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  1. Recentemente, CipSoft divulgou os dados do faturamento referentes ao ano de 2013. Neles observamos uma queda em torno de 2.95% (cerca de 262k) da receita bruta. Desde a criação da empresa em 2001, é a segunda queda registrada e a maior até agora. A queda anterior foi em 2011, 1,66% a menos no faturamento final. No período apurado, os dados indicam ainda duas contratações. O que você acha desses números? Uma queda pontual ou o início de uma queda sistemática do crescimento? O que motivou esta queda? O início da venda de produtos cosméticos, em 2014, seria capaz de reverter o quadro?
  2. Gabi Woodstock

    Portal Tibia Rosas são Vermelhas ...

    Conforme especulamos em janeiro, o evento Valentine's Day deste ano trará novidades! No artigo oficial do mês de fevereiro os Community Managers nos dão uma pincelada no que está por vir. Confiram! Em fevereiro, muitos países comemoram o Valentine's Day. Para ser mais exato, a data é comemorada dia 14 de fevereiro. Essa é, então, uma data associada aos sentimentos de amizade e romantismo. Logo, nesse dia, algumas pessoas expressam seus sentimentos umas pelas outras, sejam elas bons amigos ou namorados, por meio de presentes como flores e doces, ou mesmo enviando cartões. No Tibia, também é possível comemorar a data e enviar presentes especiais para as pessoas queridas. Desde 2008, no dia 14 de fevereiro, a NPC Valentina aparece em Greenshore para vender itens como Flower Bouquet , Valentine's Cake , Flower Bouquet e Present . Além disso, desde 2010 ela também oferece a possibilidade de comprar a Heart Backpack, no entanto, devido ao estoque limitado, só é possível comprar uma por ano. Inclusive, community managers possuem até mesmo uma heart backpack real pendurada na parede do escritório deles. É uma criação artesanal e que lhes foi presenteada em 2011 pela família Henceforth. Se os rumores por todo o mundo tibiano estiverem corretos, neste ano Valentina venderá novos itens para comemorar a data. Tais suposições foram retiradas de um poema que foi encontrado e cujo conteúdo indica um informe publicitário para a data. Acredita-se que ele tenha sido escrito por ela. Como de costume, Valentina só vai aparecer durante o dia dos namorados. Então, se você está precisando desesperadamente de um presente para o seu amado, ou simplesmente está curioso sobre os rumores, fique atento a essa data ou poderá ser tarde demais. Este dia não serve apenas para expressar o seu amor por alguém. É um dia de amor e harmonia, de contato com as pessoas ao redor do mundo. O Tibia é o que liga todos nós, membros da comunidade e membros da CipSoft. Os community managers perguntaram no escritório da CipSoft o que os funcionários amam a respeito do Tibia. Vários colegas responderam a essa pergunta e eles gostariam de compartilhar as respostas com você. Ao mesmo tempo, os community managers então convidando todos os tibianos a compartilhar com eles o que vocês amam a respeito do Tibia. Eis o que alguns dos membros da CipSoft responderam: Lyxoph (Artista Gráfico): Eu amo a emoção de lutar contra um monstro forte pela primeira vez. Eu amo o fato de, mesmo depois de tantos anos, eu ainda descobrir novos lugares misteriosos no mundo. E eu amo a forma como este “microcosmo” é mantido vivo através de todos os jogadores, das lendas que eles construíram e das aventuras que eles experimentaram. Evonary (Game Designer): Eu amo profundamente o estilo próprio do Tibia – jogos desse tipo são raros hoje em dia. Neste enorme Gameworld eu posso escolher o que faço, mas tudo vem como uma possível consequência, por exemplo, eu posso arriscar minha própria vida em cada canto que eu explorar. Toda vez que eu jogar será uma experiência diferente e, a cada vez que eu fizer login, eu posso escolher algo diferente para fazer. Ah, e claro, eu realmente amo alguns biscoitos tibianos artesanais. <3 Cedeko (Programador): As muitas surpresas que podem estar esperando em cada canto e esquina inexplorada do mundo do Tibia. Sempre que me aventuro fora da cidade, posso encontrar uma bela formação de terra, uma espécie de monstros que nunca vi antes, ou até mesmo um livro contando detalhes obscuros sobre o passado do Tibia. Poucos jogos atualmente possuem esse tipo de profundidade no que se refere à livre exploração. Tijured (Community Manager): Eu amo o Tibia porque ele oferece a você uma variedade quase interminável de formas de gastar seu tempo. Você pode trabalhar no progresso do seu level, explorar o desconhecido, fazer quests, lutar contra outros jogadores, ou simplesmente conversar e assim entrar em contato com pessoas ao redor de todo o mundo. Resumindo, você pode matar, morrer, fugir, chorar, rir, ganhar, perder, conversar, correr, ficar e talvez, algum dia, até sentar. Teyrata (Game Content Designer): Eu amo o senso de aventura no Tibia: um mundo enorme para se explorar, cheio de florestas, desertos, planícies e montanhas; a emoção de não saber exatamente se atrás da próxima esquina terá um luta, um monstro, ou algo inesperado acontecendo – eu sempre saio em guarda e pronta para a aventura. Manda ver! Rejana (Community Manager): Eu amo as possibilidade que o Tibia oferece para sermos criativos. Existe muita liberdade para se fazer o que quiser além de pegar level: decorar casas, construir coisas como "castelos de parcel", planejar um campo de futebol com gold coins para jogar, role playing etc. Existem muitas formas de se divertir. E mesmo que eu tenha atingido leveis muito altos, eu também aprecio muito o fato de que não existe um fim. Não importa quanto tempo demore, você ficará mais forte e grande em cada hunt que for. Lionet (Game Content Designer): Eu gosto do Tibia porque ele me oferece uma quantidade considerável de liberdade como jogador. Especialmente os sandbox elements do mundo, que são sempre os que eu procuro em um RPG em geral. Eu também gosto de ele não segurar sua mão a cada passo enquanto contém ainda um grande número de quests e experiências de história. É um jogo muito difícil às vezes, mas você sempre sente que realmente conquistou algo quando chega ao fim da quest, mata um boss ou encontra um tesouro valioso. O valor dos itens, o senso de conquista e o sentimento de realização é frequentemente uma fraqueza dos jogos modernos, então, para mim, Tibia é um dos poucos paraísos remanescentes em termos de old school gameplay e conteúdo. Então,e você? O que você ama no Tibia? Irá presentear alguém dia 14 de fevereiro? Qual dos novos presentes gostaria de ganhar? Feliz Valentine's Day!
  3. Gladiadora

    Portal Tibia Novidades à Vista!

    Com a atualização de hoje, a CipSoft divulgou algumas mudanças e correções. Conduto, as novidades não pararam por ai! Nas primeiras horas do novo patch, jogadores mais atentos encontraram itens novos no market, são eles: Crimson Rose , Sweetheart Ring e Truelove Teddy . Suspeita-se que estejam relacionados ao evento Valentine's Day que ocorre 14 de fevereiro, mas nada ainda foi divulgado ou confirmado. Além dos novos itens, nossa equipe encontrou sprites de mais tres montarias: Será que Valentina venderá os novos itens ou o evento sofrerá maiores modificações? E, quanto as novas montarias, gostou?
  4. Beatrix

    Portal Tibia Novidade de Ano Novo!

    Hauopa tibianos e tibianas!!! Acaba de chegar à nossa redação uma novidade quentíssima vinda diretamente do Tutor Board. E olha que esta é uma novidade que pode fazer à alegria dos cidadãos de bem e o terror dos línguas-soltas de plantão!!! Com a palavra, a Customer Support, Gandareva: Traduzindo... Sim amigos! Parece que muito em breve poderemos reportar um número muito maior de esquentadinhos in game, fora outras violações como o anúncio de venda de itens por dinheiro real. É a Cip mostrando serviço e mexendo os pauzinhos na luta contra os contraventores. Seria esta uma luz no fim do túnel? Compartilhe sua opinião com a gente!!!
  5. Gabi Woodstock

    Portal Tibia [TibiaVenezuela] Deixar de Existir

    Hauopa Tibianos e Tibianas, Nossos hermanos do TibiaVenezuela nos deram permissão para fazer a tradução oficial de seu último artigo! Convido a todos para uma reflexão sobre a evolução do Tibia. Deixar de existir Se você se preocupa com sua conta, certamente há uma palavra que você teme mais do que o bicho papão, um encontro internacional de PKs ou um gigantesco lag que te faz perder 18 níveis enquanto caçava Beho ...Bonelords. Uma palavra que poderia fazer você ficar de cabelos em pé e se sentir muito mal só por vê-la na tela ao logar, ao invés de encontrar o seu char dormindo pacificamente em sua cama. Deletado Contudo, mesmo sendo difícil de acreditar, há jogadores que nem hesitam ao ouvir esta palavra. Eles apenas fecham o Tibia e “outros aplicativos” e abrem novamente no dia seguinte. Estes são os cheaters. No Tibia, uma batalha é travada todos os dias. É uma batalha silenciosa, que vai além de notícias de fusões de mundo e atualizações de sprites. A guerra nos bastidores entre as pessoas que amam este jogo mais do que ninguém e aqueles que nem se preocupam com isso. No Tibia existem regras. Devem existir regras em um jogo onde tantas pessoas estão reunidas, garantindo um ambiente igualmente justo e bom para todos os jogadores. No Tibia, há jogadores que respeitam essas regras – somos a grande maioria. Mas infelizmente, também existe uma minoria de jogadores que querem ser mais “espertos” que os outros, sem se importar com essas regras. Devido a isso, a forma de aplicar tais regras foram diversas. Em primeiro lugar, por causa da pequena comunidade, as regras eram diferentes. O jogo em si era diferente, mas, basicamente, por causa da pequena quantidade de jogadores, bastava ter alguns GMs, que ficavam de olho sobre a aplicação das regras. Regras que também foram reforçadas e aplicadas por todos os jogadores de tal forma que, quando alguém queria quebrá-las, era imediatamente identificado e removido do jogo. Estas regras incluíam coisas que hoje parecem normais, como a grande quantidade de PKs, por exemplo. No entanto, o jogo evoluiu e cresceu e, com esse crescimento, vieram coisas positivas, como um maior incentivo para a CipSoft desenvolver novas áreas e cidades. Porém, há também o lado negativo que é a crescente dificuldade em fazer as regras serem respeitadas. No exemplo de PKs, houve um momento em que os poucos GMs que existiam naquela época não eram o suficiente para interromper esse fenômeno, que pouco a pouco estava cada vez mais negligenciado, simplesmente por causa da redução da capacidade de respostas à esse problema. Então chegou a hora da aplicação de um sistema automatizado para a solução deste problema: foi a origem do Sistema de Skulls. E essa não foi a única coisa que foi automatizada. Cada vez mais e mais jogadores queriam todo o poder que um personagem de nível mais elevado poderia oferecer, sem ter a responsabilidade de conseguir todos os níveis exigidos por meio de seu próprio esforço. E assim, os programas de computadores para “ajudar” nesta tarefa começaram a vir à tona. Eles ajudaram de tal forma, que ter nível 100 não era mais uma conquista. Haviam tantos... Nos tempos antigos do Tibia, ter um grande número de “jogadores” que “não jogavam” era impensável. O jogo era pequeno o suficiente para evitá-los. Os jogadores se conheciam. Os GMs conheciam os jogadores. A ideia não era necessária porque o ambiente era menos competitivo. Ninguém queria “dominar” o servidor. Porém, o tempo foi passando e, com a chegada de mais e mais pessoas, bem como a criação de novos servidores, essa atmosfera começou a mudar. Tornou-se necessário aplicar as regras com uma força ainda maior. Durante a minha época como GM, tive a responsabilidade e a honra de fazer parte de um sistema de regras do Tibia. Um sistema que você só aprende a amar e apreciar enquanto jogador, quando seus efeitos não são mais tão evidentes. Quando, por bem ou mal, os GMs são substituídos por ferramentas automatizadas. Nós podemos dizer que um problema de automatização foi atacado com outro. E nós passamos do "por favor, dance", o comando que dávamos a certos grupos de jogadores suspeitos de usar múltiplos clientes, para o "por favor revisem seus métodos de detecção de botting", porque ainda vemos em primeira mão como os locais de caça ainda estão cheios de bots mesmo semanas após mass deletes. "Por que a CipSoft se importa se eu jogo ou uma máquina joga no meu lugar?" Os botters devem perguntar a si mesmos. A resposta não soa bem com a arrogância deles: eles acham que o jogo foi feito para eles, e que o jogo tem que se adaptar ao que eles querem. E não poderia estar mais longe da verdade. Quando 20.000 pessoas de todo o mundo se conectam em um mesmo lugar para trocar experiências e interagir, é necessário ter ordem. É necessário que a entidade responsável, no caso, a CipSoft, mude a forma de aplicação das regras de acordo com o problema apresentado. Em minha opinião, com a quantidade de uso de softwares não oficiais e as consequências que eles trazem, seria melhor tentar prevenir a utilização dos bots, ou evitar que os botters ganhem tantas vantagens, aumentando a eficácia dos métodos de detecção. Os botters estão sendo banidos. Deletados. Recebendo a punição suprema do Tibia: a cessação de sua existência. Alguns choram. Outros recorrem ao bot novamente. Pouco a pouco podemos ver, embora um pouco tarde, a verdade simples e lógica de uma empresa que vende jogos multiplayer: interessam-lhes ter vários jogadores felizes, em vez de apenas alguns que usam o jogo como comércio. Algumas pessoas desonestas preferiam ver os servidores vazios, cheios de automáticos subordinados aos seus cliques. Não. Não hoje. Nem hoje ou em mil anos. Se quisermos, como jogadores, que o Tibia floresça, que ele se torne novamente aquele jogo que nos cativou pela primeira vez quando jogamos com nosso primeiro personagem e matamos os ratos em Rookgaard, devemos entender que o uso de bot é prejudicial ao Tibia. O fato de que há a possibilidade de conseguir o nível 700 em um mês e intimidar todos os outros jogadores só por ser “mais forte” não significa que seja aconselhável ou digno. Os jogos podem, e devem, ter regras. Porque um jogo multiplayer é aproveitado melhor quando você ainda vê novatos fazendo a Paradox Quest sem serem caçados. Quando a Pits of Inferno é um desafio, e não um negócio. Quando a Annihilator é um objetivo, e não um procedimento burocrático para conseguir um suvenir. Quando entendemos, na vida real, no Tibia e outros jogos, que nossos direitos terminam onde o das outras pessoas começa, nós teremos uma vida, e um Tibia, e jogos mais vivos, agradáveis e duradouros. E enquanto isso não for entendido, enquanto ainda existirem pessoas que acham que usar bot é um atalho infinitamente superior, teremos os mass deletes. Afinal, a melhor coisa que pode acontecer com um personagem sem alma, automatizado e robotizado é isso... Deixar de existir. E vocês, tibianos, concordam com o rumo tomado pelo Tibia atual?
  6. Hauopa turminha do Portal Tibia! Enfim o Test Server foi fechado e isso só pode significar uma coisa: o Update de Inverno 2014 vem aí! Mas então eu me pergunto... Vocês já sabem tudo sobre todas as novidades que estarão no Tibia logo mais? Bem, estou aqui para apresentar um resumo geral do que podemos esperar de mais este update! Para começar, falarei um pouquinho da nova área em Nargor, onde é possível fazer uma nova task e até mesmo conseguir um novo Achievement. Conhecemos esta ilha, próxima a Liberty Bay, como o maior e mais famoso reduto de piratas de todo o Tibia. Porém, muito em breve ela guardará também algo muito precioso, muito mais do que tesouros de piratas. Tratam-se dos Crystal Gardens, um local cheio de pedras preciosas, prontinhas para serem mineiradas, mas que, entretanto, é habitada por criaturas vorazes, como Crystal Crushers, Wigglers, Crystal Spiders e além de vários tipos de piratas sedentos por sangue. É nesse lugar perigosamente encantador que One-Eyed Joe precisará de sua ajuda para resolver um pequeno problema com um certo cristal amaldiçoado. Se você topar entrar nessa fria, certamente receberá uma boa recompensa. E o melhor é que você pode visitar a Joe diariamente, ajudando-a com o tal cristal e recebendo sua recompensa. Não é só Nargor que ganhará uma nova área. A noroeste de Darashia, será possível encontrar a Lion's Rock, o sagrado lar de Roaring e Noble Lions. Se você provar seu valor e passar nos testes, terá a chance de conquistar um Noble Lion para chamar de seu! E claro, se você estiver afim apenas de explorar e aprimorar suas habilidades, este será um ótimo local de caça! De Darashia direto para Oramond! É lá onde encontraremos as maiores novidades! À oeste da ilha, Mr Brandon lhe dará uma missão e tanto! Apesar de não ser o cara mais certinho do mundo, ele perdeu seu anel de casamento enquanto roubava mergulhava no fundo do mar. Se você topar ajudá-lo, um redemoinho lhe levará para as profundezas oceânicas próximas de Oramond. Lá, o Guardian of the Deep Seas lhe dará mais detalhes sobre tudo o que acontece no abismo. Se você ajudar esses dois, ganhará acesso a um enorme área subaquática, onde Seacrest Serpents e Sea Serpents se esgueiram por entre os corais. No entanto, não vá com tanta sede ao pote! Se muitas das serpentes sagradas forem sacrificadas, você despertará a ira da The Fire-Feathered Serpent, que para proteger sua prole, retirará todas as serpentes do lugar e este então será invadido por terríveis Renegade Quaras. Quem sabe que misteriosas manobras serão necessárias para devolver as Seacrests para seu sagrado lar... Também em Rathleton, o Magistrate abrirá um novo rank de cidadania. Se você provar seu valor e votar devidamente nas questões propostas, se tornará um Rathleton's Squire! Isso lhe abrirá novas possibilidades de voto, além de garantir acesso à novas quests e áreas! Os verdadeiros cidadãos, vão ganhar acesso a um Slime Slide que leva direto para o interior da Glooth Factory! Esta é uma imensa área industrial, onde a principal fonte de riquezas da cidade, o Glooth, é cultivado e processado por sábios cientistas. Para garantir a continuidade da produção, os funcionários da fábrica lhe darão diversas tarefas, que se realizadas com sucesso, o recompensarão com votos entre outras coisinhas mais. Mas não são apenas cientistas bonzinhos e camaradas que trabalham nessa indústria. Escondido em um laboratório secreto, protegido por diversas armadilhas e criaturas, vive o Professor Maxxen, que só poderá ser derrotado por verdadeiros Heroes of Rathleton! Além desse cientista maluco, outros terríveis bosses aparecem vez ou outra nessa fábrica que mais parece um show de horrores! Uma nojenta Tremor Worm e suas réplicas gosmentas... Um Minotaur Wallbreaker e seu enorme exército de Minotauros assassinos... E até mesmo uma Glooth Bomb, que não se desvia jamais de seu objetivo e só pode ser parada quando destruída. Isso sem falar das invasões que acontecem periodicamente de acordo com os votos dos cidadãos! Se você for capaz de derrotar todos esses bosses, terá a chance de conseguir as partes para construir uma montaria que representa um dos maiores avanços tecnológicos produzidos na Glooth Factory: o Glooth Glider! São muitas as novidades que vem por aí, como vocês podem ver, porém, este update não trará apenas novas criaturas, quests e áreas de caça. Àqueles que gostam e prezam a reunião de tibianos em guilds ficarão bastante contentes! Depois do Winter Update, a página de guilds no site do Tibia terá diversas novas ferramentas para auxiliar os líderes na administração de suas guilds. Será possível criar eventos, declarar guerras, estabelecer pré-requisitos para progressão automática de ranks, melhorar o controle de invites e muito mais. Até uma conta bancária em nome da guild será aberta e todos os membros podem colaborar para este fundo de investimentos! Sem falar que, no jogo, o Guild Channel se abrirá automaticamente e líderes e vice-líderes terão a liberdade para convidar pessoas especiais para o chat da guild. O test server foi muito proveitoso para todos nós testarmos o que virá de novo, apesar de todos os bugs e dúvidas que acabaram surgindo. Ficou a impressão de que ele acabou cedo demais. Maaaaas... A Cip é quem canta a bola e agora só nos resta esperar o update para solucionarmos tudo o que ficou para trás. A impressão geral do update é a de que, apesar de trazer muitas coisas realmente boas, será um update limitado, pequeno mesmo, concentrado principalmente em Oramond. Muitas das criaturas novas, são simplesmente variações de monstros que já existem, como as Renegade Quaras, por exemplo. Ainda assim, muitas das novidades certamente agradarão até mesmo os tibianos mais exigentes, como a nova montaria do Noble Lion, a Glooth Factory e as ferramentas para guilds. Ai ai ai! O Winter Update está realmente muito perto! Espero ter dado um panorama geral de tudo para vocês! Ahhh, e lembrem-se, nossa página especial do update no Tibia Wiki tem ainda mais detalhes sobre o que virá!
  7. Djinns, seus poderes são enormes, sua força mítica e suas façanhas são lendárias. Para os grandes estudiosos tibianos, sua origem ainda é um mistério, mas, sabe-se que eles foram criados do fogo, muitas eras antes dos homens, talvez por isso sua predominância em viver no deserto onde é quente. Uma característica interessante é que os djinns, descansam em sua própria lâmpada, ela é seu refugiu e sua casa, no interior pode haver inclusive, enorme salões. Apenas sabe-se que djinn vem de "janna" uma língua muito antiga, e significa: algo que precisa ser encoberto. A força dos Djinns Devido a sua antiguidade, não se sabe muito sobre os djinns, mas muitos estudiosos concordam que a muito tempo ocorreu uma grande guerra, onde os próprios djinns estão presentes. E suas consequências ainda podem ser observadas por olhos atentos. Agora, o Alfarrábio irá revelar a todos a historia desses incríveis maestros da magia negra. Boa Leitura! ------------------------ A Grande Guerra dos Djinns Durante séculos os djinns viveram em união, preservando sua magia para si, seu poder era incomensurável, podiam facilmente transforma-se em objetos ou animais, pedras ou água, luz ou sombra. Durante todo esse tempo cuidaram de toda a terra e todos os animais que nela existiam. Guardando para si os poderes da magia obscura. Não entravam em guerras, e não as causavam, eles eram até certo ponto, pacíficos. Com o tempo, inevitavelmente, os djinns ganharam lideres, e o maior e mais importante era Gabel, um djinn que possuía uma força maior que todos os outros. Gabel logo percebeu que seria impossível liderar sozinho todos os djinns, e manter todos unidos seria mais difícil ainda. Para que não houve-se uma desarmonia decidiu nomear um djinn muito forte, Malor, como General. Malor, era alguém em que ele confiava, e por esse motivo tinha a liderança de vários djinns. Gadel - Grande lider. Eles residiam em uma fortaleza, nas montanhas de Kha'zeel, e lá a paz e ordem eram obrigatórios. Malor, por sua vez, não ficou satisfeito com a nomeação, sua sede por poder era muito grande, e em segredo tramou contra Gabel, usando promessas e ameaças, forçou vários Djinns a obedecer suas ordens, e aos poucos formou uma poderosa aliança. Em teoria, teria força suficiente para exterminar Gabel por completo. Malor - Sedento de poder. Apesar de vários djinns serem totalmente leais a Gabel, preferindo a morte à traição, Malor conseguiu reunir uma grande quantidade de seguidores dispostos a tudo. Depois de um longo período de planejamento e espera pelo melhor momento, quando o dia começou a nascer, executaram um ataque sistemático ao palácio Djinn, local onde Gabel residia a maior parte do tempo. O plano era simples, eliminar Gabel o mais rápido possível. Durante a invasão os guardas foram rapidamente subjugados, porém um dos seus amigos Fa'hradin, um grande djinn, conseguiu fugir do ataque e avisar Gabel sobre a invasão, Juntos Gabel e Fa'hradin conseguiram escapar pela escuridão. Malor procurou incansavelmente por Gabel, mas não o encontrou o líder dos Djinns. Fa'hradin - Grande amigo de Gael. Naquela mesma noite, Gabel reuniu todos seus seguidores, e preparou sua vingança contra Malor. Em seu novo palácio, Malor organizava um modo de achar Gabel, ao mesmo tempo que imagina as consequências da falha de seu plano de invasão. Malor, decidiu que reorganizar o exército seria a melhor maneira de afirmar sua soberania sobre os Djinns, e fez com que todos seus seguidores formassem uma nova aliança militar. Ninguém poderia imaginar que isso desencadearia uma guerra que duraria milênios. Durante muitos dias seguidos de semanas Gadel e Malor procuraram fortalecer seus seguidores, buscando cada vez mais djinns que pudessem se aliar a causa, de um lado Malor, djinn sedento de poder e dominação, do outro Gadel, buscando justiça contra a investida de Malor. Cada vez mais era perceptível que os djinns estavam divididos, uma guerra que muitos não queriam travar. Em consequência, era óbvio que muitos não estavam dispostos a deixar toda sua vida para trás, e aos poucos famílias estavam sendo desfeitas, irmão contra irmão, pai contra filho, essa cena se tornava cada vez mais comum. Após Gabel reunir muitos djinns, ele começou a ordenar vários ataques as forças de Malor, contudo, ao passo que Gabel atacava, Malor defendia, e ambos os lados tinham perdas iguais. Aos poucos, ficou evidente que ambos os lados tinham força tão igual, que não era possível determinar que lado sairia vitorioso. As batalhas eram terríveis e sangrentas, lanças, cimitarras, e magias eram usadas a todo momento, um grande caos era implantado a cada batalha. E os djinns mortos eram transformados em fumaça, e as batalhas eram tão longas que o cheiro da morte permanecia por semanas. As areias de Kha'laba (deserto que circunda a atual cidade de Ankrahmun.) que eram férteis e cheias de vida, com vários oásis e nascentes; agora não passavam de uma terra estéril, com apenas areia e seca. Depois de tantas batalhas era notável o equilibro entre ambos os lados, e cada vez mais era perceptível que se um lado saísse vitorioso os djinns teriam sua existência prejudicada. Mesmo com essa possibilidade, o ódio entre os dois lados aumentava cada vez mais. Gabel decidiu dar o nome de Marid para seus guerreiros, e Malor deu a seus seguidores o nome de Efreet. Efreets vs Marids. Depois de semanas de guerras entre as duas castas que foram criadas, Malor arquitetou um plano que deveria por um fim a esse guerra. O líder dos Efreet enviou um mensageiro à Gabel, e o desafiou para um duelo. Gabel, que já estava cansado daquela guerra, aceitou o desafio. Os inimigos se encontraram nas planícies de Kha'labal, cara a cara os dois lideres ficaram. O grande rei Gabel e Malor seu traidor, Gabel levou consigo seus guerreiros Marid's pois não acreditava que Malor viria sozinho, e como ele previu, Malor traiçoeiramente trouxe seu exército de Efreet. Foi a maior reunião de djinns que se tem noticia até hoje. Gabel, como rei poderoso e livre de medo, deu o primeiro passo para encontrar o seu oponente. Quando Gabel deu por si, a terra abaixo dele abriu-se em milhares de locais diferentes, e delas surgiam hordas ferozes de mortos-vivos que atacaram Gabel e seu exército. Malor traiçoeiro nunca pretendeu lutar de forma honrosa. Em segredo ele firmou aliança com os Necromantes, uma raça de magos capazes de invocar demônios do submundo, esses becromantes viviam em Drefia. (cidade localizada hoje a oeste de Darashia). Necromante - Terrível manipulador de mortos-vivos. Os necromantes invocaram os mortos-vivos, de forma, que Gabel e seu exército não tiveram outra escolha se não fugir. Através de magias obscuras, Gabel transformou o dia, numa noite, fria e horrenda, oferecendo uma brecha para que os Marids escapassem. Os Marids que não conseguiram escapar, foram capturados e mortos. Mas graças a rápida reação de Gabel, boa parte de seu exército saiu ileso. A clara decepção de Malor era visivel em seus gritos, e no ódio de suas palavras, que a todo momento amaldiçoavam Gabel. Em fúria Malor ordenou que os Necromantes e seus Efreets seguissem rumo ao sul em encalço de Gabel. Gabel e os Marids fugiram em direção a cidade de Ankrahmun, estranhamente Gabel não estava fugindo, mas parecia que estava se reorganizando. Quando Malor percebeu o erro que havia cometido já era muito tarde. Gabel, havia preparado uma armadilha para Malor, enquanto os mortos-vivos e os Efreets perseguiam os Marids desenfreadamente, Malor gritava incessantemente para que recuassem, mas o calor da batalha já os havia tomado, e ninguém mais escutava as ordens vindas de Malor. Os mortos-vivos marcharam contra Ankrahmun com a determinação de uma máquina mortífera insensata, e os Efreets, cobertos de raiva, não ficaram para trás, indo de encontro a uma chuva incessantes de flechas e catapultas de pedra, que agora recaia sobre o exercito de Efreets e mortos-vivos. Uma batalha cataclísmica se dava inicio. Uma onda de Efreets e mortos-vivos investiram contra Ankrahmun, e a cada passo, eles eram recebidos por flechas, pedras e magias vindo do exército de Marids, que agora, tinham uma aliança com os habitantes de Ankrahmun. Apesar disso, o exercito de Malor estava tomado por um ódio jamais visto, tentando a todo custo adentrar em Ankrahmun. O djinn Baa'leal, que liderou os exércitos de Malor na invasão, sentiu a força dos Marids e seus aliados humanos enquanto atacava Ankrahmun, mesmo com uma força devastadora de mortos-vivos e djinns eles resistiram bravamente. Baa'leal, organizou uma linha de ataque com seus mais fortes Efreets, e ordenou que eles conjurassem um enorme coluna de fogo sobre Ankrahmun, para que toda a cidade, e quem estivesse nela fosse tomado por um fogo destruidor que transformaria tudo em cinzas e poeira. Malor - Ataque à Ankrahmun. Aproveitando a distração dos Marids por causa da invasão, alguns Efreets conseguiram conjurar uma antiga magia destruidora. Os céus escureceram, as nuvens que antes eram brancas, tornaram-se vermelhas e delas caiu uma chuva de fogo, que ao piscar de olhos tornou-se um furacão de fogo. Quando os Efreets tentaram mover o furacão para dentro da cidade, não conseguiram, Fa'hradin e seus companheiros djinns estavam controlando o incrível furacão, e estavam tentando conter a aproximação da coluna de fogo. Isso resultou em uma batalha feroz de poderes entre os djinns de ambos os lados, e toda a guerra que estava sendo travada parou, os dois exércitos assistiam numa fascinação horrorizada, a terrível pilha de chamas vagando indecisa de um lado para o outro. Entretanto, de repente, o furacão fez um pulo súbito ao norte, e em questão de segundos, os Efreets que haviam feito a conjuração dos céus foram reduzidos à cinzas e brasas. Este foi o momento decisivo da grande batalha. O fogo, agora completamente descontrolado, virou em direção ao norte, dirigido por uma brisa suave vinda do sul. Dessa forma, com o fogo espalhando-se lentamente para o norte, o grande deserto de Kha’labal foi aos poucos sendo queimado pelo fogo maligno. Assim, após muitas mortes, a grande batalha foi vencida pelos exércitos dos Marids e humanos. Porém, aos vencedores restou muito pouco para se sentirem triunfantes. As perdas tinham sido grandes em ambos os lados, e o Kha'labal, lindo jardim dado aos humanos pelos deuses, tinha se transformado em um deserto estéril, hostil. A destruição causada pelo fogo havia permitido que muitos Efreets escapassem, juntamente com seu líder. parecia improvável que a guerra termina-se agora. Como Malor havia recuado, Gabel não via nele resistência militar, então por hora, decidiu deixá-lo fugir. Junto com o exercito de Efreets os necromantes também fugiram, com os expressões totalmente horrorizadas. Agora Gabel, com uma aliança forte formada e com seus guerreiros acabando de sair de uma batalha vitoriosos, ele ordenou que seu exército marchasse rumo ao norte, em direção à Drefia. Era hora de acertar velhas contas... Sucumbimento de Drefia Após o desastre da batalha de Ankrahmun, os necromantes aliados do Efreets, sabiam que seu fim estava próximo. Os Marids nunca poderiam perdoar a sua deslealdade, e esta seria uma batalha que os necromantes nunca poderiam ganhar - afinal, muitos deles já haviam perecido na batalha de Ankrahmun, e seus aliados Efreets não podiam oferecer ajuda. Então os necromantes se preparavam para o que parecia ser inevitável, sua morte. Com sagaz voracidade daqueles que estão acostumados a lidar com a morte, fizeram rituais malignos e invocaram os mortos com magias mórbidas. Com os exércitos de Marids já adentrando em Drefia, os necromantes se viram presos entre calabouços e passagens da sua própria cidade. As magias malignas não foram suficientes, assim que os Marids encurralaram os necromantes, começaram um ritual assustador, a terra abaixo de Drefia começou a se mover como um redemoinho gigante, e lentamente cidade profana foi puxada para dentro da terra. Em pouco tempo, ela foi completamente engolida, e agora somente o topo das construções estavam visíveis. Tudo estava completamente coberto de areia e entulho. Nenhum dos necromantes ou habitantes que lá residiam, foram vistos novamente. Os Marids agora eliminaram os que fizeram tantas mortes em Ankrahmun. Depois da destruição de Drefia, os Marids voltaram para a cidade de Ankrahmun, e Gabel agradeceu a todos os homens que ajudaram na batalha, dando sangue e honra para uma batalha que não eram deles. Gabel e todos os restantes dos Marids voltaram para as montanhas, em busca de seu antigo palácio, mas chegando no local, havia apenas cinzas, nada além de um leve vestígio de uma construção. Os Marids viram toda a grandeza de seu palácio, agora, não existir mais. No local de seu antigo palácio, através de magias obscuras das profundezas, invocaram areias e pedras para erguer um novo palácio, e para tanto, o nome seria forte como o deserto, e o novo palácio ganhou o nome de Ashta'daramai, em homenagem a batalha ganha na cidade de Drefia. Ashta'daramai - Fortaleza de Gabel Por outro lado, Malor, após ter destruído o palácio onde tudo começou, abriu passagens por entre as montanhas e com os Efreets restantes ergueu uma nova fortaleza, com nome de Mal'ouquah. Mal'ouquah - Fortaleza de Malor Aprisionamento de Malor Embora muitos djinns tenham perdido as suas vidas na fatídica batalha de Ankrahmun, a guerra ainda estava indefinida. Malor perdeu muitos dos seus mais bravos guerreiros, assim também como Gabel, e ambos sabiam que outra batalha poderia levar toda a raça djinn à destruição. Gabel se volta ao seu confiável amigo Fa'hradin para aconselhar-se. O velho amigo djinn, sugeriu que fosse usado um truque para eliminar Malor. Sem o seu líder, ele argumentava, os Efreets poderiam terminar a rebelião. Gabel, querendo evitar mais derramamento de sangue, concordou. Então invocando espíritos antigos, e usando uma cimitarra encantada pela lua do 3ª ciclo como aço, uma lâmpada mágica estava criada e, por meios desconhecidos até hoje, foi secretamente colocada na câmara privada de Malor. Lâmpada de Fa'hradin. O poderoso Efreet não teve escapatória. Quando este se pôs a dormir no que julgava ser a sua lâmpada privada, ficou aprisionado. Após isso Fa'hradin, rapidamente recolheu a lâmpada modificada, e levou de volta para Gabel, na fortaleza dos Marid. A incrível lâmpada de Fa'hradin havia funcionado. Malor era agora prisioneiro de Gabel. Com Malor aprisionado, muitos Marids esperavam que a paz pudesse finalmente chegar. Gabel imediatamente contatou os Efreets para que eles soubessem que o seu líder era seu prisioneiro, em esperança que os Efreets finalmente se rendem-se. Mas a reação não foi a esperada e os Efreets odiaram seus primos Marids demais para se render, e então a guerra continuou. Ambos os lados evitavam entrar em conflitos, por isso, nenhuma ação foi vista por muito tempo. De fato, tano Marid quanto Efreets planejaram esperar até que sua raça crescessem, mas as perdas que eles sofreram foram grandes, por não serem um raça fértil, séculos se passaram e não houve um aumento muito grande em seus números. Enquanto a indecisão das guerras entre os djinns não era decidida, por todos os lugares a raça humana desenvolveu os seus poderes obscuros, construindo lindas cidades e estabelecendo impérios poderosos. Os djinns viveram quietos em suas fortalezas remotas. Malor, porém, continuou aprisionado na lâmpada de Fa'hradin, inconsciente para tudo que o cercava. Gabel tinha decidido esconder a Lâmpada de Fa'hradin, em um túmulo, ao norte do deserto, longe da fortaleza de Ashta'daramai, onde ele julgo ser mais seguro. Lampada enterrada de Fa'hradin. Para seu azar, muitos séculos depois, o local onde ele havia enterrado a lâmpada, alguns guerreiros bárbaros chamados de orc's escolheriam o lugar para construir uma fortaleza imensa. Durante a expansão da fortaleza, a lâmpada foi encontrada e levada ao rei dos orc's. E não demorou muito para que os seus shamans descobrissem que um espírito poderoso estava preso na lâmpada, e o rei dos orc's libertou o poderoso djinn que estava adormecido por tantos séculos. Ressurgimento de Malor Pouco se sabe sobre o que aconteceu depois, mas embora os orcs afirmem que o seu rei ainda está vivo não há nenhuma testemunha capaz de confirmar que eles tenham visto o rei orc desde esse dia. Malor, porém, vaga livremente pelo mundo novamente, e muitos estudiosos concordam que ele tentará de tudo para reascender a guerra djinn. ------------------------ Caros tibianos, esse foi o desfecho do episódio de uma incrível guerra, que não terminou até hoje. O que virá a seguir? Aguardem. Agradecimento especial: Gladiadora e Isabela.
  8. Captain Gus

    Portal Tibia Relatório de Bugs!

    Diariamente, vários possíveis bugs são identificados por jogadores e analisados pela CipSoft, mas a grande maioria deles não é divulgada. Sejam eles pequenos erros de mapa, mensagens escritas de forma errada em transcrições de NPC's ou até itens obtidos de forma irregular, eles acabam sendo resolvidos antes mesmo de causar problemas maiores e mesmo quando são solucionados ainda passam por despercebidos. A partir de hoje, nossa equipe vai trazer um relatório de tudo o que é discutido sobre esses monstrinhos da rotina tibiana. Vamos lá! Magia Light Healing (Exura) - Ab'dendriel O NPC Maealil, responsável pela instrução de magias de cura em Ab'dendriel, não está ensinando a magia Light Healing a paladinos. Dawnport Desde o update que trouxe a nova ilha para iniciantes, vários jogadores já se revoltaram com a quantidade de bugs que vieram junto. Há cerca de um mês, o primeiro deles descoberto foi a possibilidade de levar itens obtidos em Dawnport para Rookgaard. Foram necessárias duas atualizações para resolver o problema. Mas a grande frustração veio após a notícia de que nenhum jogador que abusou desse bug seria punido. Enfim, são águas passadas. Nessa semana foi descoberto um erro com as magias ensinadas na nova ilha. Os jogadores não estão recebendo todas as magias designadas para cada vocação, por exemplo, um druid que deveria receber as magias Mud Attack (Exori Infir Tera) e Chill Out (Exori Infir Frigo Hur), recebe apenas uma das duas. 01 de Janeiro de 1970Um bug que chega a ser até engraçado. Alguns personagens criados recentemente vêm mostrando a seção Last Login datada em 01 de janeiro de 1970! Veja como exemplo o jogador Distance Level. O problema geralmente ocorre em personagens que ainda não entraram no Tibia. De acordo com Drudak, um dos membros da equipe de suporte da CipSoft, essa data é referente ao marco zero da Era UNIX, um sistema de calendário usado pelo sistema operacional UNIX. Referente a isso, a página do Wikipédia explica como eles funcionam. Mas enfim, foi informado que o bug é causado por um pequeno problema de exibição e não deve ser alterado já que ele não causa situações que possam prejudicar os jogadores. Deeplings World Change Desde o update de Oramond, há um bug que impossibilida a WC de chegar a seu segundo estágio. É possível coletar os Hearts of The Sea mas ao utilizá-los na Enormous Statue, nada acontece. Montarias Já é possível fazer isso há algum tempo mas somente nesta semana algumas reportaram essa situação. Inicialmente, apenas a montaria do Crystal Wolf permitia que mais de uma pessoa utilizasse o Diapason em um único wolf mas agora isso também acontece ao tentar domar outros monstros, inclusive a Midnight Panther. Não foi confirmado se esse modo funciona com qualquer criatura domável mas a CipSoft já alegou que ele não é um bug, e sim algo intencional. Fiquem à vontade para ajudar seus amigos ao encontrar uma das raras montarias! Por enquanto é isso! Se você encontrar algum bug e deseja reportá-lo à CipSoft, envie um e-mail para [email protected] ou procure um tutor no Help Chat de seu mundo. :welcome:
  9. Gabi Woodstock

    Portal Tibia [Mapa do Maroto] Ghostlands!

    "Eu juro solenemente que não farei nada de bom." Hauopa tibianos e tibianas, Nesta semana, o Mapa do Maroto nos levará a um lugar assombrado, onde os filamentos do mal correm sob a terra, prontos para confundir, atormentar e causar os mais terríveis pesadelos, medos e dor a quem se atrever a se aventurar em Ghostlands. Cidade: Carlin Localização: Ghostlands Recomendação: Guerreiros acima do level 15. Após a Rainha conseguir a liberdade de Carlin e estabelecer o seu reino, o desejo de expandir sua influência sob as terras vizinhas surgiu, e dessa forma, a bela rainha enviou os mais experientes desbravadores para reivindicar as terras próximas. Então, algumas pessoas foram enviadas às terras a oeste de Carlin, para colonizar a região hoje conhecida como: Ghostlands. Porém, os moradores do vilarejo foram atormentados por pesadelos e desgraças, os guerreiros tinham alucinações e tornavam-se extremamente agressivos. Uma onda interminável de assassinatos em série, revoltas e estranhos acidentes se tornaram comuns. Desesperadas, as pessoas voltaram a morar em Carlin. Os druids foram enviados para purificar a área. Ao retornarem, cansados e feridos, com três deles deixados para trás, explicaram à Rainha que a área era amaldiçoada, assombrada e perdida para a humanidade. Após reunião com o Conselho Sagrado dos Druids, o conclave decidiu selar a área e um muro encantado foi erguido a seu redor. Alguns jogadores arriscam se aventurar nesta região em busca do Family Brooch, necessário na The White Raven Monastery Quest, e também para fazer a Banshee Quest. Esta caverna podemos encontrar alguns Cave Rats, Scorpions, Skeletons, Ghouls e Demon Skeletons. Tome cuidado! Ao descer o andar, muitos Demon Skeletons podem atacar juntos, então leve sempre alguns Stealth Rings com você. Aqui encontraremos Poison Spider, Skeletons, Ghouls, Fire Devil, Stalkers e Demon Skeletons. Lembrem-se, os Stalkers ficam constantemente invisíveis, portanto leve algumas runas, como Fire Field Rune (use ao seu redor), para quebrar a invisibilidade. Nesta caverna encontraremos alguns Bats, Poison Spider, Skeletons, Ghouls, Fire Devil, Stalkers, Demon Skeletons, Vampire e uma Giant Spider. A experiência média obtida ao caçar nas três cavernas varia entre 50 à 80k/hora. Já em hunts focadas nas cavernas separadamente, o jogador menos experiente conseguirá em torno de 10 à 15 k/hora. Tome muito cuidado ao explorar essa caverna, pois existe uma escada que leva à Giant Spider, mas ao descer, a sala se fechará com grades e a única forma de sair é enfrentando a aranha. É recomendado entrar nesta sala somente os jogadores que possuem a força necessária para combater esta criatura. "Mal Feito, Feito!" Costumam caçar neste local? Conte-nos suas experiências!!
  10. Gabi Woodstock

    Portal Tibia [Mapa do Maroto] Djinns Towers!

    “Eu juro solenemente que não farei nada de bom” Caros aventureiros, desta vez o Mapa do Maroto nos levará às entranhas de Kha’zeel. Formidáveis cadeias de montanhas onde foram erigidas Ashta’daramai e Mal’ouquah – as Djinns Towers! Mas atenção! Cada aventureiro deve ser leal a apenas uma das raças para entrar na fortaleza inimiga e lutar numa eterna guerra entre os djinns. Blue Djinns ou Green Djinns? Faça sua escolha! Cidade: Ankhramun Localização: Nas montanhas de Kha’zeel Recomendação: Guerreiros acima do level 70. Os djinns são uma antiga raça de criaturas mágicas detentores de muito poder. São perigosos e dificilmente interagem com humanos. Muitas eras atrás, existia apenas uma raça de djinn, os Marids, conhecidos também como Blue Djinns. Eles eram liderados por Gabel, o grande Djinn Azul, e por séculos, a paz reinou sobre Kha’zeel. Mas, após uma guerra civil, a facção dos rebeldes autoproclamaram-se como Efreet, os Green Djinns. A natureza reclusa dos djinns forçou-os a manter constantemente a segurança de suas fortalezas, porém, com a guerra instaurada, eles estão interessados em comprar e vender equipamentos a bons preços. Desta forma, ao ganhar à confiança de uma das facções, você poderá comercializar com eles e lutar contra a raça inimiga. Este local de hunt é mais indicado para Knights e Paladins a partir do level 70, porém magos acima do level 80 podem caçar usando runas de avalanches, devido à fraqueza que essas criaturas possuem ao elemento Gelo. Para maior segurança, ande sempre com Dwarven Ring, pois os djinns deixam seu personagem bêbado. Você poderá provar sua experiência à um dos lideres e ajudar na guerra matando 500 djins inimigos, em troca, você receberá recompensado por um bônus de experiência, um pouco de ouro e a oportunidade de matar o boss inimigo, Fahim the Wise ou Merikh the Slaughterer. Na fortaleza de Ashta'daramai, você encontrará no subsolo e térreo alguns Blue Djinns, Stone Golems, Scarabs, Lions e Fire Elementals, nos andares superiores, deverá tomar um pouco mais de cuidado, pois terá uma maior quantidade de Djinns e Marids. Em Mal'ouquah, no térreo e subsolo, você encontrará alguns Gargoyles, Scorpions, Green Djinns e Efreets e Mummies, os andares superiores são os que possuem maior risco para os exploradores, devido à grande quantidade de Djinns e Efreets juntos. A experiência média obtida pelos nossos guerreiros variou entre 70k/hr à 100k/hr e o loot pode ser consideravelmente bom, dependendo de sua sorte e do preço dos Blue Piece of Cloth e Green Piece of Cloth em seu servidor. Você faz parte ou deseja ingressar nesta eterna luta mágica? Conte-nos um pouco mais sobre suas experiências!
  11. Hauopa Tibianos. Ansiosos pelo destino de nosso aventureiro? Preparem-se! ---------------------- Mea cupa Não importava quanto buscasse, revirasse ou pesquisasse os livros não estavam ali, de tudo um pouco ele via, teia de aranha, pó e mofo, tintas pelo chão e pergaminhos rasgados. O que fazer? Será que o Morrin havia pego os livros para si? Havia algo de tão importante a ponto de ser necessário leva-lo consigo? Bom estava claro o que deveria ser feito de agora em diante, sair em busca dos outros livros, certamente não seria possível continuar sem os restantes. Nosso aventureiro resolveu então sair em busca dos outros, mas não sem antes reabastecer sua energia, dormir e descansar seu corpo e mente depois de uma leitura tão vasta, seria ótimo. Então, ali mesmo, na biblioteca estendeu seu cobertor, e fez um lanche digno de dias de fome, um belo pão com presunto, o qual, havia sido drasticamente reduzido pelo encontro com Hagor, mas nada que frutas, algumas uvas e carne seca não pudesse substituir. Depois comer, pegou seu instrumento e pensou numa musica ou rima que pudesse alegrar naquele momento. Rapidamente sua mente lhe recordou de uma ótima rima, que muitos escultavam ao lado de um trepidante fogueira. A chamavam de: A Ruina da Serpente "Saycolax a serpente Era um jovem dragão verde De duras escamas e fortes asas Passar por sua floresta ninguém ousava Por dois séculos escravizou com terror Com horrorosos saques trouxe a dor Fez-se dos homens algoz e senhor Roubando-lhes a vida e o ouro Seu orgulho passou a ser forte Mas o destino mudaria sua sorte Um garoto nascido em meio ao seu horror Mostraria ao dragão o sabor da dor Assim depois que o tempo certo se fez O garoto cresceu e disse:" da serpente chegou a vez" Saiu e adentrou a verde e antiga floresta Desafiando em bom som o senhor daquela terra Saycolax colérico o atacou do alto Mas o garoto se salvou por pouco do ato Zombou do dragão e venceu seus jogos Aumentando da serpente o ódio Seguiu-se o momento mais difícil Uma batalha furiosa e incrível Onde apenas um do envolvidos ficaria vivo Sendo pelos bardos aclamado, louvado e conhecido Garras, rugidos e sopros o dragão fazia Escudo defendia e espada afiada reluzia Foi assim durante frias noites e longuíssimos dias Sem contudo chegar a morte para uma das duas vidas Longo tempo aquele combate perdurou Mas enfim no poente do sétimo dia terminou Seu vencedor muito ferido e quase morto ficou Mas o seu adversário moribundo tombou Assim foi então o desfecho da serpente Vencido e humilhado no sétimo poente Trazendo a glória e esplendor ao bravo e poderoso garoto O guerreio que tornou mais que um sonho a liberdade de seu povo” Essa pequena rima fez com que nosso aventureiro reabastecesse sua fonte de energia e confiança, por vezes ele pensava como uma simples, canção ou rima era capaz de de melhorar o animo de alguém. Pensando na rima, daquele herói que havia derrotado a terrível serpente, imaginava o que poderia encontrar mais a frente, e como faria para encontrar os outros livros. Sua mente o carregava para longe daquele cenário, e pela primeira vez naquela viajem, havia pensado em seus amigos, e como seria bom tê-los ali. Rapidamente adormeceu e não estava mais preso naquele lugar, podia flutuar na mais alta nuvem, ou mergulhar no mais profundo oceano... Após uma noite revigorante, levantou, recolheu seus pertences, fechou a biblioteca e decidiu então, ir até o local onde havia encontrado a chave, lembrou-se que o caminho continuava em frente, e que aquilo era um caminho promissor, até então não havia muitos outros a seguir. Retirou a espada da bainha, verificou todos os mantimentos que ainda restavam, que por sinal não eram muitos, calculou que deveria durar mais alguns dias, não muitos, portanto deveria encontrar rapidamente um modo de sair daquele local, e encontrar os livros seria agora uma missão quase impossível, a saída era sua principal meta. Possuía um mapa, possuía a chave da biblioteca, sabia o que enfrentar e como entrar, não seria difícil retornar até este ponto, e com toda certeza, ajuda de amigos, tudo estaria resolvido mais rapidamente e de forma segura, pois seu instinto de guerreiro lhe alertava da complexidade que seria desvendar aquele enigma e os perigos que ainda podia enfrentar. Voltou ao caminho que seguia pelo corredor onde havia encontrado a chave da biblioteca e ficou em frente a porta, olhou bem o caminho a sua frente e seguiu com passos cuidadosos, o que parecia ser, uma longo corredor. Mais a frente o corredor dava lugar a vários caminhos, que se entrelaçavam e pareciam brotar do espaço vazio, tantas curvas, tantas direções, que não haviam modos de saber onde davam ou onde paravam, decidiu continuar no caminho que oferecia menos resistência e parecia ser o mais velho, com tijolos desgastados e mal posicionados. Até que em um canto, ele encontrou algo que lhe chamou atenção, antes mesmo de o corredor terminar, dava origem a outros dois corredores, um de cada lado, um do lado esquerdo e outro do direito, mas o mais intrigante era um local com uma placa mal escrita e desgastada pelo tempo que dizia: “Saída” Era intrigante como tudo havia acontecido e como repentinamente o labirinto gentilmente lhe mostrava a saída, seria uma forma de gratidão da natureza? Ou uma forma de expulsar o nosso aventureiro daquele lugar? Nada era certo, e a pura e simples verdade era que, o futuro era incerto. Sem mais pensar nosso aventureiro tomou a saída, e como um passe de magia os corredores começavam a se abrir, e uma luz inebriante do sol aparecia por entre algumas frechas das paredes, ele sentia uma pequena elevação no terreno, dando a entender que estava subindo, começava a sentir o cheiro do oxigênio fresco, e quando menos esperava um pequeno declívio o levava para fora da caverna. Precisou usar muita força para escavar a saída coberta pela areia do desert, e quase que imediatamente após sua saída mais areia caiu sobre o buraco, tapando-o quase que imediatamente. Areias de Jakundaf Nosso aventureiro olhava novamente para as areias do deserto de Jakundaf, areias que agora pareciam tão boas quanto uma boa dose de água fresca. Sentia o calor do sol, e o vento no seu rosto, e não podia descrever como essa sensação era inebriante. Pegou seu mapa, e com cuidado escreveu todos os locais que haviam passado sem anotar. Sabendo que Venore ficava a leste dali, decidiu ir o mais rápido possível até lá, e a parti dali iria reunir-se com amigos e contar tudo que havia lhe ocorrido, afinal, precisaria da ajuda de seus companheiros para desvendar o restante dos mistérios que ainda lhe aguardava. Mapa das cavernas --------------------------- Destemidos aventureiros, nossa jornada está prestes a terminar, fiquem ligados no destino desta incrível historia.
  12. Gabi Woodstock

    Portal Tibia [Mapa do Maroto] Orc Fortress!

    “Eu juro solenemente que não farei nada de bom” Meus caros aventureiros, nesta semana usaremos o Mapa para conhecer um pouco sobre Ulderek's Rock, mais conhecido como Orc Fortress, habitado por uma raça muito antiga: os Orcs. Cidade: Venore/Ab’dendriel Localização: Norte de venore e Sudeste de Ab’dendriel. Recomendação: Jogadores acima do level 40. Orc é uma das raças mais antigas do Tibia, nos primórdios, expandiam seus territórios de dominação com uso de táticas organizadas de batalha. Os esquadrões de orcs foram desafiados por outras raças e acabaram sendo exilados, desde então, construíram sua fortaleza e aguardam o dia que irão retomar o poder sobre o continente. Ulderek’s Rock, é um grande forte, construído ao norte de Venore, onde habitam os mais fortes orcs e seu grande Rei. Segundo relatos históricos, certo dia, ainda nos tempos antigos, os orcs encontraram uma estranha lâmpada e a levaram ao rei. Os shamans do rei logo perceberam que um poderoso espírito estava aprisionado dentro da lâmpada. Mas, o ganancioso rei, subestimando o poder do Djinn adormecido no objeto por eras, o libertou. Como forma de recompensa, o Djinn concedeu três desejos ao grande Rei: O primeiro desejo foi pedir-lhe uma grande fortaleza. Dentro de apenas uma única noite, o grande Djinn construiu, sobre a sepultura de Uldrek, a Orc Fortress. O rei então, fez o segundo pedido, desejou a imortalidade, e o Djiin assim o fez. O Orc King, tornou-se o “Charkahn the Slayer”, pai imortal dos orcs. Como terceiro e último pedido, o rei desejou ter filhos mais saudáveis e férteis que os filhos de qualquer outro orc. Neste momento, o Djinn o traiu, amaldiçoando-o a ter eternamente a aparência de um Defiler. Assim, a vingança tomou o coração do rei que anseia pelo dia que dará o troco ao grande Djinn Malor. Hoje em dia, alguns aventureiros corajosos vão à Orc Fortress não só em busca da tão sonhada Sam’s Old Backpack, como também para realizar as missões da Orc Fortress Quest , Machinery of War Quest, Druid Outfits Quest, Blue ou Green Djinn Quest, Explorer Society e Jester Outfits Quest. A partir do level 30 guerreiros de todas as vocações podem se beneficiar de caçadas na área ao redor da fortaleza. Contudo, adentrar no forte em si, exige mais perícia e estratégia, em virtude da grande quantidade de criaturas existentes ali. A neutralidade a dano físico e a ataques dos elementos fogo e gelo proporciona vantagem de combate a todas as vocações. Porém os druidas tem desempenho melhor nesta área uma vez que a raça orc é fraca aos elementos terra e morte. Assim, não deixe de ter na mochila runas de área do elemento terra ao se aventurar tanto no entorno como dentro das muralhas, em suas torres e masmorras! Dentro da fortaleza, pode-se vivenciar caçadas com diversos níveis de dificuldade. O pátio central do forte contém muitas criaturas, tais como Orc Shamans, Orc Leaders e Orc Berserkers, ideais para jogadores de level 40. Neste local, são encontradas construções bastante evoluídas, como lojas, bibliotecas e uma prisão. Longos corredores guardados por todos os tipos de orcs cercam o pátio, indicado para jogadores de level 60. O subsolo e os rochedos ao nordeste são os lugares que oferecem maiores perigos para os exploradores, pois estão protegidos por Orc Warlords, Dragon, entre outros tipos de orcs, indicado para jogadores de lvl 70. Tome cuidado ao descer no terceiro andar, um grande número de criaturas encontram-se juntas, prontas para defender o salão do Rei. Alguns membros corajosos de nossa equipe se aventuram por lá, a experiência média obtida foi em torno de 180k/h, andando por todo o território da fortaleza e 80k/h focando em uma hunt mais cautelosa, no térreo e andares superiores, conseguindo fazer um loot consideravelmente bom, leve sempre um Stealth Ring para usar em casos de urgências. Membros da The Postman Missions Quest que possuem o Rank Arch Postman, podem se beneficiar usando o Mailbox para enviar o seus bagloots! “Mal Feito, Feito!” Maiores informações sobre Ulderek’s Rock no TibiaWiki! Costuma caçar neste local? Conte-nos um pouco de suas aventuras!
  13. Hauopa Tibianos. Ansiosos pelo o que nosso aventureiro encontrará na biblioteca? Preparem-se! --------------------- Fim, ou será o começo? Depois de sua visível alteração, perante o tamanho do monumento em sua frente. Nosso aventureiro levantou-se e sacudiu o pó de seus joelhos, e contemplou por mais um momento o tamanho e grandeza daquela estrutura, subiu as escadas tão rápido quanto suas pernas aguentavam, e sem mais delongas colocou a chave que Hagor havia feito na fechadura, e quando deu a primeira volta, a chave não girou.... Nosso aventureiro com um expressa de revolta e total panico, ficou se reação diante daquela situação, ele esperava que a chave funcionasse, o que eu fiz de errado? Será que Hagor havia feito uma copia imperfeita? Não seria possivel eu mesmo inspecionei e vi a perfeição de sua copia, repetia nosso avenureiro, mas por que ela não abre? Falou consigo mesmo. Depois de tentar mais duas vezes, nosso aventureiro chegou a conclusão que a chave não era daquela fechadura, e só poderia ser de outra, mas de onde? Hagor não sabia onde ou o que ela abria. Com visível decepção nosso aventureiro socou a porta, em esperança que ela abrisse, mas ela não moveu-se, nem mesmo um misero centímetro. Então nosso aventureiro recolheu seus pertences, sentou-se ao chão e por alguns instantes decidiu refletir. - Bom, eu possuo uma chave, a qual não sei o que abre; possuo um diário, de um falecido aventureiro, e um mapa que me diz onde estou, o que devo fazer? Repetia consigo mesmo, pois não havia ninguém para ouvi-lo. - Bom, lembro-me que no diário dizia que Morin chegou à biblioteca, e entrou, mas como? Ele não diz como entrou apenas que conseguiu a chave com Hagor. Eu também consegui a chave, mas ela não funciona, o que devo fazer? Sem muitas esperanças, nosso aventureiro olhou em volta, algo que ele ainda não havia feito, e notou que no salão em que se encontrava a biblioteca, havia outra saída, uma que levava, aparentemente, para fora dali. Sem escolha, nosso aventureiro decidiu recolher seus objetos e seguir pelo corredor, afim de que mais há frente encontrasse a resposta para suas dúvidas. Com ajuda da sua tocha, logo percebeu que o corredor que ele havia encontrado era idêntico aos demais que ele tanto havia percorrido, com paredes recobertas por barro e alguns tijolos que formavam um vão sustentando o teto. Por um momento se sentia perdido em seus pensamentos, sem preocupar-se com nada ou ninguém que pudesse encontrar em quanto caminhava, parecia até que havia perdido a vontade de viver, até que percebeu uma estranha forma. A sua frente o corredor continuava, porém a sua direita havia uma porta, imediatamente e com muita rapidez, ele buscou em seus pertences a chave que Hagor havia feito. - Será? Não acredito, será isso possível? Repetia nosso aventureiro, de forma desorientada. Quando ele encontrou a chave, suas mãos quase não conseguiam segura-la de tão tremulas, quando conseguiu coloca-la na fechadura e a virou, de forma milagrosa a porta abriu. Nosso aventureiro tomou para si uma expressão de espanto, então a chave abria uma outra porta e não a biblioteca. Então imediatamente puxou a espada da bainha e a girou no punho direito colocando-a em posição de ataque; Podia estar muito curioso com o que poderia haver ali dentro, mas a sua vida era muito mais importante. Ao abrir completamente a porta, ele percebeu que era uma sala minuscula, não havia quase nada dentro, a não ser um pequeno baú no canto. Curiosamente não possuía tranca ou fecho. Nosso aventureiro ajoelhou-se e colocou a espada na bainha, e com cuidado analisou o bau, para ter certeza que não havia armadilhas. Após a rápida análise, puxou a tampa e abriu o bau, percebeu muita poeira, e vários riscos, que indicavam que vários objetos haviam sido retirados de seu interior. Em meio a tanta poeira, ele viu algo que brilhava sob a luz da tocha, com cuidado pegou o objeto, e para sua surpresa, era uma chave. Com visível espanto na sua voz ele disse: - Outra chave? Mas que diabrura é essa? Esse maldito lugar quer me pegar uma peça? Sem entender, o motivo ou razão para que um baú houvesse apenas uma chave, concluiu que, alguém deve ter encontrado muitos pertences valiosos, e pensando que não havia razão para possuir uma chave sem saber sua fechadura, há deixou lá. E diversos pensamentos corriam por sua mente, o principal e também o mais obvio era: - Será que esta chave abre as portas da biblioteca? Ele pensou consigo mesmo. Já não conseguindo segurar tanta tensão, correu de volta a biblioteca, sem se importar com o corredor que ainda seguia em frente. Quando finalmente chegou na biblioteca, segurando a chave em suas mãos, parou um momento para respirar e com cuidado colocou a chave na fechadura. Com ansiedade virou a chave, e para sua surpresa um som ruidoso saiu das engrenagens da fechadura, som esse que indicava a abertura da porta, poeira saltava das engrenagens e um ar pesado foi jogado contra seu rosto. Quase que instantaneamente seus olhos lacrimejarem diante daquela fato, que até certo ponto era engraçado. Sem muito esperar pisou pela primeira vez no interior da biblioteca, e para sua surpresa, várias e várias estantes recobertas de pergaminhos, livros, folhas. E uma coisa peculiar, uma pequena mesa ao centro, com tinteiro e penas, como se alguém estivesse ali pronto para escrever mais livros. Biblioteca sob as areias Som de la solitude Com tantos livros, era fácil perder-se em meio a tantas pesquisas, em meio a tantas informações, esquecer completamente do tempo e do espaço. Havia tantos livros que nunca houvera lido ou ouvido falar, livros ensinando como produzidor poções para reviver entes queridos, poções de como voar, e até mesmo relatos de uma estranha cidade com nome de Gharonk, a qual nunca houvera ouvido falar desde aquele dia. Mas não só livros possuía a biblioteca, em um canto algo chamou a sua atenção, algo que facilmente passaria desapercebido, um mecanismo podia ser visto, era um piso um pouco diferente dos que a biblioteca possuía, um com uma coloração diferente. Intrigado nosso aventureiro colocou um pouco de peso sob o botão, mas estranhamente nada aconteceu, ele podia observar a movimentação, mas naquele local nada ocorreu. Desconhecendo seu uso resolveu concentrar-se nos livros que agora estavam a sua frente. Após, folhear e folhear diversos livros, percebeu um livro que chamou a sua atenção, e o seu autor era ainda mais intrigante, era Adrenius, o velho monge que ele encontrou no templo do deserto. Nesse livro, Adrenius havia escrito uma critica sobre os diversos livros do autor Netilos com nome de Adventures Guide Through Tibia, para Adrenius aqueles livros eram apenas historias, e não condiziam com verdadeiras aventuras. No mesmo livro ele ainda dizia que vários aventureiros vieram até ele comentar que haviam lido esses livros, que no total eram 6, um deles, tentou a todo custo provar para Adrenius que essas historias eram reais, então o próprio Adrenius propôs um desafio a ele e a todos que lessem seu livro. Nosso aventureiro atentamente observou que desafio era esse: “Eu darei uma recompensa ao primeiro que me convencer que estou errado.” No mesmo instante nosso aventureiro arregalou os olhos e decidiu ler cada livro minuciosamente, afinal, a resposta para esse desafio só poderia estar nos livros. Nosso aventureiro pegou o primeiro livro nas prateleiras e o leu com muita atenção, e transcreveu para um pedaço de papel todos os fatos importantes. Livro I -------- É sempre excitante sair em uma aventura. No entanto, é algo bastante perigoso, podendo até mesmo morrer em uma delas. Eu escrevi estes livros com o objetivo de mostrar o destino de 5 homens que dedicavam-se a descobrir novas partes do nosso mundo. Cada um deles foi um bravo guerreiro e um grande explorador. Cada um passou por grandes aventuras, sendo elas de diferentes durações. Algumas de 66 dias outras de 100, e uma eventualmente, terminou em morte. -------- Livro II -------- Os aventureiros que irei relatar, tem suas idades diferentes, nenhum possuia a mesma idade, diferentes também eram as época que iniciaram suas jornadas. Quando eles começaram a explorar nosso mundo, o mais velho dos homens tinha 42 anos, o mais novo possuía 38 anos. Uma jornada terminou após 83 dias, outra após 117 dias, e uma ainda 134 dias. Um explorador foi Anso, bravo guerreiro e espadachim. Seu irmão Elaeus, nunca quis usar uma espada, sua vocação era para as artes de manipulação do fogo e ferro. Hestus, outro explorador sobre quem falarei, usava trajes estranhos, com tom esverdiado, alguns dizem que era uma forma de não precisar lavar suas vestimentas. -------- Livro III -------- Fogo, é a principal perigo na jornada de um aventureiro, claro que o fogo é essencial para a sobrevivência em um deserto, cozinhar alimento, para ter luz e para lhe aquecer em uma noite fria. Mas o fogo nem sempre é o nosso aliado, deixe-me dar-lhe um exemplo, um dos nossos aventureiros cometeu o erro de pisar na fogueira que ele próprio havia feito para cozinhar seus alimentos, é claro, que ocasionou uma grave queimadura, deixando-o incapacitado para continuar suas aventuras. Ela foi a de menor tempo entre as cinco. -------- Livro IV -------- Um tema muito importante a ser análisado é: Como saber se bebi ou se tenho liquido suficiente comigo? É de conhecimento comum que não existem fontes em abundancia no mundo, então deve-se sempre seguir esses passos: Primeiro – Sempre carregue recipientes e cantis que possam armazenar água. Segundo – Sempre aproveite-se das situações, você pode deparar-se com um rio em seu caminho, ou pode chover muito, toda vez que algo assim ocorrer, aproveite e reabasteça seu suprimento de água. Uma dessas situações atingiu um de nossos aventureiros (O nome dele era maior do que o nome do aventureiro que foi atacado por um troll.) Um dia, ele encontrou uma recipiente com um liquido, com sede, ele instantaneamente o bebeu, infelizmente o liquido estava envenenado. Sua situação só piorava e após alguns momentos ele teve que parar sua exploração e procurar um medico. Por falar nisso o nome desse homem é menor do que o homen que terminou sua viajem após 83 dias. -------- Após ler esses quatro livros, nosso aventureiro havia anotado coisas sobre o fogo e água, os nomes dos aventureiros e seu tempo de viajem e o motivo de sua interrupção. Quando o nosso aventureiro procurou os outros volumes, ele foi tomado por uma sensação de terror, sua visão esbranqueceu e seu coração quase parou de bater, onde estavam os outros livros? --------------------- Então bravos Tibianos, ansiosos pela continuação? O que virá depois? Aguardem
  14. Gabi Woodstock

    Portal Tibia [Mapa do Maroto] Chor!

    "Eu juro solenemente que não farei nada de bom." Hauopa Tibianos, Portal Tibia e TibiaWiki, fornecedores de conhecimento para cavaleiros, druidas, feiticeiros e paladinos, têm a honra de apresentar: O MAPA DO MAROTO! Nesta nova coluna apresentaremos locais um tanto quanto esquecidos pelos jogadores, lugares alternativos para caçar e se divertir quando seu local preferido estiver ocupado. Locais estes que, a primeira vista, não parecem tão atrativos. Contudo, por não serem tão disputados, podem ser considerados uma boa opção para jogadores cujas hunts não estão sendo rentáveis, em relação a XP ou loot, justamente pelos locais mais conhecidos serem muito concorridos. Que tal usarmos o mapa para irmos a Chor, o vilarejo dos Lizards de classe baixa? Cidade: Port Hope Localização: Tiquanda Recomendação: Jogadores premium account, a partir do level 50. A raça Lizard fundou a cidade de Cha'zzar, hoje conhecida como Banuta. Após um longo período de hegemonia seu império decaiu devido a revolta dos macacos, que eram por eles escravizados. Os sobreviventes deixaram a cidade, mas o sentimento de vingança e a vontade de algum dia recuperar seu status, poder e influência na região permaneceu, juntamente com a ambição de dominar toda a floresta. Assim, refugiaram-se a sudeste de Tiquanda, em ilhas formadas pelo delta de um dos rios e lá construíram uma modesta vila. Na maioria dos mundos, os jogadores passam por Chor apenas durante missões da Explorer Society Quest eThe Ape City Quest ou na busca pelo poderoso The Many. Poucos são aqueles que de fato permanecem caçando e explorando a região. Na superfície das ilhas, além Lizard entinels, Lizard Templars e Lizard Snakecharmer encontramos criaturas da fauna local como, Cobras, Crocodiles, Flamingos, Scarabs e até mesmo Spit Nettles e Larvas que foram domesticados pelos Lizards com o intuito de protegerem Chor de um eventual ataque de macacos. O subsolo da vila é pouco aproveitado. Pode-se descer apenas em dois pontos que dão acesso a salões isolados e só um deles tem criaturas. Contudo, deve-se ter cuidado pois há um número consideravelmente grande de Lizards em seu interior. Pelas características do Lizards, Chor pode ser uma ótima opção para sorcerers. Contudo, com rod de elemento death, runas e magias do elemento fire, death e/ou dano físico um druida também pode aproveitar a região. Knights e paladinos também tendem a ter um bom aproveitamento, sobretudo se utilizarem arma encantada/munição do elemento fogo. A região pode ser dividida em três áreas conforme grau de dificuldade: Ilha Nordeste (Área A)Região mais ao norte de Chor. Indicada para jogadores de níveis mais baixos (50-60). Há mais variedade de criaturas porém em quantidade menor. Ilha Central (Área B)Ilha central de Chor. Maior quantidade de Lizards. Indicada para jogadores de levels 60+. A leste há uma montanha onde pode-se encontrar três Wyverns. Vila (Área C)Parte mais perigosa de Chor devido ao grande número de Lizards. Deve-se ter cuidado para não ficar trapado. O edifício principal da vila é a única construção de pedra e que possui subsolo e dois andares. Deve-se ter atenção a grande quantidade de Lizard Snakecharmers que muitas vezes está invisível. Nossa equipe acampou na região e caçou por lá por cerca de trinta minutos em cada área, com personagens das quatro vocações, na faixa de nível de 50 a 100. Observamos uma média de XP variando de 50-120k/hora (com bônus de stamina) e conseguimos acumular o loot a seguir: Vale lembrar que a média de XP obtida varia conforme o nível e vocação do personagem e também pela experiência do jogador. E, que, pelas características das criaturas da região sorceres lucraram mais em termos de pontos de experiência ganhos. Aventureiros mais cautelosos podem também se beneficiar caçando apenas em uma das partes de Chor. Conseguimos média de 15k/hora caçando apenas na parte norte, 35k/hora na central e 60k/hora na vila. Se está interessado em seguir as pegadas do Mapa do Maroto, não deixe de colocar sua Obsidian Knife na mochila! "Mal Feito, Feito! Mais informações sobre Chor no TibiaWiki (aqui). Costuma caçar neste local? Conte-nos suas impressões!
  15. Hauopa Tibianos. Destemidos aventureiros e aventureiras, hoje nosso aventureiro terá duas grandes surpresas, Preparem-se --------------------- Consolidated Nosso aventureiro não pensou duas vezes e seguiu pelo caminho mais obvio, o que claramente era feito por humanos, paredes grosas com pedras colocadas cuidadosamente como se sustentassem algo maior. Enquanto caminhava por esses corredores com sua espada em punho, fazia pequenos desvios e curvas, sua tocha começava a iluminar um ambiente mais largo, que dava a outro salão, até agora, muito parecido com os que havia encontrado. A única diferença era uma clara silhueta de algo nas sombras, tentou caminhar devagar, e com segurança e voracidade gritou para o que houvesse ali, fazer-se visível. Um homem assustado gritou: - Por favor, não faça-me mal, sou apenas um viajante! - Estou indo em seu encontro, não estou armado! Ele gritou. Hagor, o andarilho Enquanto o viajante se aproximava nosso aventureiro colocava sua espada na bainha, observou o viajante e percebeu que a descrição que o diário fazia do homem que possuía a cópia da chave, batia com a do homem que agora estava na sua frente. "Eu acredito que este homem com sapatos vermelhos e calças azuis" O homem que agora estava na frente do nosso aventureiro, apesar de estar vestidos não mais que trapos, possuía uma calça num tom azulado e sapatos que um dia já foram mais vermelhos. - Como se chama? Falou nosso aventureiro. - Hagor, a seus serviços. - O que faz aqui Hagor? - A história é longa, em busca de tesouros, acabei entrando neste lugar, e não consigo achar uma saída. - Entendo, aqui me parece ser um local difícil de se localizar. Entretanto, estou procurando uma biblioteca, há algo assim aqui dentro? Disse nosso aventureiro. - Hagor prontamente respondeu. – Não sei dizer,não explorei muito os locais, tento não me perder. - Você conhece alguma saída? Falou Hagor. - Infelizmente não, também estou em busca de uma. - Que pena. Hagor falou enquanto baixava com olhos com visível tristeza. - Hagor, encontrei a pouco tempo, um cadáver, estranhamente conservado, e sob ele, um diário, ele mencionava uma pessoa que vestia roupas parecidas com as suas. - Um diário? Posso vê-lo? Hagor examinou o diário, e enquanto ele fazia isso nosso aventureiro percebia que ele estava muito magro, dava a ligeira impressão que se possuía alimento, estava racionando-o. - Essas letras. Exclamou Hagor, parecem com as de um rapaz que conheci aqui dentro também, o nome dele era Morrin. - O corpo mumificado que encontrei junto do diário, o jeito que ele morreu, não era natural, morreu de algo muito estranho, acrescentou nosso aventureiro. - É uma pena, Morrin era incrível. Notava-se uma clara apreensão no rosto de Hagor, talvez, medo ou algo do gênero, pensou nosso aventureiro. - Hagor, no diário, Morrin disse que uma pessoal com roupas parecidas com as suas, possuía a chave da biblioteca. Você possui tal chave? - Sim, disse Hagor, possuo essa chave, mas não sei qual é sua finalidade. Além de caçar tesouros, eu desenvolvi uma habilidade muito útil, posso criar cópias de quase todos os tipos de chaves e fechaduras. - Isso é maravilho, disse nosso aventureiro, como posso obter uma cópia? O que você quer em troca? - Ouro não me interessa, o conhecimento da saída seria perfeito. Entretanto, se você tiver algum alimento, faria de bom grado uma cópia para você. Nosso aventureiro abaixou e procurou certificar-se de quais alimentos ainda possuía dentro da sua mochila. - Tenho alguns pães, algumas frutas, carne seca e presunto. - Presunto? Exclamou Hagor, com clara ansiedade na voz. Poderia me dar alguns pães e um pouco de presunto? Adoro presunto. - Não seria problema, Hagor, tenho mais suprimentos, mas em quanto tempo você pode me fazer uma cópia? - O mais rápido possível, disse ele. - Sendo assim, tome a parte de nosso acordo. Nosso aventureiro embrulhou cuidadosamente em um pano, boa parte do presunto e pães que carregava consigo, ele observou que o homem já não se alimentava a muito tempo. Passou com cuidado a Hagor o embrulho, e nesse mesmo instante Hagor desembrulhou com voracidade e comeu dois pães quase que de imediato. Observou que o homem devia estar a muito tempo sem comer. - Obrigado, trabalhar sem fome, é bem melhor, salientou Hagor. - Deveras. Com rapidez Hagor puxou um pequeno Hammer, que usava para moldar a cópia da chave. Com uma habilidade que seria impossível de descrever, moldou a chave de forma quase idêntica a original. - Pronto! Hagor exclamou com muita felicidade - Nossa, uma cópia incrivelmente precisa, Hagor. Não era necessário tal comentário, mas Hagor parecia esperar uma nota de aprovação. - Bom Hagor, fico muito feliz que o tenha encontrado, mas preciso encontrar a biblioteca, poderia me dizer para que direção fica a biblioteca que você mencionou ter visto? - Não sei bem, nunca vi tal construção aqui, estou um pouco perdido, mas, creio que deve ser voltando de onde viestes, já que se continuar nessa direção não vais encontrar muita coisa, além de mais corredores. - Muito obrigado Hagor, temo que agora, tenho que seguir meu caminho. - Sem problemas, tenho que encontrar logo está saída. Já não suporto essas tumbas. Nosso aventureiro apertou a mão de Hagor, e com uma última de troca de olhares, desejou boa sorte a Hagor. Nosso aventureiro voltou até a bifurcação de onde havia seguido até encontrar Hagor. Parou por um instante e tirou de sua mochila o pequeno manuscrito que continha os rabiscos do mapa, e continuou desenhando. Mapa rabiscado Após desenhar, decidiu pegar um pouco dos gravetos que tinha trazido consigo e fazer um pequeno fogo para descansar, talvez também cozinhar um pouco da carne e do presunto, rações frias não levantavam o ânimo, ao contrário do que fazia uma quente e boa refeição. Sentou-se, e calmamente colocou sob o fogo um pedaço do presunto junto com a carne seca, juntou um pouco das folhas, que havia na sua mochila, de Spruce ou Fir Tree, como era mais conhecida, colocou água e fez um chá, para tomar junto com a refeição. Não era o melhor para um chá, mas dada a situação, era o melhor que conseguiria. Cantarolar uma breve canção naquela situação era uma boa ideia, afinal, uma dose de alegria sempre deixava uma refeição melhor. Lembrou de uma velha canção, a qual se ouvia em fogueiras e em tabernas. “As montanhas guardam o segredo sob a lua, Hey Há Way, As palavras ditas sempre ecoam, Hey Há Way, Vamos sempre manter a melodia, Hey Há Way, Pra quem quiser sempre cantar, Hey Há Way. Nunca esqueceremos há quem ensinar, Hey Há Way, Nunca perdoaremos quem esquecer, Hey Há Way, Aqueles que esquecerem terão seu fim, Hey Há Way, E por esses sempre viveremos. Hey Há Way." Era uma música muito viva e sempre era acompanhada de jarras de hidromel ou tonéis de cerveja gelada. Coisas que infelizmente não possuía nosso aventureiro, mas uma boa dose de chá ajudava . Logo depois que terminou a pequena refeição, estendeu o manto que carregava e usou a mochila como uma pequena almofada e deitou-se, deixando que o silencio oriundo daquele local carregasse seu corpo rumo a um local mais tranquilo e quem sabe, lhe mostrasse a biblioteca e seus segredos. Depois que seu corpo estava regenerado decidiu levantar-se e seguir adiante em busca da biblioteca. Nosso aventureiro tinha acampado na bifurcação, a sua direita levava ao local onde havia encontrado Hagor, e a sua esquerda, talvez levasse a biblioteca, bom só havia uma direção a seguir naquele momento. Pegou outra tocha em sua mochila, e seguiu pelo caminho da esquerda. Assim que começou a andar, percebeu que o chão era diferente, um solo mais duro, como os que eram prensados para ficarem mais sólidos. As paredes pareciam ter sido construídas ou mesmo esculpidas, assim como esses e outros corredores, sua mente não era capaz de desvendar como eles haviam sido feitos. Depois que andou mais um pouco, começou a sentir uma leve mudança no ar, antes o ar era pesado e com denso, como se estivesse a muito tempo preso em um local, agora, o ar estava fiando mais leve, e ele podia sentir uma leve brisa, muito leve, mas era uma brisa. Para a surpresa do nosso aventureiro, ele encontrou um salão, e logo mais à frente algo enorme se fazia visível. Ele gritou tão alto que sua voz podia ser ouvida por muitos outros locais, e fazia um eco que ressoava novamente de forma intermitente. Biblioteca dentro dos salões. - Finalmente!!!, Finalmente! Nosso aventureiro de forma automática ajoelhou-se perante tamanha beleza e enormidade da obra, quem conseguiria construir tal monumento em local tão profundo? E quais segredos estariam lá dentro? - Não acredito, existe mesmo uma biblioteca, não acredito. Repetia nosso aventureiro. --------------------- Então Tibianos, curiosos para saber o que existe na biblioteca do deserto de Jakundaf? Não percam o próximo capítulo do Alfarrábio.
  16. Hauopa Coloridinhos e Coloridinhas! Pela segunda (e última) vez esse ano, todos teremos a chance de participar da World Quest The Colours of Magic e aproveitar todas suas recompensas! À partir de amanhã, dia 15 de setembro, até o dia 23 deste mesmo mês, Nathaniel, Friedolin e Paulette farão uma visitinha as terras tibianas e você terá que se preparar para sair à caça de pozinhos mágicos! Será uma competição e tanto e você precisará se unir a causa do mago que mais gostar! Após o server save do dia 15, algumas criaturas serão capazes de dropar o Envelope from the Wizards. Dentro de cada envelope você encontrará um strange powder aleatório, sendo três as possíveis cores: Azul, Amarelo e Vermelho Para se juntar à um dos magos, basta utilizar um dos pós coloridos em você e o restinho do pó que sobrar, você deve usar em um jogador que tenha utilizado em si mesmo um pó de outra cor. Da mistura destas cores primárias, você encontrará a cor do mago a quem você se unirá. As misturas são as seguintes: + = Fern of Nature - Fern é o mago da natureza. Junte-se a ele com o NPC Fã Nathaniel em Venore e, caso sua causa vença, o seu mundo será recompensado com o aprimoramento tanto das poções de vida como as de mana em 10%; + = Furb of Fun - Furb é o mago da diversão. Você pode se juntar a ele com o NPC Fã Friedolin em Carlin. Vencendo esta causa, a recompensa para o mundo será o aumento da experiência bônus partilhada em party em 30% e a chance de sucesso ao esculpir cubos de gelo e mármore aumentará em 10%; + = Feiz of Power - Feiz é o mago do poder. Você pode se juntar à sua causa através da NPC Fã Paulette em Thais. Com a vitória de Feiz o mundo terá a recompensa de 25% pontos de experiência a mais em algumas criaturas que conjuram danos mágicos. E não é só isso: Os bônus adquiridos pela Berzerk Potion e Bullseye Potion serão aumentados em 7 e haverá um decréscimo na diminuição de shielding que será de 8 pontos a menos ao invés do comum que seria 10 a menos. Já a Mastermind Potion terá seu bônus de magic level aumentado em 5 pontos. Além dessas recompensas coletivas, ou seja, que valem para todo o servidor, é possível acumular pontos para trocar por peças de um lindo tabuleiro de xadrez exclusivíssimo. Para obter os pontos é fácil! Usando um pó em você irá obter 10 pontos; Combinando o seu pó com outro jogador: 10 pontos; Devolvendo 5 pós que você encontrar: 1 ponto (Lembre-se que os NPC’s Fãs só irão aceitar os pós que, ao se misturarem, formarão a cor correspondente ao seu mago). Para adquirir uma belíssima Zaoan Chess Box , na qual você poderá guardar todas as peças da sua coleção, basta dizer “hi – chess” para o NPC fã que representa o mago do qual você escolheu. Mas fique atento: caso você já tenha pegado uma caixa com seu personagem anteriormente, não poderá pegar outra. Ou seja, é uma caixinha apenas por pessoa. Para conseguir as peças, no entanto, existem algumas regrinhas: Dizendo “luck”, você gastará 5 pontos de seu total e receberá uma peça aleatória de cor também aleatório; Dizendo “select”, você gastará 20 pontos de seu total e poderá escolher a peça que deseja, porém a cor será aleatória; Dizendo “queen”, você terá que gastar 60 pontos. Para isso será necessário participar 2x no evento coletando o máximo de bônus possíveis (30 por evento) e assim conseguirá obter a rainha da cor que preferir. Se você não é muito do tipo que curte jogos de tabuleiro, vale lembrar que as peças do Zaoan Chess também servem como fonte de luz e você pode carregar qual preferir para iluminar seus caminhos durante suas aventuras. As peças de Jade (verdes) tem um tipo de luz esverdeada, enquanto as peças de Obsidiana (prestas) emitem uma luz de um azul meio sombrio. Prontos para se unirem à um dos três magos? Tuturutuuuu!!! Está aberta a temporada de caça às peças de xadrez! Você pode encontrar mais informações na página do evento no Tibia Wiki! Boa Sorte à todos!
  17. Hauopa Tibianos. Destemidos aventureiros e aventureiras, preparem-se, nosso jovem guerreiro está prestes a encontrar. Confiram! --------------------------- Ilusões Em sua maioria, qualquer pessoa ficaria no mínimo confusa diante de tais opções, bifurcações não aparecem simplesmente, elas sem dúvidas haviam sido construídas por humanos, pensou nosso guerreiro. Enfim, quem havia feitos tais tuneis não era tão importante naquele momento, afinal, que venha rápida ou demore morte é uma certeza. Diante de tal dúvida, decidiu ir no caminho que não tinha saídas, o salão, que ficava logo a direita de onde estava. Respirou fundo, afastou da mente todos os pensamentos de aflição e medo, focou todo seu corpo e mente em adentrar naquela caverna. Cada passo fazendo o menor barulho possível, cada pisada extremamente calculada, não respirava forte e se movia o mínimo possível. Enquanto andava lentamente, sua tocha preenchia todo o salão com uma luz amarela e trepidante, tipicamente produzida por um pano banhado em cera de abelhas. Quando sua tocha finalmente havia preenchido por volta da metade do salão, ele observou estranhas sombras na parede, elas pareciam tão grandes quanto poderiam ser. Seu coração palpitava de forma desordenada, sua boca secou quase que de imediato. Ele contou por volta de 8 grotescas criaturas. - Spiders! Ele exclamou, nada que um simples aldeão não de conta ele disse. Com a experiência do nosso guerreiro, ele sabia que apesar de serem criaturas débeis e desprovidas de força, sua picada era extremamente venenosa, podendo levar um homem adulto a seu túmulo. Não esperou muito, antes mesmo que elas pudessem cercá-lo, segurou firma sua espada e com um giro rápido e preciso de seu punho, cortou lateralmente a próxima dele. Quase que imediatamente outro monstro já estava diante do nosso guerreiro e outra o flanqueava para atacar pela lateral. Ele praguejou rapidamente ao esquivar de um repentino ataque pela sua frente, que por míseros centímetros não o atingiu. Nesse momento levantou seu braço e cravou sua espada no abdômen do monstro a sua frente e com feroz força puxou sua espada e num único movimento dilacerou o monstro que havia lhe flanqueado. Não demorou muito para que as últimas três spiders o atacassem de forma direta e com força total. Diante desse fato pulou para esquerda e se posicionou na lateral de uma das três, imediatamente perfurou a spider com tamanha força que seu braço entrou quase que por completo no abdômen do monstro. Com incrível velocidade puxou seu braço e socou com a empunhadura da arma a segunda, derrubando-a. A última foi a mais fácil, bastou inclinar para a direita e cortar uma de suas pernas, fazendo ela cair em desequilibro e nesse instante cravou sua espada nas costas da aranha, matando-a instantaneamente. Após o rápido combate, suspirou de forma aliviada e limpou sua espada, olhou os corpos e sentiu que aquilo era estranhamente familiar, talvez estivesse se lembrando das inúmeras batalhas que travou antes de entrar naqueles túneis. Olhou atentamente para o salão que agora estava manchado de sangue e de restos de aranhas, olhou atentamente, mas nada de útil encontrou, era apenas mais um salão, talvez um dos muitos que não foram terminados, que agora serviam de moradia para aranhas ou qualquer outro tipo de monstro que ali quisesse residir. Abriu sua mochila e dentro dela pegou seu cantil, bebeu um bom gole de agua, e tornou a guarda-lo dentro da mochila. Decidiu que seria um boa pedida anotar sua atual localização, e assim o fez, pegou seu mapa improvisado e rabiscou o local que estava agora. Retornou a entrada e a partir dali só haveria 2 caminhos um que continuava em frente, claramente seguia o caminho natural da rocha, e outro, que parecia ter sido feito posteriormente e por mãos humanas. Sentindo que aquelas não eram as últimas criaturas que iria enfrentar, afiou sua lamina com uma pedra de silício que carregava na mochila, e rapidamente calculou o que deveria fazer adiante. Pensou que se queria encontrar a biblioteca ou o homem que o diário relatava, se é que ainda estava vivo, deveria ir pela direita, afinal, era um túnel feito por homens, mas, certamente qualquer pessoa viva não ficaria parada em um local e faria uma residência, se ainda estivesse ali, estaria como ele, no mínimo buscando uma saída. Provavelmente havia se movido, então qual dos caminhos pegar? O que fazer agora? --------------------------- Então Tibianos, ansiosos para os novos desafios do nosso aventureiro? Não percam o próximo capitulo do alfarrábio.
  18. Hauopa Aventureiros! Peço sinceras desculpas pelo atraso nas edições do Alfarrábio. Devido a alguns contratempos pessoais fiquei impossibilitado de continuar à escrever. Porém, a partir de agora o Alfarrábio irá continuar normalmente. Prontos para o capítulo 6? ----------------------- Vida ou Morte? Logo após a leitura do diário, nosso aventureiro ficou perplexo, levantou-se tão rápido quanto suas pernas permitiram. Guardou o livro em sua mochila e logo após examinou com cuidado o restante de seus suprimentos. Notou que havia muito alimento, mas mesmo não havendo necessidade resolveu fracionar em pequenas porções, para que não viesse a faltar alimento. Afinal, não sabia quanto tempo levaria até achar a saída. Estava se preparando para sair e observou por uma última vez o corpo mumificado, como não percebeu indícios de sua morte, uma onda de espanto correu por seu sangue. Já não mais pensava em encontrar a biblioteca, ou mesmo comprovar se realmente o homem que havia escrito o diário dizia a verdade. O mais importante agora era achar um saída, afinal, aquele corpo servia como um alerta dos perigos que à frente existiam. Anotou a localização novamente de em seu mapa, afinal, não gostaria de voltar aquele local novamente. Mapa das Catacumbas Após anotar a localização voltou pela mesma passagem que havia entrado, parecia ainda mais estreita, mas obviamente não passava de uma peça de sua mente. Quando chegou à bifurcação que havia tomado à direita anteriormente, resolveu descansar, naquelas profundezas não podia perceber quando era noite ou dia, mas seu corpo já estava cansado, e um bom descanso era essencial naquele ponto. Apagou sua tocha, e fechou seus olhos por alguns instantes, até que sua visão se acostumasse com a escuridão que agora era total. Depois estirou pelo chão um lençol, e usou sua própria mochila como travesseiro, obrigou a si mesmo a não pensar no que havia visto, ou lido, dormir bem era mais do que necessário naquele ponto. Deixou sua mente livre lembrando-se das cachoeiras, e dos fortes ventos que batiam nos barcos que frequentemente pegava para ir de uma cidade à outra. Tentou se lembrar do cheiro da revoa, e da sensação de seu corpo tocar os grandes campos de trigos maduros. Sua mente o levava para longe daquele local e o banhava numa sensação de êxtase inexplicável. Quando acordou se sentiu revigorado, juntou todas suas coisas, comeu um belo pão e um boa dose de agua fresca. Levantou-se colocando sua mochila nas costas, reascendeu sua tocha e empunhou sua espada, tomou um grande folego e tornou à andar. Pegou o caminho que havia ignorado anteriormente e percebeu que os túneis se alargavam ligeiramente, pegou sua tocha e tentou iluminar mais. Andou mais um pouco, e logo à frente deparou-se com uma nova bifurcação, o caminho continuava em frente mas havia uma bifurcação à direita. Decidiu seguir pela bifurcação, o caminho era idêntico ao que estava, estreito e com paredes ressecadas pelo tempo, mas a dúvida ainda continuava, como tais caminhos haviam sido feitos? Não demorou muito e chegou ao final, nada mais do que um beco sem saída. Nosso aventureiro parou e pensou que era provável que tivessem mudado de caminho, ou ficou inviável continuar naquela direção. Nosso aventureiro voltou para o antigo corredor, e continuou seguindo em frente, parou apenas um instante para anotar as novas direções em seu mapa. Quando voltou à andar sentiu uma leve inclinação no caminho, olhou para trás e notou que havia feito uma leve curva. Durante sua caminhada percebeu um leve eco durante suas pisadas, claramente à frente provavelmente existiria alguma outra curva ou um salão. Não demorou muito para que seus pensamentos se mostrassem corretos. Assim que a luz de sua tocha iluminou o ambiente percebeu que o caminho seguia em frente e logo à direita haviam outros dois caminhos, um parecia ser outro corredor e o outro um salão. Nosso aventureiro transpirava muito e suas mãos estavam segurando firme o punho da espada, e logo não aguentava mais de ansiedade, qual caminho escolher? Dúvida é algo que nosso aventureiro terá como companheira daqui para frente. ----------------------- O que aguarda nosso aventureiro nessa bifurcações? Não deixem de ler os próximos capítulos Tibianos!
  19. No artigo oficial deste mês os Community Managers nos convidam para uma viagem no tempo, acompanharemos relatos de Steve, Stephan e Knightmare sobre o nascimento do Tibia e de como foi aquela época e como foi para eles criar um jogo que atraia pessoas de todo o mundo. "Retornemos a década de 90, época do SNES e do Mega Drive (Sega). Período em que os PCs começaram a se tornar acessíveis para quase todas as pessoas e podia ser encontrado em muitas casas. Década em que mais e mais pessoas começavam a se conectar a internet ( com os modens muitos lentos, era assim...) Este também foi o cenário no qual muitos jogos de computador começaram a se espalhar, época dos MUDs (Multi-user dungeon), dungeons de multi-usuários baseadas em informações textuais. Início também dos primeiros personagens gráficos em jogos on line. E, a interação entre usuários era limitada, possível apenas, por exemplo, via chats. Esse período significou a diminuição gradual dos jogos role-playing de mesa e a ascensão dos jogos de role-playing em computadores. Época que nem se compara ao mundo de hoje em relação aos jogos para computador. Quando questionado sobre como conheceu Tibia Knightmate, um dos primeiros jogadores, respondeu que simplesmente procurou na internet por um “fantasy multiplayer” online e encontrou o Tibia, um jogo bem novo, gratuito e que praticamente não havia jogadores. Knightmare lembra que se sentia como um pioneiro em um território desconhecido. Ele foi um dos primeiros a explorar um novo mundo, o mundo do Tibia. Naquela época, ele não percebeu que aquele jogo se tornaria uma parte importante de sua vida, que ele próprio se tornaria parte deste novo mundo. Ele era simplesmente um estudante, um fã de histórias de fantasia e que, como muitos outros, passou boa parte do tempo lendo e jogando RPG de mesa e que agora estava interessado em computadores. Os desenvolvedores do Tibia tiveram um passado similar. Vamos regressar um pouco mais no tempo, para a época que Steve, Stephan e Durin, os desenvolvedores originais do Tibia, também foram estudantes e faziam suas próprias experiências com RPGs, computadores e programação. Enquanto CMs, gostaríamos de conhecer como o Tibia nasceu, como era antes e como tudo começou. Assim, além de Knightmare, conversamos também com Steve e Stephan para saber como foi aquela época. Assim como Knightmare, Steve também passou grande parte de sua infância jogando RPG de mesa. Começou com DAS (Das Schwarze Auge, um RPG alemão), jogou também Dungeons & Dragons e vários outros. Quando os computadores se tornaram populares, seu hobby mudou e passou a envolver este novo meio de comunicação e seus jogos tais como Bard's Tale, Ultima Series ( um dos primeiros jogos a apresentar mundo de jogo aberto), Dungeon Master and Eye of the Beholder. Na verdade, Steve sempre teve uma tendência a criar jogos. Quando criança, ele chegou a inventar jogos de tabuleiro e, quando os computadores se tornaram alvo do seu interesse ele começou a programar em seu C64. Mais tarde ele aprendeu programação em Turbo Pascal e escreveu seus primeiros jogos de computador. Com 14 anos ele chegou a vender um disquete com um deles para uma revista. Era um quebra-cabeça chamado Time Fuse. Stephan, Steve e Durin compartilhavam a paixão pela programação e por jogos de computador. Eles se tornaram amigos durante a época de escola. Assim como Steve, Stephan também começou a programar em seu C64 por volta da 5ª série. Os três gostavam de programar juntos e, durante toda a vida escolar, desenvolveram um jogo de estratégia em tempo real chamado Strike, com modo multiplayer e jogável em redes de computadores. Os três conheceram a internet por volta de 1994/1995 e rapidamente perceberam que aquilo era fantástico para os jogos. Eles se interessaram pelos MUDs, mas achavam chatos por conta da carência de gráficos. Então, Steve e Durin, influenciados pela experiência com o Ultima, tiveram a ideia de criar um jogo que combinasse MUDs a uma interface gráfica do usuário. Stephan gostou da ideia e do desafio que o projeto envolvia. Assim, no dia 08 de abril de 1996 eles começaram oficialmente a trabalhar em seu primeiro GIMUD, sua própria dungeon multi-usuários com uma interface gráfica. Naquela época, eles não sabiam muito sobre a internet. Achavam que Turbo Pascal não seria a linguagem de programação ideal para o projeto e migraram para C++ sem nunca terem utilizado esta linguagem antes. Quase não havia livros ou informações disponíveis que pudessem ensiná-los a programar um jogo de RPG online. Porém, eles acreditavam no projeto e queriam realiza-lo, de modo que continuaram e com o tempo aprenderam sozinhos tudo que precisavam saber. O nome Tibia foi dado por Steve, que não fazia a menor ideia que a palavra se referia a tíbia. Além disso, o nome foi realmente utilizado para nomear o primeiro mundo. Na época eles não haviam pensado em um título para o jogo. Após o período escolar, cada um deles tomou seu próprio caminho, fazendo planos para suas vidas futuras. O tempo para programarem juntos ficou escasso. No entanto, eles não perderam o contato uns com os outros e continuaram a projetar o Tibia, principalmente nos finais de semana e nas férias. Não tinham planos para fundar uma empresa. Naquela época Stephan tinha planejado uma carreira completamente diferente para si, após o colegial esteve inclinado para as ciências. Porém, ao perceberem que o Tibia começou a ter fãs isso foi um fator motivador e a jornada começou. Eles programavam e desenvolviam o Tibia simplesmente seguindo suas próprias ideias, sempre a procura de vencer o próximo desafio. Steve se lembra bem do primeiro jogador Tibia. Albe, que queria dar ao seu personagem o nome de Alge, mas digitou incorretamente. O personagem foi registrado no dia 10 de janeiro de 1997, apenas três dias após o lançamento da primeira fase de testes o Tibia Alpha 1.0. Para os três, foi muito emocionante e o primeiro jogador foi recebido com entusiasmo. Com os dias se passando, mais e mais jogadores foram ingressando. Inicialmente, principalmente jogadores alemães, assim como Knightmare, mas, logo, foram surgindo jogadores de todo o mundo. Em julho de 1999, o número médio de jogadores online era de 50 passando a 150 no ano seguinte. Enquanto os três deuses se ocupavam principalmente do desenvolvimento de funcionalidades para o Tiba, os fãs escreviam histórias, desenhavam mapas, criavam gráficos para novos objetos e organizavam a vida dentro do jogo. Os primeiros fansites foram criados durante este período, o primeiro deles sendo o Yorin Tibia Homepage, publicado em 28 de janeiro de 1998. Por volta desta época o Tibia recebeu o sistema de magias, skills, vocações bem como o desenvolvimento do sistema de correios e deposito bancário. Foi o início da fase Beta 4.0. Knightmare se lembra deste momento: Inicialmente eu estava autorizado a escrever apenas sobre NPCs. Eu escrevia os textos e os enviada. Então, a mim e a outros foi permitido construir mapas. Como eu gostava de escrever, também escrevi um gêneses para o Tibia, outros também o fizeram. Nossas histórias foram publicadas no site. Eu nunca tive a impressão de que alguns dos desenvolvedores tinham a ambição de tomar para si a criação dos mitos e da lore. A impressão de Knightmare estava parcialmente correta. Stephan estava de fato mais interessado no desafio técnico. No entanto, Steve e Durin tinham planos para as histórias, eles haviam conversado sobre isso com frequência. No entanto, grande parte do contexto histórico que tinham planejado, atualmente, não está no jogo. Steve explica, que sempre foi de grande importância para ele que o próprio mundo fosse livre e aberto, que o jogador pudesse se mover livremente e interagir com tudo – da mesma forma como se sentiu jogando Ultima. Eles estavam tão envolvidos com a definição e o desenvolvimento das estruturas e funções do jogo que realmente não tiveram tempo de trabalhar simultaneamente com a história. Então, quando os jogadores e fãs começaram a criar conteúdo, eles aceitaram prontamente e seguiram com eles. Knightmare esclarece que quando ele realmente começou a trabalhar para a CipSoft em um nível mais profissional, haviam regras que ele deveria seguir em relação ao conteúdo do jogo. Tudo era supervisionado por Steve, que, segundo Knightmare, não era muito favorável a experiências mais exóticas. Por exemplo, misturar piratas com fadas ou goblins com unicórnios não seria permitido. Knightmare lembra ainda que a implementação de Ankrahmun exigiu um pouco de sua capacidade de persuasão. Perguntamos a Knightmare que jogos ou histórias o influenciam na criação de conteúdo para o Tibia. No entanto, ele não pode responder a esta pergunta, apenas afirmou que tem lido tantas histórias e jogado diversos jogos tanto RPGs de mesa quanto online que não há uma história em particular que o influencie no processo de criação. Porém, ele se lembra de um pensamento claro que tem desde os primeiros dias e que foi importante para que ele faça seu trabalho de forma diferente: ele queria que o Tibia desenvolvesse seu próprio universo, sem, por exemplo, elfos negros fodões. Quando perguntado sobre uma memória especial dos primórdios tibianos, Stephan menciona um encontro com os fãs de Tibia em Regensbur, por volta dos anos de 1998/1999 como um dos acontecimentos que o motivaram a continuar a desenvolver ainda mais o jogo. Ele também afirma que o fato e haver pessoas que gostaram tanto do jogo a ponto de escrever histórias e encherem o mundo com vida foi um grande incentivo para ele continuar. Ele simplesmente sentiu que o Tibia não poderia sem novamente descontinuado. Stephan explica que como cada vez havia mais jogadores eles viram claramente a necessidade de criar um cliente Tibia mais estável para proporcionar uma melhor experiência de jogo. Eles estavam pensando sobre possíveis opções, uma delas seria a de desenvolver um novo cliente com ajuda de outras pessoas, um projeto de código aberto para o Tibia. Steve, basicamente, só viu duas possibilidades: ou, após concluírem as faculdades, eles transformavam o Tibia em sua principal atividade profissional, trabalhando nele em tempo integral e tentariam sobreviver a partir dele ou parariam com o projeto e procurariam outra forma de ganhar a vida. Para ele ficou claro que o Tibia nunca iria crescer com o tempo deles dedicado a outros empregos. Este período não foi muito encorajador para os jovens empresários. Era o período de mudanças econômicas e sociais e novas empresas estavam sendo lançadas. Então, no início de 2001 eles decidiram realmente seguir à diante, pararam de procurar outros empregos e se dedicaram a desenvolver o Tibia mais e mais fundando a CipSoft em 08 de junho de 2001. Steve se lembra que foi um começo um pouco irregular. Eles estavam a procura de um escritório adequado e acessível e faziam planos de como organizar a empresa. Muitas dúvidas enchiam suas mentes na época. Eles começaram a trabalhar no novo cliente com uma demanda mais profissional do que antes. Eles discuram um possível modelo de pagamento e assim, criaram um modelo freemium: as pessoas poderiam jogar gratuitamente, mas pagavam para terem determinadas funcionalidades. Naquela época, este modelo não foi amplamente divulgado a todos. Steve recorda vários problemas. Por exemplo: os custos para alugar servidores e para o tráfego de dados eram imensos e, havia também, vários prestadores que não os levava a sério. Motivos suficientes para deixarem eles com dúvidas se poderiam ou não se sustentar com o Tibia. Antes, tudo parecia mais simples, pois eles usavam os servidores da universidade de forma gratuita. Ele recorda ainda que começou a desanimar, mas uma vez que as premium accounts foram introduzidas ele percebeu que realmente as pessoas estavam pagando para jogar. A fase seguinte é referida por Steve pelo termo: “ gestão do crescimento”. Em um dado momento, muitas pessoas foram atraídas para o Tibia. Então os três se focaram em tentar proporcionar uma experiência boa de jogo e um bom serviço para cada vez mais pessoas. Constantemente eles tinham que criar mais mundos de jogo para poder suprir a necessidade. Foi um crescimento contínuo e um trabalho contínuo, sempre havia algo para fazer e sempre havia motivos para continuar. Stephan se lembra de que realmente não havia tempo para parar e pensar sobre o que estava acontecendo. Ainda hoje, quando eles se recordam se surpreendem como um projeto tão pequeno se tornou tão grande. Quando começaram, eles não imaginavam um resultado assim tão surpreendente quando começaram o projeto nem quando tomaram a arriscada decisão de fundar uma empresa pós terem concluído seus estudos. Vocês devem ter percebido que até o momento não mencionamos um dos GODs. Estamos nos referimos a Guido, que não fez parte dos primórdios do Tibia, mas entrou para a equipe de Steve, Durin e Stephan em torno de 1999. De fato, Guido é um dos fundadores da CipSoft e trabalhou no Tibia de forma tão apaixonada como os outros tres. Uma vez integrando a equipe ele ajudou principalmente com conteúdo do jogo e teve uma grande importancia nos anos da adolescência tibiana. Graças aos relatos de Steve, Stephan e Knightmare, conhecemos com mais clareza um pouco da historia e dos antecedentes das pessoas que, falando figurativamente, deram origem ao Tibia, um jogo fortemente influenciado por Dungeons and Dragons e mais diretamente relacionado ao Ultima. Um jogo que ainda hoje, 17 anos após o primeiro jogador por os pés em terras tibianas, é jogado por milhares de pessoas em todos o mundo." O que achou desta história? Conhecia os detalhes? Como você conheceu o jogo?
  20. Hauopa Tibianos Interrompendo um pouco a aventura do nosso grande aventureiro pelas catacumbas de Jakundaf, vamos voltar a falar dos magníficos itens que trazem boas lembranças e uma dose extra de Nostalgia. Nos capítulos anteriores, tratamos sobre vários itens raros. No primeiro tratamos sobre o Winged Helmet, Spell Scrolls, entre outros. Já no segundo tratamos sobre a Excalibug, e sobre os itens dos Intocáveis. Agora neste episodio os itens são igualmente emocionantes e raros, preparem-se. --------------------- Golden Helmet - Helmet of the Stars e Magic Plate Armor A visão que tínhamos do Tibia alguns anos atrás, eram que jogadores muito fortes tinham level’s por volta do 40. Quem alcançasse esse nível, era extremamente forte, e era cabível que tivesse equipamentos a altura. Eles eram: A Magic Plate Armor, Fire Sword, o Helmet of Stars tabém chamado de Golden Helmet. Esses equipamentos eram facilmente encontrados em simples dragões. Com o passar do tempo, mais e mais jogadores foram chegando a esse patamar, até que ano de 1999 a Cip lançou um update que reformulou todo o sistema de loot dos itens, fazendo com que monstros fracos não dropassem itens tão fortes. Com isso todos os jogadores que possuíam esses itens, foram substituídos por Plate Armor, Fire Sword e Steel Helmet. Isso gerou uma grande frustação no mundo tibiano, quase que todos os jogadores ficaram indignados com a mudança. Galadriel que era uma das sorcerers mais fortes das época, decidiu procurar locais que junto com os itens poderiam ter sofrido algum tipo de mudança, ela foi até Mintwalin, localizado nas profundezas de Thais, o único local onde possuía Demons na época. Golden Helmet em uma caçada Ao chegar ao local e derrotar o primeiro Demon, Galadriel encontrou uma Magic Plate Armor e um Helmet of the Stars, inicialmente ela pensou que os itens apenas teriam mudado de monstro e continuariam ser sem importância. Mas, o que ela não sabia era que aqueles itens só poderiam se encontrados mais uma vez e o felizardo seria a pessoa que derrotasse o primeiro Demon. Por algum tempo Galadriel foi a única a possuir o Helmet of the Stars. Algum tempo depois dois jogadores, KrAzY e Villux Batch, pegaram Galadriel de surpresa e a derrotaram, os itens que ela droprou foram justamente o Helmet of the Stars e a Magic Plate Armor, os únicos do Tibia.Algum tempo atrás o Tibia possuía muitos bug’s, Kensu e Aureus sabiam da existência de um bug que multiplicava itens, então Villux Batch deu os itens que ele tinha conseguido para que Kensu pudesse multiplicar. Kensu fez muitas copias ninguém sabe ao certo quantos, porém, estimasse que 30 a 60 itens foram multiplicados. Aureus não recebeu nem um item, apesar de que foi ele que ensinou o truque a Kensu. Por esse motivo Aureus reportou o bug a Cip. Infelizmente o item já havia sido distribuído, e foi impossível descobrir quem o possuía. Kensu teve uma punição bem mais severa, foi deletado. Esse é o motivo de hoje ainda existir tantos Helmet’s.Infelizmente não se conhece algum meio de se obter o Helmet. Porém a Magic Plate Armor pode ser obtida de diversos monstros. Blessed Shield O único e mais raro shield foi dado para Elleshar por sua contribuição com os gráficos do jogo. Ele ficou com o Shield por um tempo, até que o vendeu pelo preço de 130 k’s (na época esse era um montante absurdo) para Muecil. Ele teve que prometer a Elleshar que não o venderia novamente. Lightbringer mostrando seu Blessed Shield Alguns anos depois Muecil quebrou essa promessa e colocou o Blessed Shield a leilão, Lightbringer foi o vencedor com a incrível quantia de 5 Milhões e mais alguns itens. Infelizmente não se sabe o paradeiro do escudo atualmente. --------------------- Não percam o próximo capitulo do Alfarrábio, continuaremos narrando a aventura do nosso jovem guerreiro.
  21. Hauopa Aventureiros. Prontos para mais uma aventura sem precedentes? O que aguarda nosso guerreiro? Leiam e descubram :) ------------------- Onde não há estrelas Um local tão escuro e tão profundo como as fundações da terra, podia ver claramente novos salões, e caminhos entrelaçados, mas não muito mais do que isso, pois a própria tocha não iluminava o suficiente para se enxergar muito longe, por onde caminhar? Para onde ir? Será uma difícil tarefa de agora em diante, tudo era totalmente obscuro e nosso aventureiro teria que procurar as respostas por si mesmo. Decidiu pegar o pergaminho que ele havia usado como mapa até agora, e escrever nele todo o percurso que iria percorrer dali em diante. À frente do nosso aventureiro possuía dois diferentes caminhos um que serpenteava pela esquerda e continuava até perder de vista, e um que era levemente para a direita, esse no entanto, demorava um pouco mais até que sua visão não pudesse ver o final devido à escuridão. Depois de analisar durante alguns instantes decidiu que iria pela direita afinal ele conseguia ver um pouco mais à frente. Começou reavivando o fogo que agora ardia em sua tocha, colocou a espada em sua mão direita e seguiu pelo corredor. Observou atentamente o caminho que estava seguindo, viu que as paredes pareciam ora ter sido feitos por homens, e ora seguia por corredores feitos pela própria natureza. Quem podia ter feitos tais corredores? Rapidamente afastou o pensamento sobre aquilo da mente, tudo que ele não precisava agora seriam teorias de como paredes tinham sido feitas. Andando mais um pouco encontrou um parte com alguns vestígios de que alguém havia passado por ali, meio coberto por uma pedra ele viu algo que parecia um pano. Ajoelhou-se rapidamente para observar o que seria aquilo, levantou a pedra, e pegou o que parecia ser uma tira de pano, analisou com cuidado e viu que aquilo já estava podre, mas podia sentir o cheiro do que um dia já foi cera de abelhas. Frequentemente cera de abelha era derretida para ser utilizada como combustível para tochas. Levantou com a ideia de que alguém já havia estado ali, iluminou mais um pouco o corredor, e notou o que parecia ser pedras soltas, talvez alguém escavando algo em tempos de outrora. Nosso aventureiro continuou caminhando, passo após passo, a tal ponto que a sua frente os corredores começara a ficar mais baixos, e cada vez mais estreito até não sobrar muito mais do que um simples vão baixo e estreito, com um pequeno buraco ao final dele. Analisou o que poderia ser após o buraco, não conseguia enxergar muito, então deu lugar aos seus outros sentidos para tentar desvendar o que talvez pudesse existir após o buraco. Seu olfato não lhe respondia à altura, e seu tato não sentia trepidação na terra. Porém seus ouvidos escultavam muito menos, então decidiu que naquele novo lugar que estava prestes a desvendar, não seria mais do que outro salão talvez. Tomou coragem, embainhou sua espada e colocou em punho sua faca. e se esgueirou pela pequena passagem até a próxima sala. Corredores de Jakundaf Após se esgueirar e iluminar o local, viu algo que fez sua alma estremecer e seu coração palpitar de forma desordenada, aquilo seria o que parecia? tão deformado mas parecia, com cautela e devagar foi se aproximando daquilo, a luz penetrante da tocha calmamente envolvia todo o espaço e seus passos ecoavam nas paredes a muito desgastadas pelo tempo. Cada vez que se aproximava daquilo percebia que era o que parecia, um corpo, mas parecia a que havia sido morto a pouco tempo, ajoelhou-se próximo ao corpo, mas estranhamente nenhum odor exalava dele. Já estava acostumado com corpos, pois durante sua vida já havia visto mais do que gostaria. Porém, aquele não se parecia em nada com os que ele já vira em sua vida, parecia ter sido morto recentemente mas não não existia umidade, não tinha larvas ou cheiro. Parecia mumificado... Corpo mumificado Ao lado do corpo, mas precisamente abaixo, havia um livro, estranhamente as páginas pareciam intactas, sentou-se ao chão, mas tomou uma certa distancia do cadáver, não estava bem certo do que aquilo tinha morrido, e não queria ficar doente naquele lugar. Abriu o livro e ao fazer isso muita terra caiu de dentro dele, mais um indicio que aquele corpo já não era tao recente. Começou a folhear as páginas e ler, o que até então parecia ser um diário. "Parece que eu achei a entrada para a biblioteca. Infelizmente, a porta está fechada, mas de alguma forma eu tenho que entrar. Eu procurei por aí, mas todos que eu conheci afirmaram que não possuem a chave ... Eu acredito que este homem com sapatos vermelhos e calças azuis, que come pão com presunto o dia inteiro, tem. Ele parece suspeito para mim ... ele não pareceu acreditar em mim, e eu acho que é a razão pela qual ele não me deu a chave. Talvez de alguma forma eu possa mostrar-lhe que ele pode confiar em mim... YEAH! Eu consegui! Eu tenho a chave para a biblioteca, e eu espero que possa encontrar uma solução para meus problemas lá! De alguma forma estou convencido de que o velho homem quis confiar em mim e, finalmente, nos tornamos bons amigos! Que pena, eu tive que deixar a biblioteca antes do amanhecer ..." Nosso aventureiro soltou um grito de euforia e alegria, EU SABIA, EU SABIA, a biblioteca existe, o animo estava voltando ao corpo do nosso aventureiro, mas inesperadamente ele se lembrou, que mesmo ela existindo, não sabia a localização, como sair daquele inferno ou como aquele homem havia morrido. Percebeu que agora estava mais perdido do que nunca... ------------------- O que acontecerá com nosso aventureiro? Não deixe de ler o próximo capítulo.
  22. Beatrix

    Portal Tibia [Evento] Cook Event

    Hauopa cozinheiros e cozinheiras do Portal Tibia! O famoso chef Jean Pierre está de volta ao Tibia e está ansioso para encontrar novos aprendizes da grande arte da cozinha! Durante todo o mês de agosto ele ficará em sua pequena torre ao lado do Blue Djinn Fortress esperando por novos e velhos mestres cuca para ajudá-lo a preparar os pratos mais sofisticados do Tibia. Ao todo são 14 pratos diferentes, sendo 10 da primeira parte e 4 da segunda. Cada prato possui uma propriedade especial e certamente você encontrará em algum deles algo que facilitará sua vida, seja para realizar alguma missão impossível ou apenas para se divertir. Ao finalizar a preparação dos dez primeiros pratos, você obterá o Jean Pierre's Cookbook I e quando terminar os outros quatro, receberá o Jean Pierre's Cookbook II. Vale lembrar que os pratos do segundo livro foram criados por jogadores e escolhidos durante um concurso lançado pela CipSoft. Para preparar todas essas delícias, é necessário entregar os ingredientes corretos para o Jean Pierre, o que, a princípio, pode parecer uma missão quase impossível, mas que na verdade é uma tarefa um tanto quanto divertida. Os ingredientes vão de um simples pedaço de carne até os raros peixes que nadam sob o gelo de Svargrond. Você pode pensar que o esforço não vale a pena. Aí que você se engana! Uma porção de Roasted Dragon Wings, por exemplo, aumentará seu shielding em 10 durante uma hora inteirinha. Já o Sweet Mangonaise Elixir criará dez cópias do anel que você estiver usando, desde de que seja um anel com tempo. E olha que estes são apenas dois exemplos simples! Confira abaixo todos os pratos e suas propriedades especiais: Jean Pierre's Cookbook I Rotworm Stew - Cura sua vida completamente. Hydra Tongue Salad - Irá curar todas as condições negativas. Roasted Dragon Wings - Aumenta seu shielding em 10 por uma hora. Tropical Fried Terrorbird - Aumenta seu magic level em 5 por uma hora. Banana Chocolate Shake - Deixa você feliz. Veggie Casserole - Aumenta seu melee skills em 10 por 1 hora. Filled Jalapeño Peppers - Deixa você muito rápido por 1 hora. Blessed Steak - Completa sua mana. Northern Fishburger - Aumenta seu fishing skill em 50 por 1 hora. Carrot Cake - Aumenta seu skill de distância em 10 por 1 hora. Jean Pierre's Cookbook II Coconut Shrimp Bake - Velocidade normal embaixo d'água durante 24 horas. Pot of Blackjack - Recupera completamente sua vida, pode ser usado até 3 vezes. Demonic Candy Ball - Aumento de skills e outros. Sweet Mangonaise Elixir - Ao usar a comida ele vai criar dez cópias do anel que você estiver usando (somente para anéis com tempo). E então? Esses pratos não lhe parecem muuuuuuuito convidativos? Além de tudo, depois de completar todos os pratos duas vezes, você ganhará o achievement Culinary Master!!! É hora de arrumar as panelas, lavar os pratos, juntar os ingredientes e por a mão na massa!!! Afinal, não podemos deixar o Jean esperando, não é? Se você quiser conferir maiores detalhes sobre o evento, visite a página especial dele no Tibia Wiki!
  23. Hauopa Tibianos! Preparados para continuar a ler as aventuras do nosso guerreiro? E para aqueles que não lembram como ele chegou até aqui, não deixem de ler os outros capítulos do Alfarrábio. Boa Leitura! ---------------------------------- Somente Cinzas... Simplesmente impossível, nada podia pular tão alto, não havia formas de sair, por mais que tentasse não havia forma de alcançar de onde havia caído. Nem as cinzas da tocha voavam tão longe. Suas mãos tremiam, e sua respiração já não era suficiente para puxar o ar, sentia a gélida mão da morte pairar sobre seus ombros, chamando-o e puxando-o para um local escuro e grotesco, coberto de lama. Rapidamente sacudiu sua cabeça coberta de suor para afastar essa tenebrosa sensação de amortecimento. Ajoelhou-se para pegar a tocha e poder iluminar todo o local onde estava, aquilo não parecia mais do que um salão pequeno. Com a tocha nas mãos começou a olhar centímetro por centímetro em busca de pedras, pergaminhos ou qualquer vestígio de civilização. Nada, nada além de pedras pequenas parecidas com as que haviam a pouco encontrado. Enquanto procurava ouviu um pequeno grunhido, um som baixo e constante, totalmente irreconhecível, desembainhou sua espada, e com um movimento rápido de mãos, testou o gume. Girou a espada em seu punho e colocou em posição de ataque. Devagar e metodicamente tentou se concentrar em achar o local de onde vinha o som. Esperava algo gigante surgindo da escuridão e atacando-o. Mas, o destino resolveu pegar outra peça em nosso pobre viajante. Não passava de um grilo. Com um abafado som de alivio recolocou a espada em sua bainha e jogou-se ao chão totalmente exausto. Averiguou que era um salão pequeno e sem saída, não havia forma de subir, ou de sair dali. Pensou que seria interessante comer e beber um pouco, para alimentar seu corpo cansado, e depois tentaria resolver como sair. Cantar um pouco também ajudaria, suas habilidades como trovador, estavam longe de ser boas, mas uma canção acalmaria sua mente. Pegou um pedaço de pão dos que haviam em sua mochila, sentou no chão com um doce vinho e começou a cantar. Eu hoje levantei querendo ouvir um Menestrel, Fugir em sonhos ao virar um copo de hidromel, Pois ontem uma abelha eu senti me ferroar, Eu quero essa doçura pra poder minha dor curar! HEI, HEI, HEI, HEI, HEI, HEI Tomei mais uma dose com esses sonhos apesar, Sonhei que não havia mais garotas a dançar, Sonhei com uma confusão na veia do hidromel, Preciso de outra condição direto do tonel! Por favor me traga mais um belo garrafão, E sirva mais um copo pra afogar meu coração. HEI, HEI, HEI, HEI, HEI, HEI Essa canção era animada e geralmente era sempre a quarta ou quinta música a se cantar, quando quase todos já estavam completamente bêbados. Cantou alegremente enquanto molhava a garganta com um doce vinho e um comia um pedaço de pão. Apenas mais uma Taverna... Após um tempo, quando ia pegar outro pedaço do pão, ele viu no canto da sala uma saliência, caminhou até lá e encontrou uma escada, parou e pensou o motivo de existir uma escada naquele local. Sob tais circunstancias, imaginou que deveria ser relacionado com a construção que havia lá em cima. Disse pra si mesmo, que aquilo seria sua morte, não havia chances de voltar para cima daquele local, tinha que procurar outra saída, e a única seria essa escadaria, mas o que haveria abaixo dos seus pés? Enquanto comia o seu pão, cada bocada imaginando ser a ultima, pensando que talvez aquela escada desse caminho aos portões do tártaro, e talvez esse fosse o motivo que ninguém havia chegado até ali e retornado para contar suas façanhas. Terminou de comer o seu pão, tomou coragem e jogou a tocha escadaria abaixo para iluminar o local, pegou sua faca de caça e a deixou em punho, caso houvesse algum problema poderia reagir rapidamente. Após descer, inesperadamente encontrou um salão enorme, e até onde sua visão alcançava conseguia ver diversos caminhos e outros grandes salões, ficou totalmente abismado, nunca sob qualquer conjectura imaginaria que abaixo do deserto de Jakundaf, poderia existir tais salões... Cavernas de Jakundaf ---------------------------------- Qual será o desfecho dessa incrível historia? Não deixe de ler e opinar!
  24. Hauopa galerinha do Portal Tibia! O verão vem quente no hemisfério norte! Tanto que já chega incendiando o Tibia com muitas novidades! A ilha de Oramond acaba de ser descoberta e anexada aos mapas. A cidade de Rathleton fica bem ao centro da ilha e foi erguida pelo suor dos trabalhadores que produziam o misterioso elemento conhecido como Glooth. O Glooth trouxe prosperidade a cidade, mas também contribuiu para sua decadência. Quando os cientistas perderam o controle da substância, acabaram criando criaturas gosmentas e furiosas, além de máquinas que de ferramentas de trabalho evoluíram para máquinas mortíferas. Rathleton possui um curioso sistema de transporte, conhecido como Slime Slide. Logo quando você desce do barco vindo de Thais, pode literalmente entrar pelo cano e sair na nova ilha. Porém, não se anime muito, pois quando você sai do outro lado, terá que caminhar pelo grande território dos Minotauros e lutar para conseguir alcançar os portões da cidade. E olha que não são o tipo de Minotauros que conhecemos em main land, mas sim minotauros com força e habilidades muito superiores. Só para citar alguns deles, existe o Minotaur Hunter, Mooh'Tah Warrior, e a Minotaur Amazon, que é quase uma lady. Chegando à cidade, você encontrará máquinas. As Metal Gargoyles estão sempre prontas para atacar e mais uma vez você precisará de lutar para alcançar a parte alta da cidade, que é a área mais segura da região. Portanto, se você possuir level inferior a 80, pode ter problemas para chegar à cidade. Melhor pensar duas vezes antes de comprar uma das belas casas dali, já que levar noob chars para lá pode exigir uma operação difícil e trabalhosa. Nas redondezas da cidade, existe uma área cheia de detritos e o subsolo esconde uma enorme rede de esgotos, repletos de inúmeras criaturas, incluindo as novas Glooth Anemonie, os Glooth Golem e Glooth Blob, além de muitas outras já conhecidas, como os Hideous e Humongous Fungi e até mesmo Demons e Grim Reapers! A oeste da cidade, é possível encontrar uma grande área de caça, com muitos Devourers, Rot Elementals e até mesmo Quaras entre outros, bem como uma gigantesca caverna de Hydras e Bog Raiders de três andares! Sim amigos, parece que a Cip continua com mania de grandeza e nos deu de presente áreas de caça realmente muito, muito grandes e recheadas de criaturas! Para os amantes de quests, emoções não faltaram, já que existem inúmeras tasks que acabam por se interligar em quests maiores, como a Dark Trails, que concede àqueles que a completam o direito de usar o Glooth Engineer Outfits. E além do outfit, no decorrer da quest você acaba ganhando acesso à novas áreas. Os Abandoned Sewers estão infestados por Demons e Grim Reapers, além de guardar um certo malfeitor coberto de ataduras. Já o no Mangate, você se deparará com criaturas mortas-vivas, de Nightmares à Undead Dragons e uma área especial com mais Minotauros. Dizem que por ali mora um perigoso e maléfico feiticeiro! Já os que preferem enfrentar poderosos bosses, também desfrutarão do prazer de uma boa luta. Lisa, Bullwark, Dark Priest Shangon e seus amiguinhos darão bastante trabalho aos guerreiros de plantão! Claro que pra isso terá de provar seu valor! Falando em provar seu valor, nada melhor do que exercer o direito à democracia para demonstrar que sua opinião é importante. Em Rathleton isso não só é uma opção como praticamente um dever. Você pode decidir com seu voto que locais de caça ficarão ativos ou em que lugar ficará o atalho de Slime Slide. Por tanto, não perca a chance de visitar o Magistrate o quanto antes! Vale lembrar que seu voto também aumenta seu ranking de reconhecimento na cidade, o que acaba garantindo algumas vantagens, como a possibilidade de utilizar um Slime Slide que leva direto do centro para o barco. Obviamente, você não pode sair votando, assim, sem mais nem menos... Precisa demonstrar sua importância no bem estar da cidade fazendo tasks para vários NPCs. Não podemos esquecer que agora os jogadores terão um bônus de experiência para lutas em grupos com vocações diferentes. Observe esta tabela: 2 Vocações diferentes: Bônus extra de 10%. 3 Vocações diferentes: Bônus extra de 30%. 4 Vocações diferentes: Bônus extra de 60%. Isto sim é o que eu chamo de estímulo ao espírito de equipe! E pra terminar, nada melhor do que uma nova montaria possante! Para ocupar esta vaguinha, o Walker é indicado da vez! Ele é uma espécie de criatura robótica movida à Glooth e vai combinar muito com o Tin Lizzard e a Uniwheel. É isso aí pessoal! Agora o Test Server está público para Premium Accounts, então prepare suas armas e vá à luta! Quer saber mais detalhes sobre o update? Então visite a página especial sobre ele no TibiaWiki!!!
  25. Hauopa Tibianos! Preparados para mais um episódio da aventura de nosso jovem guerreiro? Ele encontrará a biblioteca a muito perdida? Boa leitura! ----------------------- Durante algum tempo nosso aventureiro acho uma boa ideia ter saído durante o amanhecer, mas isso se mostrou infrutífero, quando o dia rapidamente ficou o mais quente, seco e inebriante desde sua partida de Venore. Por vezes se esforçou para não cair nas tentações do deserto e em suas miraculosas miragens. Tentou se concentrar ao máximo em ir ao norte, cuja direção foi dado por Adrenius. Nosso aventureiro decidiu parar um pouco, pegou a manta que embrulhava seus mantimentos, cujo foram cordialmente reabastecidos por Adrenius, juntou alguns galhos e sobre a areia do deserto fez um rápido e pequeno abrigo, principalmente para proteger-se do sol escaldante. E para levantar um pouco seu animo, decidiu cantar um trecho de uma famosa canção, essa sempre se escutava dos trovadores com suas belas harpas em tavernas de Venore à Carlin. Oh, venha comigo cantar sobre Olothontor, o Antigo. Música em cativeiro deste solitário ancião sob castigo. Se você viver para ver o nascer do sol de volta, cante muito por amor, perda e revolta. Cante como você nunca cantou antes em sua vida, e se viver pode ser que seja gentilmente demonstrada à saída. Após descansar o que ele calculou ser 1 hora, olhou para o céu, recalculou o norte e se pôs a andar. Começou a andar, e durante algum tempo pensou ter errado o caminho, pensou que talvez Adrenius tivesse errado a direção, e lembrou que foi isso que o fez quase desistir antes de encontrar o servo de Fafnar, e disse para si mesmo que estava certo. Nesse momento quase que por mágica, em meio aquele escaldante sol, notou uma pequena diferença no horizonte, uma construção talvez? Chegou mais perto e notou algumas paredes em declínio, quase teve um surto de alegria, não havia como conter as emoções que sentia naquele momento. Nada era tão bom quanto encontrar paredes acabadas e destruídas. Ruinas de Jakundaf Tanta foi à emoção que quase tinha esquecido o motivo de tudo aquilo, os boatos estavam certos? Então se existia algumas ruinas, era provável ter alguma biblioteca, mas não havia nada, nem estantes ou livros, nem mesmo um sinal de que tal biblioteca existia. Em desespero pegou sua pá e revirou a terra em busca de resto de livros, pergaminhos ou qualquer coisa que indicasse que ali houvera uma biblioteca. Em meio a toda aquela areia encontrou uma pequena pilha de pedras, cavando encontrou um buraco, e abaixo dele conseguiu ver uma sala, seria esse o local dos boatos? Bom, já havia encontrado as ruínas, e agora uma sala, era improvável que os boatos não fossem verdadeiros. Apressou-se em marcar em seu mapa o local e procurou algum modo de descer. Encontro algumas pedras, pegou sua corda e amarrou-a com as pedras. Olhou bem para a sala que havia abaixa dele, a qual era muito alta para simplesmente pular, imaginou tudo que poderia haver lá em baixo. Sem muita pressa e com muito cuidado começou a descer com sua corda, quando já estava na metade, ouviu um estalo, seguido por uma sensação de pavor e medo repentino. Olhou para cima e sem acreditar viu sua corda desfiando, observou tudo como em câmera lenta, centímetro por centímetro sua corda desfiar, até que sem reação foi ao chão. Já coberto de medo e pavor, levantou-se com o corpo coberto de areia e viu no chão sua mochila e um pedaço de sua corda, rapidamente pegou em sua mochila uma tocha e apressou-se em acendê-la. ----------------------- O que nosso aventureiro encontrará na caverna? Não deixe de ler o próximo capítulo do Alfarrábio.