobre aquele lugar.*

 

< Enchi-me de coragem e confiança e desci novamente ao esgoto. Sem tocha, estava tudo mais difícil... e sem a clava teria que usar as mãos para concluir esta tarefa. Sem dúvida este seria um desafio a ser superado. Mal sabia eu que não seria o único. >

 

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<Sem parar para pensar, comecei a esmagar algumas e a retirar-lhe as patas e a colocar na bag que Santiago havia fornecido. Mesmo enojada, estava decida>

 

- Pronto, espero que seja o suficiente... ele precisará de muito mais ajuda para acabar com todas elas. São de fato uma praga... para cada uma que mato duas outras parecem surgir do nada em meio a escuridão.

 

<Retornei a Santiago. Ele ficou feliz com minha conquista e me perguntou se eu estava me sentindo bem. Parei para pensar um instante. Engraçado, estava me sentindo mais forte, mais disposta, mais decidida... parecia até que estava andando mais rápido e sendo capaz de carregar coisas mais pesadas. Santiago riu, explicou que eu estava evoluindo...>

 

 

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- Evoluindo? Como assim? Para q... Aieeeee

 

< Antes que pudesse terminar a pergunta ele me deferiu um golpe mágico que me fez sangrar pelo nariz. Enquanto tentava parar o sangramento e entender o motivo do ataque ele me deu um peixe seco para comer. Ele ainda explicou que aquele era um mundo cruel... eu deveria ter cuidado não só com as criaturas mas com as pessoas também... >

 

< Naquele momento não pude imaginar o quão importante seria este conselho ...>

 

< Santiago se voltou para outros andarilhos que vinham passando e não respondeu a mais nenhuma pergunta... apenas me disse para procurar por Zirella>

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