Krisna

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Everything posted by Krisna

  1. Krisna

    Contrato entre Cipsoft e OT´s

    Hauopa! No dia 01 de março o Tibia.Fandom.com entrevistou o gerente de produto do Tibia, Delany. Dentre algumas interessantes a que mais nos chamou atenção foi sobre o vazamento de um contrato entre a Cipsoft e Open Tibia Servers (Servidores OT). Curiosamente a resposta da Delany, confirmou o vazamento veja: "Assim que estivermos prontos para compartilhar informações publicamente, nossos CMs usarão os canais apropriados para levar isso à comunidade." Assim, efetuamos mais pesquisas e localizamos o contrato vazado: https://imgur.com/a/D1F1I9G Este contrato foi originalmente postado no dia 08 de Novembro no Reddit: https://www.reddit.com/r/TibiaMMO/comments/9veaf1/cipsoft_is_licensing_out_the_tibia_ip_to_partners/ Em nossa reportagem, apuramos que a Cipsoft entrou em negociação com pequenos Servidores OT, já outros servidores antigos e que possuem mais jogadores online não foram procurados. Os entrevistados (que iremos manter anônimos), afirmam que o valor de 30% no contrato é muito alto e o retorno oferecido pela Cipsoft seria pequeno, alguns acreditam se tratar de uma estratégia da empresa, onde em primeiro momento se aliam com pequenos para depois irem aos grandes. Uma curiosidade é que no momento que está noticia foi escrita 13.739 jogadores estavam online no Tibia, enquanto outros 12587, estavam online em 375 Servidores OT. Totalizando mais de 26.000 jogadores. E você o que acha desta nova abordagem da Cipsoft? Como será que esta possível parceira com Servidores OT afetará o Tibia como um todo?
  2. Krisna

    Novos Mundos Retro Open PvP!

    Atenção Tibianos! Noticias empolgantes para todos os apreciadores do antigo sistema Open PvPV e para aqueles que querem enfrentar os desafios que novos mundos têm a oferecer! Na Quarta-feira, dia 08 de Agosto, os seguintes mundos Retro Open PvP serão lançados: Pyra (EU), Carnera (NA) e Nossobra (SA) Estes mundos serão protegidos pelo BattlEye e fechados para transferência por um tempo considerável. Mas, atenção, dependendo de como a população destes novos mundos se desenvolver, é possível que estes mundos sejam abertos para transferências, ou até mesmo fundidos com outros mundos em algum momento no futuro. Por último e não menos importante: Inicialmente, somente jogadores premium poderão jogar em Pyra, Carnera and Nossobra.
  3. < Um vento forte deturpa a calmaria aparente. Em meio a densas nuvens e trovões e raios rompem os céus.> <Em meio aos flash e estrondos... aguçando bem os ouvidos, concentrando-se e prestando muita atenção pode-se perceber fragmentos de uma discussão... seriam deuses?> - ....preces de Banor....<Baroom! Baruuum!> humanos .... portal das almas......<Baroom! Baruuum!> - ...não esta.....<Baroom! > destino... .<Baruuum!>equilíbrio.... - ...chega!.....<Baruuum!> -... que se faça .....vontade... .............................................................................................................................................. < Mesmo de olhos fechados percebo a claridade a minha volta... ela força a passagem por entre minhas pálpebras.> * Relutante abro os olhos* - Onde estou? Que lugar é esse? < Ando sem destino pela região que parece uma península... aparentemente estou só> < Encontro alguém... mas não me parece muito amistoso...noto que as bamboo lamps estão dispostas como se marcassem uma trilha... sigo em frente...> < com cautela atravesso a ponte... o que o destino me reserva? > - Humm há um vilarejo por perto! Espero encontrar alguém por lá! < Apresso os passos na direção indicada pela placa. Me deparo com uma escada e sem pensar duas vezes subo ao o patamar superior. Uma sensação ruim me assombra... tento retornar a península... em vão... algo mágico me impede de descer as escadas > * Olho em volta apreensiva. A certa distancia há uma cabana... vejo pessoas por lá!... corro * < Assim que me aproximo da cabana algo estranho acontece... a outra pessoa que eu havia visto some instantaneamente na minha frente... estaria vendo coisas? Tinha certeza de que haviam duas pessoas aqui...> - É bom vê-la em Rookgaard! < me saúda amistosamente um jovem rapaz> * Sorrio em resposta a gentileza, agora sei onde estou... Rookgaard! * < Minha animação dura poucos instantes... o rapaz parece apreensivo e confuso... não responde a nenhuma das minhas perguntas... apenas repete repete insistentemente que precisa de ajuda... noto que ele também pode me enviar para algum outro lugar> - O que fazer?
  4. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Como era enfadonho seguir incontáveis vezes, e, novamente, a rota para conseguir as bênçãos... Por vezes o pensamento de desistir vagava em minha mente. Contudo, já haviam me alertado que andar por aquele estranho mundo sem a proteção de suas divindades seria mil vezes pior... Percorria os conhecidos caminhos perdida em pensamentos que mal notei que me encontrara em um local completamente estranho. Tinha certeza de que concluíra a benção da terra e do fogo e tinha tomado a embarcação para Cormaya a fim de visitar Eremo mas... onde é que fui parar??? Há 3 anos nessa jornada... como ainda seria capaz de errar aquele maldito caminho?... Estava em uma espécie de salão escavado em rochas...coisas de anão, pensei... Estava certa, não sem demora avistei um anão-guarda. Ele parecia eufórico com minha presença ali. Seu nome era Ongulf e, na verdade, ele era o líder de uma expedição. Ele contou que os recursos ao redor de Kazordoon estavam escassos. Bem na verdade eu acho que ele quis dizer que recursos do subsolo, pois ao que me lembre aquela cidade de anões era infinitamente subterrânea... Enfim, eles tinham de alguma forma aprimorado o sistema de transporte subterrâneo e estavam a procura de novas regiões para explorar. E, nessa busca, chegaram até aquele local, um continente novo e, até aquele momento, aparentemente desconhecido tanto para os anões quanto para os humanos. Bem, minha curiosidade fazia com que eu não prestasse muita atenção no que a pequena criatura estava falando. Mas, enquanto olhava aquele imenso salão e o que parecia ser o esboço de um posto comercial avençado o que consegui entender é que os anões estavam interessados nos minérios raros que haviam ali e, por isso, iniciaram o projeto Far Mine – mina distante. Como era de se esperar, aquela falação toda não era só para enaltecer a astúcia dos anões, ( o ego deles, certamente, era inversamente proporcional ao tamanho)... Não tardou muito descobri as verdadeiras intenções por trás a animação ao me ver. Ele queria ajuda, aquele projeto seria muito dispendioso precisaria de recursos, apoio politico e também pessoas dispostas a explorar o local e conseguir esses contatos... Afinal, os anões não podiam deixar a extração nas minhas para fazer essas coisas... Pois bem, já que estava ali e realmente curiosa pra conhecer mais aquele local aceitei ajudar. Ongulf precisava que alguém desbravasse o exterior da montanha a procura de uma rota segura para o continente em si. Claro, seria mais barato tirar recursos para subsistência daquele lugar do que indo e vindo com os barcos – pensei. E assim, lá estava eu, subindo em direção ao cume da montanha em uma engenhoca construída pelos anões... Isso tenho que admitir, como são engenhosos pra fabricar esses anteparos... Andei um pouco pela montanha, deserta... em um certo ponto o caminho parecia não ter saída, me lembrei de uma das primeira magias que aprendi a dominar e após mentalizar as palavras magias estava eu um patamar a cima. Continuei andando, alguns frisos nas rochas pareciam degraus, será que foram esculpidos propositalmente? Se sim, teriam sido feitos pelos os anões ou alguma outra criatura? Pensava enquanto andava e novamente outro beco sem saída: Exani hur down! E estava em baixo... Segui em minha exploração e encontrei o nível do mar!!! Parecia estar em uma estepe, vegetação seca e rala... senti uma hostilidade no ar... temi por aranhas... temi mais ainda pois me lembrei que estava sem as bênçãos... não seria prudente me aventurar por terras desconhecidas sem a proteção dos deuses... Por mais que meu impulso fosse continuar... resisti a ele e retornei. Ongulf escutou meu relato com atenção, mas pude notar que algo em seu olhar indicava que ele já sabia o que havia nos arredores. Estaria me testando? Estaria se certificando que eu daria conta do que estava por vir? De qualquer forma, ele precisava de mais madeira e mão de obra e para isso seria necessário ir ao velho continente. Aceitei ajuda-lo e assim garantir minha passagem de volta... mesmo pagando por ela... Após alguns dias de viagem pelos rios subterrâneos foi bom estar de volta a Kazordoon, subi rapidamente para a superfície para renovar o ar em meus pulmões. Próximo as minas, encontrei Melfar, como todo anão, sempre rabugento... Informei a ele as necessidades de Ongulf nas “far mines” ele pareceu surpreso com o fato deu ter chegado até lá. Conversamos um pouco, mas, ele não poderia ajudar... poderia até ceder alguns “homens” para ajudar Ongulf mas todos estavam ocupados de mais para cortarem madeira. Fiquei um pouco desapontada em não conseguir plenamente a ajuda, o anão percebeu, coçou a barba e me contou um habito estranho dos anões. Segundo Melfar esquilos gigantes habitavam aqueles campos eram grandes o suficiente para derrubarem as árvores e os anões se divertiam tentando monta-los como se fossem uma espécie de rodeio. Ele me passou um liquido capaz de servir de isca para esses roedores e me orientou a usa-lo para marcar algumas árvores, se houvesse esquilos por perto, eles apareceriam e derrubariam as arvores, assim, quando tivessem tempo os anões poderiam apenas recolher a madeira que estava no chão... Confesso que nunca imaginei que anões fossem tão preguiçosos... bem, já que estava lá mesmo... fui atrás dos esquilos... Tenho que confessar que foi uma aventura divertida... nunca pesei que esquilos fossem tão nervosos nem tão rápidos. Só tive problemas em uma das árvores. Ela estava no território e lobos e eles não gostaram muito do cheiro da isca de esquilo sobre suas próprias marcas... Retornei a Melfar que me deixou no vácuo... sua resposta foi um “quando der enviarei a ajuda”. Não foi o que eu esperava... Será que Ongulf entenderia? Haveria a possibilidade dele pensar que eu não me empenhei em ajuda-lo? Anões podem ser perigosos quando ficam com raiva... temerosa, retornei ao novo continente. Durante toda viagem não pude deixar de pensar em anões montando esquilos como se fossem touros bravos ou mesmo cavalos selvagens... sempre que penso nisso começo a rir... Dias depois, chegando em Farmine não pude deixar de notar que os anões haviam progredido um pouco mais na estruturação daquele local. Cidades de anões, apesar de subterrâneas são sempre esplendorosas e com aquele local não parecia ser diferente. Expliquei a Ongulf que a ajuda não seria imediata, mas que chegaria. Para minha surpresa, ele não pareceu se importar com a demora, estava mais preocupado com algo que reforçou minha impressão anterior. Ele sabe que há algo lá fora! Segundo Ongulf seus vigias encontraram invasores e os perseguiram a noite pela montanha mas eles conseguiram despistar os guardas. Aquela historia aguçou minha curiosidade e decidi explorar a montanha em busca dos tais invasores. De fato, eu sabia como descer a montanha, mas ainda não havia indícios de como alcançar os patamares mais altos e, a possibilidade de haver algo escondido lá em cima era real. Sem pensar muito lá estava eu explorando, novamente a montanha. Olhava com atenção cada eminência, cada desnível e ponta de pedra na esperança de haver um ponto para ancorar uma corda ou mesmo usar de magia... Nada além dos que eu já conhecia... Já pensava em retornar quando um detalhe do que Ongulf contara me veio a mente... “as sombras sumiram próximas a uma trepadeira”...Eu havia visto uma planta assim! Corri para o local... A erva se trançava como uma rede e sim, seria perfeitamente possível subir por ela, então tudo começou a fazer sentido... As pernas dos anões eram curtas para conseguir alcançar a primeira alça mas para mim estavam facilmente a altura. Bem, uma coisa era certa, seja la o que estiver lá em cima, é mais alto que um anão e tem mãos para conseguir se erguer e escalar aquela escada de cipós... Ao final da escada natural, uma pequena e sinuosa trilha atraia minha vontade. Segui por ela e apenas ao me deparar com o que parecia um conjunto de cavernas a realidade na qual me encontrava tomou meu consciente e gelei. Estava diante de um desafio desconhecido, sem bênçãos e o pior sem lanças!!!! Roguei a Chyll para me proteger e para que, seja lá o que encontrasse, fosse pacífico e/ou lento o suficiente para permitir que eu escapasse ilesa. E, claro também pedi para não encontrar aranhas ... A medida que prosseguiam mesmo receosa, percebi que naquele conjunto de cavernas havia uma certa organização, como se fosse um tipo de civilização. Notei que vultos sumiam das minhas vistas como que açúcar se dissipando em água. Bem, ao menos, seja lá o que forem, estava com mais medo de mim do que eu deles... E, algumas vezes, ouvia perdidos no vento, sons que pareciam conversas mas que eu não conseguia entender a linguagem. Andando mais um pouco me vi diante de uma caverna maior, la dentro, um homem, se é que posso chamar assim... Suas vestimentas lembravam as dos meus amigos bárbaros de Svargrond, mas seus traços físicos e feições eram mais rudimentares e grotescos. Ele me olhava com curiosidade e arriscou contato comigo em meu idioma. Ainda que em uma linguagem bastante primitiva, consegui entende-lo. Ele se chamava Lazaran, era uma espécie de líder ali. Ele e seu povo estavam assustados com tanto movimento na montanha mas queriam paz, ele queria proteger seu povo e não desejava comflito com os “homens pequenos”. Fiquei aliviada... também não desejava conflito algum ainda mais nas condições que estava... Ele me estendeu o que parecia um cachimbo e fez sinal para que eu tregasse seja lá o que estivesse sendo queimado ali... Aceite puxar um...., bateu rápido... tudo girou... Continua...
  5. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Minha intuição estava correta, o ancião Yalahari estava testando meu comprometimento com sua causa. Impressionado com a prontidão com a qual lhe entreguei a esfera mágica carregada com energia espectral, por pouco, Azerus não deixou escapar mais detalhes sobre as verdadeiras intenções de tudo aquilo. Objetivo alcançado, agora teria que convencer Palimuth de que a decisão tomada era a melhor. Ele certamente não ficaria feliz por não ter liberar as almas mas, em toda guerra a perdas... O que é sacrificar algumas almas diante da possibilidade de conquistar a confiança daquele ancião? Perdi algumas almas mas se descobrisse seus planos... quem sabe não conseguiria impedir um mal maior? Espero ter tomado a decisão correta... minha cabeça estava a mil com tudo aquilo mas o Yalahari não me dava tempo para assimilar tudo... ele não parava de falar... quaras??? Área submersa??? WTF??? Ainda atordoada dirigi-me a Palimuth... Apesar de não concordar ele entendeu minha opção de entregar a esfera para Azerus Ufa! Na verdade, ele não rendeu muito o assunto. Quando mencionei a respeito da intenção de matar os lideres quaras ele pareceu preocupado... Em dúvida sobre o que fazer e temendo esse novo desafio, deixei oi edifício onde estava Palimuth sem direção certa. Olhava para o leste, em direção a parte submersa da cidade, contemplando o horizonte quando uma movimentação no porto chamou minha atenção, Ultima chamada para o navio que estava partindo para Port Hope. Decidi dar um tempo de Yalahar e retornar a floresta... Angus ainda queria minha ajuda com algumas explorações e, provavelmente, alguém da Explorer Society poderia ter informações sobre os tais quaras... E, também queria me encontrar com Grizzly Adams... ele sabia do meu medo por aranhas e certamente se divertiria muito com minhas últimas aventuras... Como sempre, Angus era receptivo quando queria algo de mim... e, não tratou de me enviar a mais uma missão dessa vez a Edron... em um local subterrâneo que, ao que parece, fora construído por uma antiga seita... Me animava a ideia de conhecer locais novos, aceitei prontamente! Mas, mal sabia eu que a selva me pregaria uma peça... por mais que tivesse passado as últimas semanas tendo que lidar com aranhas gigantes não havia nada que me fizesse me acostumar com elas... definitivamente, aranhas não tinham que existir, nem as grandes nem as pequenas. E aqueles demônios de oito patas pareciam me perseguir... tantas criaturas para encontrar na selva e advinha o que me aparecia? Aff... Meu reflexo imediato foi correr para me livrar delas, foi quando sem perceber estava em uma parte mais densa da vegetação. Ainda tentando despista-las, vi entre as folhas o que pareciam ruínas de um templo abandonado. Perfeito!!! As pedras acinzentadas cobertas de musgo e resistindo sinais da erosão continham detalhes entalhados que eu já vira antes, contudo não me detive em olhar entre os arbustos no chão percebi uma escada. Imaginei ser minha salvação, desci sem nem pensar duas vezes... foi meu maior engano... Aranhas de todos os tipos surgiam da escuridão, aquelas patas peludas me davam calafrios cada vez que sentia-as próximas a minha pele. Estava paralisada pelo medo, não adiantava lutar, eram muuuuitaaaasssssss.... Roguei a Chyll, fechei os olhos e entreguei meu destino a Palmito Mas, antes não tivesse feito... Palmito não conheci a selva tão bem quanto Azeitona... Na verdade ao invés de me usar seus instintos e me tirar dali ele acabou entrando mais fundo ainda nas galerias. Era um leão acostumado com catacumbas e, para meu azar, seu impulso foi abrigar-se nas salas mais profundas. Assim, novamente estava as voltas com aranhas gigantes. Palmito parecia ressentido, percebera meu pavor, mas não havia nada que ele pudesse fazer sozinho, então segurei firme minha lança e fui ajuda-lo na batalha. Apesar do medo, com nós dois combatendo imaginei me livrar mais rápido daquela situação. A adrenalina circulava freneticamente por todo meu corpo, e seus efeitos combinados a doses de veneno de aranha não me fizeram bem... senti os sentidos me deixando um a um até que tudo a minha volta escureceu Sabia o que aquilo significava, la estava eu novamente em Svargrond e a caminho das bênçãos. Ao menos, tinha saído daquele local... Continua...
  6. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    O tempo as vezes nos prega peças... Aguardem por novidades.... Mais aventuras e atualizações desse período ausente para compartilhar! Espero que continuem ajudando em meu destino!
  7. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Pensei em minhas possibilidades e, por mais que aranhas me dessem calafrios na espinha e o pavor tomasse conta de todo meu corpo paralisando minhas decisões, enfrentar aqueles demônios de oito patas parecia o mais prudente a ser feito... ao menos sabia o que estava prestes a enfrentar... Sai do jazigo, respirei fundo e subi as escadas. Lá em cima tarântulas me esperavam. Estavam agitadas, sentiam meu medo e isso atraia cada vez mais delas. Tentei correr entre elas enquanto procurava a cerâmica especial. Estava em um galpão amplo, com apenas algumas colunas e assoalho de madeira... em alguns pontos pó de pedra caia do teto. Nada naquele andar, era hora de buscar coragem para subir a escada em caracol. Lá em cima, o frio piso de pedra sabão com fileiras ocasionais de mármore preto só não estava mais gelado que a sensação que percorria meu corpo. Eu sabia o que havia ali... aranhas enoooooooormes!!!! Não eram muitas, mas eram espertas e rápidas. Tentei ser discreta para não chamar a atenção delas, mas não deu muito certo. Não demorou muito a ouvir patas apressadas riscando o mármore atrás de mim. Corri como louca pelo salão.tentando mantê-la afastada e ainda me concentrar para atirar as lanças na direção correta. Demorou um pouco mas consegui matá-la. E, para minha surpresa e alegria, havia uma estranha cerâmica bem no centro! Passei pelo azulejo, utilizei a esfera e nada aconteceu... a empolgação deu lugar a uma profunda decepção...teria que continuar minha busca e ... enfrentar mais aranhas... Aquele local não estava me fazendo bem... a adrenalina provocada pelo medo fazia o veneno das aranhas circular mais rápido... estava tendo períodos de ausência e, quando recobrava a consciência, a dor de cabeça era forte em uma amnesia parcial faziam com que eu me desorientasse ... E, desorientada, a busca nas torres da antiga catedral transformou-se em uma incursão sem fim...A cada ausência me esquecia de onde já tinha procurado e tinha que recomeçar do nada... não sei quanto tempo estava fazendo aquilo... Mas era enfadonho e não aquentava mais ver as malditas aranhas... As lanças estavam acabando, não havia o menor sinal de outro azulejo por ali mas, realmente, não fazia ideia se já tinha procurado em todos os locais ...não lembrava... eram muitas ausências... Como era de se esperar, as lanças se acabaram... e não foi em uma situação muito confortável. Uma das aranhas estava me perseguindo e prestes a me encurralar. Não teve outro jeito ... fechei os olhos empurrei aquela coisa nojenta para o lado e sai correndo... Não sei como cheguei lá em baixo, estava em frangalhos e ainda sentia o efeito do veneno em minha corrente sanguínea. Cansada e sem energia para continuar caí de joelhos diante do altar. Não sabia mais o que fazer... Passei um tempo ali, não sei bem o que aconteceu, mas acho que Chyll escutou minhas súplicas. Ergui os olhos e, em meio ao lusco-fusco das últimas horas da tarde, percebi que as chamas flamejantes das velas vermelhas.produziam um brilho diferente no fundo da sala... OMG!!! Um azulejoooooooo!!! Dessa vez funcionou!!!!!! Estava emocionada e pude sentir lágrimas brotando de meus olhos. Rapidamente consegui toda a energia necessária... Missão cumprida, agora o grande dilema, para quem entregá-la? Todas as últimas vezes contrariei o Yalahari e, em nosso último encontro ele parecia desconfiado... Se desejasse continuar ajudando Palimuth precisava agradar Azerus...
  8. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Enviei o livro conforme havia prometido a Spectulus e segui para Thais, ainda precisava ser abençoada lá. Coração bateu acelerado quando vi a silhueta da torre de pedra que se destacava em meio ao campo. Finalmente!!! Sentindo-me novamente protegida, era hora de retornar a Yalahar. Por sorte, um navio estava zarpando. Foi uma viagem tranquila, aproveitei para descansar e pensar no que fazer. Precisava terminar aquela missão mas..... poxa vida... eram muitas aranhas.... Em Yalahar, fiquei apreensiva... seria um pressentimento? As ausências continuavam... as vezes nem me percebia fazendo parte do mundo a minha volta. Respirei fundo e segui para o distrito do cemitério. Hoje pude ver com mais calma construção central, sabia que nos andares haviam aranhas... não podia... não queria ir até lá... mas, e nas alas? Segui para a escada que dava acesso a ala da direita. O campo com grama baixa e bem podada parecia ser tranquilo e poderia haver alguma pessoa ali cuidando de tudo aquilo e disposta a me ajudar. A primeira vista não parecia que havia nenhuma construção que pudesse conter a cerâmica especial que eu procurava. Contudo, o jardim se estendia rumo ao norte, acompanhando toda a construção e, era possível ver que se abria em uma área mais ampla por trás dela. Animada segui naquela direção. Minha animação não durou muito tempo... se movendo rápido e rente ao solo uma estranha criatura veio em minha direção. Não sabia como descrevê-la... parecia de um pesadelo... de um dos piores pesadelos... suas patas dianteiras eram como afiadas foices. E, aquelas laminas cortavam a vegetação em seu caminho (havia descoberto quem cuidava do jardim) com a mesma facilidade que uma faca quente divide uma barra de manteiga... não queria meu sangue nelas... subi correndo as escadas... É... definitivamente, não teria como seguir por ali... quem sabe a ala oeste? Me dirigi para lá e, desde a escada de acesso, pude ver que o local era diferente da quadra leste...haviam pequenas construções...em se tratando de um cemitério, acredito que sejam jazigos... famílias com melhores condições deveriam enterrar seus mortos ali... Sim! Poderia ser ali o local que abrigava o tal azulejo... Assim que desci, apareceram zumbis de todos os lados... aos poucos não ofereciam perigo mas aos montes... aff... não tinha lanças para tantos e, precisava terminar aquela missão... um dos jazigos estava aberto e havia uma escada... pensei em me abrigar ali... Em um primeiro momento, o escuro me transmitiu segurança... mas, essa durou muito pouco...da penumbra um forte grito ressoava como uma canção demoníaca ... era como se meu cérebro estivesse sendo perfurado... OMG! O que era aquilo????? Não tinha como ver nem entender o que estava acontecendo... Lembrei-me que entro da mochila havia deixado um presente que recebera há algum tempo... uma flor verde mágica...peguei aquele objeto que mais parecia uma estrela e pendurei do lado de fora. Os poucos metros quadrados de luz que emitia foi suficiente para perceber que minha situação não era boa... Por Chyll! Aquele canto maldito estava me enlouquecendo... precisava sair dali... conjurei a magia divina que me fora confiada e subi correndo as escadas. Mais uma vez, minha tentativa de encontrar a cerâmica especial havia fracassado... agora só me restava duas opções... me preparar e arriscar o desconhecido ou... argh... aranhas... Continua...
  9. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Minha curiosidade falou mais alto... não resisti e abri o livro... As recordações e Amaro e Spectulus preenchiam as primeiras páginas. Li e me diverti com seu conteúdo. Ao terminar e fechá-lo, da última página caiu uma carta. Acabei lendo-a também. Era a carta de Amaro a Spectulus... A consciência pesou... não sabia se poderia ter feito tal coisa... ler livros e cartas de outros... onde ja se viu... mas o peso passou ao ler as ultimas linhas: "Caso algum de seus ajudantes se interesse, pode deixa-los ler e também responder" Bem eu acabara de ajudá-lo em um projeto então...
  10. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Definitivamente, não era aquela mina. Decidi retornar a Edron e durante a viagem de volta me lembrei vagamente das palavras de Spectulus... algo a ver com oeste e mapa... abri minha mochila e peguei o velho mapa...como que por mágica, uma nova marcação apareceu a oeste de Edron... resolvi olhar. Realmente encontrei uma minha, aparentemente estava abandonada, havia apenas ratos perambulando entre os velhos trilhos e vagões. Contudo, mais ao fundo, estranhos mortos vivos surgiram a minha volta. Eram mais fracos do que os demais de sua espécie, foi fácil me livrar deles, mesmo no escuro. Já estava próxima do final da minha quando uma tênue luz azulada chamou minha atenção, entranhado nas paredes rochosas da minha, brotava uma formação de cristal. Tinha que ser aquilo. Não havia mais nada ali. A picareta que eu encontrara na outra mina seria útil ali, com ela consegui lascar o cristal e peguei uma amostra para levar ao cientista. Spectulus ficou muito agradecido pelo raro cristal, segundo ele qualquer outra pessoa iria vendê-lo no mercado negro. O valor daquele cristal estava no fato da possibilidade dele ser utilizado como oferenda para se entrar no covil de uma misteriosa criatura. Criatura esta que possuía um artefato muito importante para o cientista. Conversamos um pouco e decidi ir em busca do tal arfato... havia rumores de que o covil da criatura ficava em Vega, uma das ilhas de gelo próxima a Carlin e, bem, eu tinha mesmo que ir a Carlin pedir proteção. Dessa forma, peguei o navio para Carlin e após visitar o sacerdote, segui em direção ao balseiro que fazia o transporte as ilhas de gelo. Já estava anoitecendo e no caminho uma alcateia de lobos famintos estava me caçando Cheguei em Veja na tarde do dia seguinte. Andei pela ilha e só encontrei criaturas selvagens. O único morador não me deu nenhuma informação útil sobre o tal covil e uma das maiores casas por lá parecia abandonada... pela janela vi apenas frutas e brinquedos. A nordeste daquela casa, encontrei uma montanha. Sim, um local perfeito para abrigar um covil! Mas, não o covil que eu estava procurando. Apenas lagartos alados se abrigavam alil. Derrotei aquelas lagartixas voadoras e aproveitei o abrigo para passar a noite. Nos primeiros raios da reiniciei minha busca. Os ferimentos provocados pela luta com os Wyverns ainda sangravam um pouco...aroma de banquete para os lobos... Consegui correr e me livrar deles. Cansada, encontrei uma fonte e ao lado dela um banco de gelo... seria bom parar depois de toda correria e.... Puufffff De alguma forma, fui teletransportada para outro lugar e não fazia ideia de como... Ahhh simmm!!! Eu estava com o cristal raro na mochila!!!!!! Deve ter sido isso, aquele banco de gelo na verdade deveria ser o tal altar de oferenda. E, ao sentar lá com o cristal na mochila... tudo aconteceu... Era uma bela caverna de gelo e cristais, o reflexo dos raios de sol no gelo e nos cristais produziam efeitos de luz impressionantes. Enquanto estava maravilhada com as luzes, da penumbra surgiu uma criatura de cristal. Tentei conversar com ela e persuadi-la de me entregar o artefato que Spectulus queria mas foi em vão. Tive que mata-la, retirar a força o espelho e guarda-lo no container especial. Saindo do covil, fui direto para Edron entregar a encomenda. Spectulus aguardava ansioso. Muito agradecido pela ajuda ele me liberou mas não sem um último pedido. Ele tinha em mãos um livro especial. Um livro de recordações de seu amigo Amaro, ele o havia preenchido e, bem, precisava que alguém o colocasse no correio... coloquei o livro na mochila e me despedi. Continua...
  11. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Mais uma vez me vi no templo de Svargrond. Mais uma vez iniciei a peregrinação aos abençoadores. Mais uma vez teria que pagar por proteção. Rotina entediante... Mas, dessa vez, algo não saiu como planejado... Barco para Cormaya havia atrasado... teria que passar um dia em Edron antes de encontrar Eremo. Edron era um lugar agradável, recordações do meus primeiros dias ali vieram a minha mente. Haviam pessoas interessantes por ali, principalmente na Noodles Academy of Modern Magic. Decidi passar o dia visitando-as. Na torre central encontrei o bibliotecário Wyrdin. Papo sempre agradável apesar de com uma certa pitada de loucura. Ele comentou que naquela torre, no ultimo andar, havia um famoso inventor, astrônomo e cientista. Subi toda a torre e, lá no alto, em meio aos telescópios encontrei Spectulus. Ele realmente não parecia estar em seu perfeito juízo, ele me cumprimentou como se estivesse me aguardando, como se eu fosse um de seus ajudantes ou algo do tipo . E, sem que deixar explicar me deu uma tarefa.... sem anda pra fazer resolvi ajudar, parecia ser interessante e o entusiasmo dele me contagiou. Ele pesquisava sobre um determinado dispositivo que permitia navegar pelo Sea of Light. E, para ajuda-lo nisso, precisava de informações e na cidade havia um mendigo que poderia ajudar. Mendigo em Edron? Aquela cidade era organizada e limpa... como encontrar? Andei por boa parte da cidade procurando sem sucesso. Se tudo do lado de dentro dos muros estava completamente em ordem, quem sabe do lado de fora... minha intuição estava certa. Extramuros, me deparei com um mendigo falastrão que contava vantagem sobre sua inteligência. Sorrateiro, ele me pediu uma esmola e depois tentou desconversar. Contudo, ele pareceu gostar de mim e contou que na verdade era um cientista que fora renegado pela academia mas depois de uma história cansativa e enfadonha descobri que ela era o Spectulus estava procurando. Ele me contou que algo havia dado errado durante o experimento e tanto o dispositivo quanto seu laboratório haviam sido destruído. Depois disso ele desistiu de tudo para recomeçar realmente do zero e virou um mendigo. Ao longo da conversa, ele deixou escapar que ainda tinha antigas a notações sobre o dispositivo...ele pensou em destruí-las mas o convenci de que ainda poderiam ser úteis a humanidade. Ele refletiu um instante... Sabia que eu poderia estar certa, e em Spectulus ele confiaria que poderia descobrir onde ele errara. Peguei as velhas anotações e corri até o laboratório do Spectulus. O velho astrônomo mal acreditou quando contei quem era o mendigo. Surpreso e encantado com tudo aquilo ele não me deixou terminar de falar, retirou de mim as anotações e começou a trabalhar esquecendo-se completamente que eu estava lá. Acabei dormindo enquanto ele trabalhava... Ao acordar ele estava nervoso... havia descoberto muita coisa sobre o dispositivo mas precisaria de um cristal especial que poderia ser encontrado em uma mina abandonada que havia nas proximidades de Edron. Ainda estava meio sonolenta, não entendi ao certo as orientações dele. Já estava amanhecendo e no porto, já ressoava o sinal do navio para Cormaya. Embarquei sem tirar a história de Spectulus da cabeça. Após visitar Eremo retornei a Cormaya, me lembrei que lá havia uma minha de anões, já havia estado la antes mas não consegui explorar todo o local...Fui até lá. Da escuridão, aqueles baixinhos brotavam como formigas... por todos os cantos de todas as partes surgiam anões a me atacar. Aquela minha não estava abandonada... mas já que estava ali, não me custava nada procurar pelo cristal. Em um beco sem saída, no chão, uma picareta foi deixada... peguei-a, podia ser útil em meio a tuneis com escombros e sujeitos a desabamentos... Aquela mina era maior do que parecia, quatro andares repletos de anos trabalhadores e irritados com minha intromissão. Em um dos andares, uma surpresa : da escuridão uma rajada de energia mágica me atingiu... haviam magos entre os anões! E magos experientes! Consegui retirar do mago sua varinha de energia. Ela me ajudou a ter a noção de onde estava e do que estava a minha volta. Pensei em leva-la comigo mas de certo ela iria atrair mais anões e o elemento surpresa seria importante para mim. Deixei-a indicando o caminho da saída, e prossegui a procura do cristal. Fiquei ali por cerca de 25 minutos... andei por todos os tuneis olhando cada canto com cuidado e atenção... nada de cristal... Continua...
  12. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Como esperado o Yalahari não gostou muito da “preferencia do druida” em criar gado... Mesmo não estando certa de que Azerus havia engolido tal historia, ele propôs me testar novamente. Agora precisava de uma espécie de energia espectral . Ele me contou que na cidade havia um antigo cemitério dominado por mortos vivos de todos os tipos. E, este local seria perfeito para coletar a energia do outro mundo em uma esfera especial... Peguei a esfera e contei a Palimuth os planos do Yalahari. Palimuth parecia interessado em tudo aquilo e queria a esfera para si. Assim, com o consentimento dele, segui para o cemitério. Mesmo durante o dia a energia daquele lugar me dava arrepios. Haviam túmulos, lapides e mortos vivos por todos os lados. Procurei pela superfície por algum tipo especial de cerâmica e nada de encontrar.... Em alguns pontos a terra parecia ter sido removida recentemente. Precisei usar a pá para escavar... orei aos deuses para não ser o tumulo de algum ser maligno. Ao descer pelo buraco me deparei com um conjunto imenso de corredores... estava escuro e haviam mortos vivos por todos os lados... eles corriam em minha direção como insetos para a luz... minha energia vital os atraia... e eles queriam consumi-la na esperança de saciar sua fome infinita... Eu mal conseguia mirar minha lança... estava muito escuro...procurei em minha mochila poir algo que pudesse me ajudar.... Ahhhh uma runa!!!! Fui salva pela magia ancestral! Definitivamente não conseguirira encontrar o que estava procurando naquele local. Decidi retornar a superfície e, para minha infelicidade... já havia escurecido. Perdera a noção do tempo enquanto vasculhava as catacumbas.... Olhei a minha volta... além das grades... ao norte pude ver as silhueta de um imponente edifício com suas torres imensas.... Fui com Palmito até lá Dentro do imenso salão, que mais parecida uma importante catedral, duas escadas davam acesso tanto as alas laterais quanto ao andar superior. Escolhi a da esquerda, mas não o jardim lateral arrisquei o andar superior .... Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh Fui cercada por incontáveis demônios de oito patas.... Instintivamente retornei ao térreo. Precisava me acalmar.... estava ofegante e com o coração acelerado por conta do susto. essas aranhas são uma peste affff ... por que tem que estar em todos os lados? Um pouco mais calma mas não menos apreensiva. Retornei ao salão das aranhas... tentava me concentrar na missão... encontrar a estranha cerâmica... mas eram muitas aranhas... e a vontade era sair correndo dali... Encontrei apenas uma outra escada... ela me levou a um grande salão... nele morcegos gigantes voavam sobre minha cabeça... antes morcegos que aranhas... pensava comigo mesma. Estranhamente eles levavam consigo fogos de artifício... Recolhi alguns, poderiam ser úteis... foi quando... KAAAABOOOOMMMMM! Um estouro em minha mochila... havia esquecido das runas de fogo... elas haviam detonado os fogos... Precisaria ir a cidade trocar de mochila... aquela estava avariada devido a explosão e poderia não aguentar o peso dos itens que levava comigo. Mas antes, resolvi subir mais um andar , em uma das torres... Ideia infeliz.... Mais aranhas.... haviam aranhas por todos os lados, de todos os tamanhos, formas e cores.... o medo me paralisou... Continua...
  13. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Acordei assustada, vozes desconhecidas falavam comigo... quem seriam estes deuses estrangeiros? Escutei o que diziam... estavam contentes e me acompanhavam nas aventuras mas como Chyll era um deus ciumento não podiam se pronunciar com frequência... Me contaram histórias e deram dicas... diziam para que eu não me apavorasse... infelizmente estados de ausências e torpor coletivos estavam acontecendo a todos e com muita frequência...e, esses acontecimentos, além de irritantes podiam me levar a morte... Um desses deuses me apresentou uma ferramenta mágica: SemLag o qual prometia uma melhora considerável desses estados de torpor... Estava muito agradecida a eles. E como são deuses, não há forma melhor de agradecer a não ser com oferendas... não tenho muito mas corri até um templo próximo para fazer oferendas o quanto antes! Deuses nem sempre estão de bom humor.... Usuários do TibiaForum, Hoje o LT completou 22000 visualizações, é uma marca expressiva que gostaria não apenas de compartilhar com vocês, mas também agradecer por acompanharem e apoiarem minha jornada e iniciativa. Dessa forma, decidi fazer um pequeno sorteio entre os usuários cadastrados no fórum que comentaram e/ou curtiram o LT neste meu retorno (06 de março de 2016 até 16 de junho de 2016). Funcionou da seguinte forma: Usuário cadastrado e com personagem valido no perfil que realizou ao menos 1 postagem no período apurado receberam 2 bilhetes para o sorteio. Usuários cadastrados e com personagem válido no perfil que curtiu ao menos 1 postagem no período apurado receberam 1 bilhete para o sorterio. Cada usuário só poderia ganhar um premio e no caso de usuários com 2 bilhetes valeria o premio de maior valor Participaram os usuários: @@Fairy Fox @ @@Ryan Walsh @@Rurouni Tinho - 2x @@GuiDeichmann - 2x @@Beatrix - 2x @@Lidori @@açoreana - 2x @@Elemental da Amazonia @@Gabi Woodstock @@rafaelprelog foi desclassificado por não ter character valido no perfil O sorteio foi realizado pelo TibiaLottery.com: http://tibialottery.com/view/89909 Premiação: 1º Lugar: 125 Tibia Coins + 1000 moedas fórum (Açoreana) 2º Lugar: 75 Tibia Coins + 1000 moedas fórum (Beatrix) 3º Lugar: 50 Tibia Coins + 1000 moedas fórum (Lidori) 4º Lugar: Cortesia de 30 dias SemLag + 1000 moedas fórum (Rurouni Tinho) 5º Lugar: Cortesia de 07 dias SemLag + 1000 moedas forum (GuiDeichmann) 6º Lugar: 500 moedas fórum (Taynhaa) 7º Lugar: 500 moedas fórum (Ryan Walsh) 8º Lugar: 500 moedas fórum (Elemental da Amazonia) 9º Lugar: 500 moedas fórum (Fairy Fox) 10º Lugar: 500 moedas fórum (Gabi Woodstock) Resultado: [spoiler=Entrega da premiação:] @@Rurouni Tinho e @@GuiDeichmann, favor entrar em contato por MP para receberem os game codes relativos a cortesia SemLag ESTE SORTEIO É UMA INICIATIVA PROPRIA ESTANDO O TIBIA FORUM/PORTAL TIBIA ISENTO DE QUALQUER RESPONSABILIDADE Agradeço ao PortalTibia pela liberação do espaço para o sorteio e pela doação das cortesias do SemLag e a Gladiadora pelo patrocínio com moedas
  14. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Descansei um pouco sob a sombra das grandes árvores de Ab’dendriel até o horário do navio para Venore, e, da afortunada cidade comercial parti para Port Hope com o poema em mãos. Angus ficou agradecido com a relíquia e, como sempre oportunista tratou logo de me pedir ajuda em outra questão... fiquei de pensar... Aproveitando que estava em Port Hope fui visitar um velho amigo, estava em falta com ele mas ele não me deu muita atenção, estava preocupado com seu bichinho de estimação. Resolvidas as pendâncias na quente e úmida cidade, parti para Yalahar. Precisava novamente encontrar o druida e entregar o elixir... Raios porque sempre tem que ter aranhas em meu caminho... Comemorei ao entrar na arena, estava mais tranquila que das últimas vezes, o que era bom pois minhas lanças estavam acabando e não estava com disposição para combates. Porém minha alegria durou pouco... em alguns minutos vários gladiadores apareceram Tentei correr para a área de treino de tiro... precisava me desvencilhar deles para poder me encontrar com o druida. Não poderia correr o risco dos gladiadores o descobrirem por lá... Fui rapidamente cercada pelos guerreiros e não tive outra escolha a n ser descer para a masmorras...a infestação de ratos geneticamente modificados continuava... Foi uma luta difícil, eu me sentia mais lenta... os movimentos estavam mais difíceis, não tinha como lutar de forma eficaz nem correr para me proteger... Sem tenteder o que estava acontecendo e se estava doente ou com algum problema, tudo escureceu... quando acordei, estava novamente em Svargrond... Aproveitei para dormir em casa. No dia seguinte segui para Carlin em uma balsa e de lá para Yalahar... tinha um elixir para entregar. Segui na bisca pelo druida, havia esquecido o caminho de seu esconderijo... Sem pistas, de seu paradeiro, acabei andando em círculos e combatendo mais do que pretendia... Quando finalmente o encontrei, entreguei a encomenda. Ele ficou muito satisfeito e disse que poderia opinar em relação ao objetivo de seus estudos e magias. Agora ele confiava em mim! Pensei um instante as palavras de Azerus e também Palimuth... proteção ou comida... feras ou gado... - "Rooooonnncccccc" Um estrondo ecoou dentro de mim...sabia o que era aquilo... dias de alimentação irregular me ajudaram a fazer minha escolha... problema agora seria explica-la ao Yalahari... Continua...
  15. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Acordei assustada, os mortos vivos haviam renascidos, me cercavam e estavam dispostos a me ter como refeição principal. Ainda sonolenta tentava me concentrar não só para evitar o ataque como também me livrar deles... Foi quando, do nada Beatrix surgiu... Ela parecia ter sido enviada pelos deuses! Chegou e não só me ajudou derrotando as criaturas como também tinha poder para restaurar minhas forças. Conhecedora das artes mágicas e mistérios ela me explicou que alguns desafios e segredos não tem como ser vencidos sem ajuda, e eu estava diante de um deles... Assim, ela não só mostrou como seguir a diante como se ofereceu para me acompanhar. Com ânimo renovado, aceitei a ajuda e tão logo a parede se moveu passei pela fresta. Estava agora em um pequeno cubículo... Fiquei apreensiva... Se a guerreia saísse ficaria presa naquele local. Gritei. Ela ficou rindo do meu desespero e me acalmou. Naquele pequeno espaço, havia apenas mais um interruptor que ao ser acionado não produzia efeito algum. Ao menos foi o que pense até Beatrix me explicar, ela só queria me mostrar o que deveria ser feito. Na verdade ela quem ficaria sob o interruptor do cubículo. Então, retornei a sala maior, e acionei o mecanismo de fora para que ela entrasse. Ela explicou que aquele interruptor escondido abria outra parede e que eu deveria procurar ao norte. Assim fiz. Ela estava certa mais uma vez! Não demorou e encontrei uma nova fenda na parede de tijolos, por ela uma luz azulada saía. Um portal mágico! Finalmente a saída! Hesitei um pouco em passar pelo portal. Se eu saísse Beatrix estaria fadada a morte trancada naquele cubículo. Aquela pirâmide parecia ser um local esquecido... demoraria para alguém aparecer para regastá-la e não poderia fazer isso com ela. Retornei e contei a ela o que encontrara. Ela me encorajou a passar pelo portal... e assim o fiz... do outro lado... aff mais uma chave. Peguei-a e retornei para libertar a guerreira. Novamente reunidas ela me contou que haviam três formas de retornar ao continente: pela magia dos dragões, forma que eu já conhecia, pela última sala desta pirâmide e retornando ao Hellgate havia um caminho especial mas seria necessário usar levitação. Ela não se lembrava muito bem de toda pirâmide mas como provavelmente a ultima sala estaria próxima, decidi arriscar sair pela pirâmide. E, então, segui na companhia dela. Alguns metros de corredores tortuosos, criaturas e escadas depois estávamos em uma sala que mais parecia um quarto de estudo. Nas estantes, mais uma chave (?) livro e em por tras de uma porta, alguns itens que possuíam certo valor e utilidade. Propus dividir o que havia encontrado com Beatrix mas ela não aceitou. Dessa forma subimos mais uma escada e me vi diante de mais uma porta e um portal mágico. Ela me disse que o portal era a saída e que poderia sair por ele. Obedeci, mas não funcionou... algo estava errado e a porta diante de mim, trancada. Experimentei a chave que encontrei no quanto de estudos. A porta se abriu e, maus um enigma!!!! Provavelmente combinação das alavancas acionaria o portal... mas qual seria? Deveria tentar todas as possibilidades ou haveria uma pista? Estava disposta a tentar uma a uma quando trechos de um poema escrito no livro que havia encontrado me veio a mente. Eram quatro versos sobre conquistas... quatro versos, quatro alavancas... “Seja cruel para conquistar Seja ousado para impressionar Seja constante para passar Seja destemido para matar” O primeiro verso remetia a uma característica um tanto quanto sinistra... Decidi deixar a alavanca posicionada a esquerda. O Segundo verso, um ponto positivo... Alavanca na direita.. Já o terceiro verso algo que não seria mudado... Então não alterei a posição da alavanca e o ultimo verso, outra característica positiva... Ultima alavanca para a direita... Alavancas posicionadas, hora de testar o portal e .... Puff... estava novamente na cidade élfica... Para minha surpresa, Beatrix não me acompanhou... mas recebi uma mensagem telepática dela, ela estava bem e me desejou sucesso em minhas buscas e objetivos.... [spoiler=Que seja feita a vontade dos deuses!]
  16. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    O caminho para a cidade élfica de Ab’dendriel foi tranquilo e segui com Palmito sem intercorrências. Na cidade, uma informação preocupante me foi passada, os registros que eu procurava para Angus estariam escondidos em Hellgate... Já estivera lá, nas profundezas obscuras da terra, sabia que os caminhos e ida e de retorno não eram seguros. Respirei fundo enquanto apertava a chave da porta dos infernos em minha mão, sabia que precisava seguir em frente dera minha palavra a Angus, louvei a Chyll por não ter deixado que me desfizesse daquela chave... elfos eram gananciosos as vezes... Assim segui para porta e portal que levavam ao caminho sem volta... felizmente ainda me lembrava como sair dali... ou achava que sim... Sabia apenas que os versos solicitados estavam naquele grande cemitério vivo mas onde? Procurei em cada canto, em cada tumulo e porta lacrada... foi quando lembrei-me de uma significativa brigada élfica que montava guarda em um dos salões... Sim estavam guardando os manuscritos! Com o livro em mãos agora tinha que sair dali. Aproveitei para pegar alguns cogumelos, precisaria deles para presentear o velho dragão guardião e conseguir sair de Hallgate pela ilha deles. A cada corredor e sala o caminho se clareava em minha mente, tentei ser discreta e não chamar atenção de mais criaturas do que conseguiria enfrentar, esgueirando-me pelos cantos e quinas cheguei em segurança ao subsolo da ilha de Draconia e, finalmente a sua superfície. Draconia estava diferente, não haviam velhos dragões vagando pelo solo, apenas vermes sobre suas carcaças apodrecidas. Penso que eram bons tempos para os dragões, caça-los estava popular então eles não envelheciam o suficiente para irem até aquela ilha morrer. Segui para torre do velho dragão guardião, com facilidade passei pelos seus protetores e como da última vez ofereci cogumelos em troca do amuleto que me permitiria retornar em segurança ao continente. Mas não foi bem o que me aconteceu. As memórias estavam como névoa em minha mente, não conseguia me lembrar de como chegar ao local do portal e acabei por dentro dos muros de tijolos vermelhos da grande pirâmide que havia na ilha. Era um local complicado, um emaranhado de corredores estreitos, portas trancadas e mortos vivos errantes. Percorri cada canto tentando encontrar uma saía ou passagem e nada... a experiência passada nas cavernas sob o deserto preencheram minhas lembranças... tambpem era um local obscuro com muitas portas e cujas chaves precisei encontrar... hummm será? Não me enganara, revirei tudo a procura das chaves, mas foi Palmito a dar uma patada em um esqueleto que encontrou a primeira. Ela caiu no chão diante de mim quando o crânio foi deslocado pela força do anima. Já possuía uma chave agora qual porta? Experimentei algumas até encontrar a certa, sabia que podia sair dali e procurar o caminho de volta ao continente pelo portal dos dragões, mas estava curiosa em relação aquele local e isso me instigava a continuar. Porta aberta, segui animada. Minha alegria durou pouco, aquele local era, era... um labirinto traiçoeiro! Em umas ala maior um grande tapete flamejante .... o chão cedeu sob meus pés..... Aaaaaahhhhhh Que lugar era aquele? Na escuridão senti várias picadas em meus corpo e reconheci o veneno em minhas veias, escorpiões!!! Clamei a Chyll e invocando poderes sagrados consegui derrotar a todos, expurgar a toxina da minha carne e sair dali. Estava novamente na sala do tapete e encontrei mais uma chave. Mais uma porta destrancada e a certeza de mais algumas horas de buscas, emboscadas, perigos, chaves e mecanismos mecânicos. Cada avanço significava mais dor de cabeça para decifrar cada ambiente e chaves para procura. Era um busca sem fim... valeria a pena? A cada andar mas perigos, mais portas trancadas e desafios. Estaria me aproximando de algum final? Haveria alguma saída? Ou tudo aquilo era apenas para me deixar cada vez mas perdida e desorientada? Conseguira sair daí? Ou sucumbiria e me tornaria mais uma das criaturas mortas vivas do luga?r Já estava cheia de chaves mas totalmente vazia de esperanças...Chegara a um ponto sem saída. Haviam mecanismos os quais não compreendia, haviam paredes que pareciam ocas mas as quais não conseguia penetrar... Sentia que havia algo a mais ali... mas, o que seria? Como sair daquele local maldito? E onde aquilo tudo iria me levar? Sem respostas e exausta, adormeci naquele beco sem saída... Continua...
  17. Krisna

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    Foi por pouco mas consegui retornar em segurança até a cidade e para o aconchego da minha casa. Por sorte, tinha lanças de sobra estocadas e não precisaria sair para comprar. Contudo, não resisti a passar algumas horas ali, descansando em uma cama macia e confortável. No dia seguinte, logo cedo, partimos para o acampamento dos bárbaros selvagens, Palmito estava se sentido melhor e fomos de balsa. Como esperado, a recepção não foi das melhores, mas conseguimos não chamar tanta atenção e, assim conseguir coletar as informações necessárias com o informante. Retornamos a cidade a tempo de pegar o barco para Venore. Foi uma viagem agradável. E, de lá seguimos a pé pelo bosque até a cidade élfica. A caminhada começou agradável, sem grandes perigos mas, em um determinado pontos fomos acuados por uma alcateia de lobos famintos. Sem ter como enfrentar tantos lobos procurei abrigo em uma cabana próxima. Parecia abandonada e deveria pertencer a algum caçador pois estava cuidadosamente camuflada, encontra-la foi pura sorte. Mas aquela cabana não oferecia proteção alguma, os lobos facilmente passaram pela porta e agora estava encurralada... foi quando percebi um alçapão próximo e sem pensar muito desci por ele. Mesmo lá em baixo, os lobos continuavam a espreita, podia ouvir seus grunhidos e uivos próximos ao alçapão por onde desci. Teria que me aprofundar mais naquela espécie de porão... me detive por alguns instantes... porão? Porque uma caverna teria porão? A resposta não demorou muito tempo, mesmo na escuridão sentia as flechas dos caçadores e larápios passando bem próximas a minha pele. Eles escavaram um complexo conjunto de salas para servir como base para operações ilegais de caça e contrabando de peles... pobres animais...e, com Venore tão próxima seria fácil vender o material para comerciantes de artigo de luxo. Não podia me arriscar com os lobos e nem queria ficar ali sendo alvo de um campeonato de arco e flechas. Instintivamente me aprofundei na caverna a procura de um local onde pudesse me esconder até que as coisas se acamassem ou se esquecessem de mim. Foi quando me vi em um salão maior escavado na rocha. Não parecia com as salas anteriores, ouvi não parecia ter sido escavado, parecia uma caverna natural foi quando não muito longe ouvi um som estridente - "Shriiiek" Um calafrio tomou meu corpo. ... como me esquecer do som de um lagarto voador... como me esquecer de já havia sucumbido a eles nos meus primeiros dias nesse estranho mundo... É verdade que estava mais experiente e já havia vencido alguns deles em outras oportunidades mas não podia me descuidar... Pensei nas minhas opções, de qualquer forma caça-los me parecia a melhor das opções para passar o tempo ali e Palmito estava ansioso e agitado, uma caçada lhe faria bem... Ficamos um bom tempo ali. Quando as coisas pareciam mais calmas nos andares superiores saímos e retomamos nosso caminho para Ab’dendriel. Continua...
  18. Krisna

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    Eu e Palmito estávamos a bordo de um dos navios da Explorer's Society mas, infelizmente, o que fazia a rota para Yalahar. Descobri isso tarde de mais para voltar... Contudo, fiquei sabendo que no dia seguinte a minha chegada em Yalarar o mesmo navio seguiria para Svargrond em uma rota comercial. Estava com saudades de casa... Assim após quase um mês no mar, atravessando todo o continente, aportamos em Yalahar, aproveitei a estadia lá para rever Palimuth. Havia prometido continuar ajudando-o e seria uma boa oportunidade para isso. Com tantas aventuras eu realmente me esqueci do que haviam me pedido mas Palimuth não esqueceu. Eu deveria encontrar um poderoso druida eremita que perambulava por ali. Segundo relatos, a última vez que alguém o viu foi distrito do zoológico... fui para lá iniciar minha busca. Assim que desci as escadas de acesso ao distrito bateu o arrependimento de aceitar aquela missão... haviam aranhas por todos os lados!!! Me esqueci delas afff!!!!!! Aquelas coisas pernudas ainda me dão calafrio, mal consigo me concentrar para mirar a lança... ao menos Palmito se livrava delas com uma patada... e, assim segui procurando pelo druida em cada canto do zoológico até que .... Foi só um susto, de onde surgiu aquela monstruosidade? Precisava ter cuidado. Já havia procurado em tudo ali e nada do druida Tamerin... restava só um lugar: a Arena. Era um lugar perigoso, eu sabia disso... tentei colher informações com alguns dos gladiadores que usavam o local para treino... eles não eram nada amistosos... Sem poder contar com a ajuda dos gladiadores, segui sozinha em minha busca até que finalmente encontrei Tamerin no canto de uma sela. Ele não parecia feliz em ver outro ser humano... também pudera, com aqueles gladiadores lá e cima... Contei a ele que precisava de sua ajuda ele foi mais receptivo do que previ, mas condicionou a ajuda a duas tarefas, eliminar o líder dos gladiadores e conseguir uma espécie de elixir curativo para os animais doentes. Ele contara que o elixir era preparado por xamãs na distante nibelor... hehehe mal sabia ele que estava falando com uma pessoa que tinha a confiança dos bárbaros e conhecia os xamãs. E, como estava mesmo aguardando o navio para Svargrond, seria fácil cumprir esta parte da tarefa. Então, o que podia fazer no momento era procurar por Morik, o líder dos gladiadores. Perambulei pela arena mais uma vez. Ainda faltava a região sudeste da muralha para vasculhar e foi lá que, após uma porta, encontrei o Morik. Afiando suas laminas no que parecia ser um quarto de armas. O combate foi tenso, mas consegui derrota-lo. Como prova do meu sucesso, retirei dele o elmo e levei para o druida que se impressionou com minha bravura. Retornei para a cidade, agora era esperar o navio partir para Svargrond... Foi uma viagem tranquila, Chyll estava nos abençoando e não tivemos nenhum problema em navegar pelos mares do norte. Assim que aportamos, corri para Nibelor para conseguir o elixir encomendado. Aproveitando que estava ali, conversei também com Hjaern, ainda não havia tido oportunidade de lhe contar o que havia acontecido na viagem até Helheim e nem nos segredos que descobrira por la. Antes de retornar a cidade, passei em Siflind e comprei o tal elixir. Agora era retornar a Yalahar. Para isso, fui ao escritório da Explorer's Society buscar informações sobre os horários dos navios. Lurik me informou que o próximo navio comercial sairia em 3-4 dias... Mas enquanto aguardava ele precisava de uma pessoa com minhas qualidades para recuperar informações com um informante infiltrado em um acampamento de bárbaros selvagens que eles chamavam de Raiders. Aceitei a missão, passei em casa para me preparar e segui com Palmito. A região estava bem diferente... era de impressionar como o vento frio e as nevascas eram capazes de mudar tanto ta paisagem. Não me lembrava mais do caminho e Palmito estava meio enjoado para viajar na balsa do Buddel. Tivemos que ir caminhando, cortando a montanha gelada e nos deparando com diversos perigos dos quais Mamutes eram os menos perigosos. Por ter me perdido, tive que enfrentar diversos golens de gelo e, infelizmente, aranhas também... Dá pra acreditar que até naquelas condições essas pestes sobrevivem? O ar frio era capaz de cristalizar seu exoesqueleto o que as tornava ainda mais assustadoras... não queria ficar ali muito tempo... tratei logo de retornar a um caminho seguro. A saída não fora tranquila, encontrei mais golens de gelo e o líder deles estava determinado a acabar comigo. Consegui vencer mas minhas lanças acabaram... teria que voltar a cidade para pegar outras... Continua...
  19. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Aquele animal era magnífico onde a guerreira o encontrara? quando me virei para perguntar ela já havia desaparecido na densa vegetação. Meu coração ficou inquieto algo me dizia que iria demorar a reencontrá-la... Olhei em torno, não sabia onde estava... toda trilha me parecia igual... eu e Azeitona estávamos completamente perdidos. Andando a ermo me animei ao me aproximar de um grande portão. Finalmente, uma cidade! Mas a alegria durou pouco, alguns metros dali o chão cedeu e caímos em um estreito corredor escavado ao pé da montanha. Felizmente estávamos bem, mas muitos não tinham a mesma sorte. Ao redor pude ver um esqueleto, ele tinha o osso de uma das pernas fraturado e um diário cujas páginas, estranhamente estavam queimadas, as poucas linhas legíveis falavam uma grande caçada mas não consegui identificar a que. Espero que não sejam aranhas... essas cavernas escavadas na selva eram excelentes tocas para aquelas monstruosidades... fiquei dividida entre o medo e a curiosidade. Mas a curiosidade venceu... segui com Azeitona em direção ao sul, tímidos feixes de luz indicavam o ponto de ancoragem para que com a corda fosse possível chegar ao andar superior. Escalei e não demorou muito para descobri o motivo do diário ter as folhas queimadas... Haviam dragões por todos os lados!!!! Pude notar pelas paredes que estava dentro da montanha de rocha maciça e dragões usavam o local como ninho... assim que sentiram minha presença não hesitaram em vir defender seu território. Estava animada com a possibilidade de um bom combate. Lutar com dragões era sempre uma experiência perigosa e surpreendente, criaturas expendidas e sagazes. Me deparei com dragões de todos os tamanhos e idades e tremi ao me deparar com o alpha daquele covil. Um grande e feroz dragão vermelho que me armara uma emboscada... A luta não foi fácil, mas consegui retirar das entranhas dos dragões objetos preciosos que deveriam ter pertencido a aventureiros que não tiveram a mesma sorte que eu... Com todas as feras abatidas, era hora de retornar e procurar o caminho de volta a Port Hope. Foi quando um cintilante brilho dourado chamou minha atenção. Em uma câmaras do local havia um grande tesouro escondido. Então as historias que ouvira de meu avô eram verdadeiras, realmente dragões guardavam grandes tesouros!!! Infelizmente, não tive como carregar muita coisa comigo, haviam os itens retirados dos dragões e Azeitona também já estava cansado. Peguei o pouco que consegui e retornamos a selva. Já era noite e tudo ficava mais perigoso. Resolvi confiar nos instintos de meu amigo. Afinal Azeitona era um panda e aquela selva sua “cidade natal”. Afrouxei as rédeas e deixei ele decidir onde ir. Algum tempo depois, reconheci as pedras cinzentas, estávamos novamente na cidade dos macacos! Azeitona queria continuar mas o detive, estava cansada... e, seria mais prudente procurar um local seguro para nos abrigar e passar a noite. Ao menos foi o que pensei ao encontrar uma escada... Estava errada... ao descer dezenas de olhos amarelos surgiam na escuridão. Macacos saiam de todos os lados!!! Não era fácil me livrar deles, estava cansada e o peso dos itens recolhidos nos dragões parecia triplicado. Sem condições de combater a todos corria pelos corredores tortuosos tentando fugir das rajadas de energia mágica e pedradas... foi quando me vi cercada em uma sala sem saída. Não havia outra forma... teria que mata-los. Roguei a Chyll por forças e ele me atendeu. Consegui concentrar energia celestial suficiente para conjurar a magia e todos os macacos em volta ficaram atordoados e ficou mais fácil abatê-los. Exausta procurei me apoiar em um estranho monumento que estava próximo. Aquela escultura não parecia ser dali, lembrava mais os objetos que haviam na cidade desértica de Ankrahmun. Olhei suas inscrições e me lembrei do pedido de Angus, sim deveria ser daquilo que ele falava, ainda tinha comigo o diário queimado, tomei restos de carvão de uma pira próxima e copiei as inscrições... Foi só do que me lembro antes de apagar sobre o pelo macio de Azeitona. Acordei na cidade, diante de Angus. Azeitona havia me conduzido em segurança afinal. Mostrei a ele as inscrições, ele ficara impressionado com tudo aquilo mas precisava de um outro item, algo a ver com os élfos... Aceitei ajuda-lo mas estava com dó de Azeitona ele merecia um descanso! Foi quando percebi que Palmito também estava por ali... urso danado, havia pensado em tudo!!! Segui então para o porto com Palmito, seria bom mudar de ares. Tivemos que correr, o imediato do navio já dava sinal de que estava partindo... embarcamos sem saber pra onde... Continua...
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    O Destino de Krisna: Você decide!

    Saudades? Novidades em breve.... muitas aventuras desse período ausente para compartilhar! Espero que continuem ajudando em meu destino!
  21. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Cansados de travessias pelo mundo espectral sem conseguir um tesouro digno do desafio os guerreiros decidiram continuar a ajudar o capitão fantasma em outra oportunidade. De volta ao mundo real, cada um seguiu o seu caminho e eu também o meu. Tinha que encontrar o comerciante aproveitador... Apesar de me sentir explorada por ele estava curiosa se tudo aquilo valeria ou não a pena. Encontrei-o em Carlin, mais uma vez em uma taverna... desconfio disso... ou ele tem problemas com álcool ou se aproveita de que as pessoas por ali estão com suas faculdades mentais ateradas para explorá-las.... bem estranho... Contudo, ele não me pediu nada! Cumprimentou-me pelos esforços e persistência e... Wow!!! Queria comprar varias coisas de mim... enfim vi vantagem em tamanho esforço... Negociações finalizadas, decidi retornar a Port Hope, havia assuntos pendentes por lá. Precisava contar a Adams que havia concluído a tarefa de caça que ele havia me confiado. Não me surpreendi quando ele me informou que caçar as feras era só uma parte da missão. Mais uma vez, era necessário por fim ao líder das criaturas. Assim parti para o deserto. O local indicado por ele não era tão fácil de encontrar... mas consegui. E, dentro da tumba, derrotei o líder das criaturas de ossos... Mais uma etapa vencida, era hora de retornar a Adams. Admirado com meu empenho, dedicação e progresso ele me concedeu uma promoção! Contente pelo reconhecimento, decidi passar a noite ali. Procurei abrigo na estalagem do velho e bom Clark. Que mais uma vez me acolheu com uma rede confortável e gentilmente quis saber das minhas ultimas aventuras. Ainda na madrugada, acordei assustada. “- Vamos menina, levate-se!” Uma voz me chamava no escuro... não consegui ver de imediato quem era, mas reconheci a voz. Era a guerreira, Gabi Woodstock, mais uma vez me convocando... Ela estava ansiosa, contou que o sacerdote macaco estava a minha procura para um ultimo pedido. Mas, como ela sabia disso? Bem, seus poderes eram mais impressionantes do que eu supunha... Assim, chamei Azeitona e segui Gabi por um impressionante labirinto muito bem ornamentado que fora construído no subterrâneo da cidade dos macacos. Gabi não parecia se importar com as criaturas encontradas pelo caminho... Derrotava-as com uma facilidade de dar inveja... será que algum dia estaria no nível dela? E, de sala em sala, passando por campos mágicos, fui seguindo a guerreira e entrando cada vez mais profundamente naquele estranho local. Mesmo ela parecendo estar com pressa, não deixava de se preocupar com minha segurança. Atraia para si a atenção de todos os tipos de criaturas de forma que não me causassem danos. Confesso que fiquei sem graça, queria ajudar mas estava muito assustada pra isso... Em um dos andares, a feição da poderosa guerreira mudou... ela parecia preocupada e apreensiva... mas continuamos seguindo até que... Da escuridão próxima vi surgir meu pior pesadelo...Oito patas gigantes vindo em minha direção!!! OMG fora atraída para uma armadilha??? Aquele local era o inferno com certeza!!! Não pensei duas vezes... sai correndo pelo único caminho possível... Gabi não conseguia chamar a atenção da aranha... ela estava resolvida a me devorar! OMG!!! Pra que fui ir naquele local? Estava em pânico...lagrimas brotavam da minha face... queria sair dali... ao longe pude ver que a guerreira tentava segurar mais daqueles demônios de oito patas mas não conseguia conter o riso ... o que era tão engaçado? Eu com certeza não estava me divertindo nada com aquela situação... Queria ir embora... queria sair dali... não me importava com as outras criaturas, não importando o tamanho, não importava o numero de cabeça, se voavam ou rastejavam... mas aranhas... não... não dava... uma a uma Gabi as derrotava, até que não sobrasse nada além de carcaças no chão. Ela tentava me tranquilizar, em uma atitude fraterna de compaixão mas eu estava realmente em pânico... Passamos um tempo ali... eu esperando que meu coração desacelerasse e ela cuidando para que nenhuma outra criatura se aproximasse. Conversamos um pouco, ela me fez perceber que já tinha ido longe de mais para desistir. Estava perto do meu objetivo... tinha feito uma promessa a Hairycles e Gabi estava ali para garantir que eu a cumprisse...Assim, decidi prosseguir, mesmo que todo meu corpo desejasse o contrario... tremia dos pés a cabeça... Em um determinado ponto, Gabi me pediu para parar. Ensinou-me a garantir minha segurança e a aguardar ali até que me desse o sinal para usar a alavanca próxima. Obedeci. Instantes depois, ouvi sua voz a distancia na escuridão me dando a ordem. Ao acionar a alavanca a parede próxima a mim se abriu e antes mesmo que observasse a nova sala que surgiu diante de mim Gabi já estava ao meu lado... que rápida! Como ela fazia isso??? Na sala, facilmente reconheci a face do deus serpente que tanto afligia aos macacos e o destruí. No instante que o ídolo de pedra se desfez, um clarão se propagou por todo local... A sala era ampla, haviam algumas portas mas não consegui passar por elas...enquanto testava-as, Gabi me chamou, era hora de voltar a superfície. Pedi a ela que me mostrasse todo o loca. Ela coçou a cabeça, colocou a mão em meu ombro e delicadamente disse que ainda não era o momento... eu precisava ficar mais forte e hábil para poder percorrer todos os corredores e salas do local... mesmo com ela, seria perigoso pois eu ainda era inexperiente... Não havia o que fazer, aceitei minhas limitações e retornamos. As vezes Gabi me pregava peças.. sumia atravessando paredes que eu não conseguia... que poder era aquele? Será que eu poderia aprender a fazer aquilo? Sã e salva, escoltada pela guerreira, retornei ao sacerdote macaco para avisar que havia destruído a estatua do deus serpente. Agradecido pela minha ajuda ele me permitiu adquirir algumas esculturas especiais de seu povo e sugeriu que eu estava apita a iniciar-me no shamanismo...hã?! Nesta altura da aventura já estava cansada de tanto andar e das surpresas...só queria um canto para repousar... Assim, retornamos a cidade, eu, azeitona, Gabi e dois de seus amigos que ela me apresentou... ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Ajude a decidir o meu destino! Enquete no topo da página.
  22. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Acordei em casa e sem me lembrar direito do que aconteceu e de como sai da ilha... Resultado das muitas mortes? Maldição daquele local ? Não sei ao certo o que houve.... Morrer, sinto que não morri. Vagas lembras me indicam que não só consegui, derrotar as horrendas criaturas como também e sair da pirâmide e caçar os bonebeats... sim! Foi o que fiz... devo ter terminado a missão de Adams... e tinha a sensação de estar mais forte... Hummm Port Hope... forcei um pouco a memória...imagens aleatórias vem a minha mente... o sacerdote macaco...salas nas profundezas da terra... pé de cabra.... um gigante aterrorizante... hydras...tropeçar em uma pegada gigante...a ajuda de uma amiga para levantar.... Estava absorvida em meus pensamentos... tentando forçar as lembranças quando batidas na porta me fizeram voltar a realidade. Quem seria? Fui para a porta de casa... não costumava receber visitas... abri a porta ansiosa... senti uma corrente de ar passando por mim mas não vi ninguém... que estranho...Vendo-me na porta um dos Huskies veio até mim...Hora do lanche meu amigo canino! Será que você gosta de carne de dragão? Aproveitei para alimenta-lo... Estranhamente, o Husky estava agressivo. Realmente algo estranho estava acontecendo. E mais estranho ficou quando do nada a refeição do cão sumiu e pude ouvir, além de risos, barulho de alguém mastigando a carne... Seja lá quem for, apareça!!!!!! Gritei ao vento. Rindo muito da minha cara de assustada uma guerreira apareceu ao meu lado. Demorei um pouco para reconhece-la, estava com um traje diferente. Ela explicou-me que tinha adquirido mais poderes, estava mais rápida e ágil e que aquelas roupas favoreciam mais a movimentação do que andar por ai carregando os apetrechos de exploradora de cavernas. Pediu desculpa pela brincadeira com o poder de invisibilidade e suas feições mudaram...parecia seria e preocupada. Enquanto preparava algo para comermos. Ela me contou que coisas estranhas estavam acontecendo nas cidades...almas de piratas estavam por todos os lados e um navio fantasma foi avistado nas proximidades do farol de Thais. Ela precisava de ajuda para checar o que estava acontecendo e, quem sabe descobrir se a lenda sobre um antigo tesouro pirata que estava perdido no mundo inferior era verdadeiro ou não. Enquanto escutava sua narrativa, lembrei-me realmente de ter visto espíritos imundos pelas cidades que passe a procura de bênçãos. Confesso, estava um pouco perplexa... como é que eu poderia ajudar guerreiros tão notáveis? Não passava de uma simples aventureira desastrada que vive se metendo em encrenca... Ela notou minha insegurança e me deu apoio. Disse que tinha confiança de que eu era a pessoa que procuravam. Mas, como ela poderia saber disso? Deixando-me absorvida em meus pensamentos, ela rapidamente saiu da minha casa e sumiu... deixo-me um mapa com instruções para encontra-la... Confusa, esperei toda aquela informação assentar em minha cabeça. Como assim eu era a pessoa que estavam procurando? Como eu poderia ajudar? Bem, ela me deixou curiosa... chamei Azeitona e fomos para Thais, no caminho mais um imponente guerreiro passou por mim... ele era tão rápido que só vi o rastro de um besouro azul passar e me cumprimentar... Dirigi-me para a região apontada no mapa. Gabi estava lá confiante a minha espera. Ela me explicou que se eu ainda tinha alguma duvida de que era a escolhida para ir com eles a missão entre os dois mundos a cigana Smaralda revelaria. Um pouco desconfiada, aproximei-me da cigana, ela queria fazer uma consulta espiritual e revelar minha essência.... só assim seria definido se eu iria ou não com eles nesta jornada.... Por incrível que pareça... minha alma possuía a mesma força espiritual que os três fantásticos guerreiros que também iriam para o outro mundo...Como isso era possível? Como Gabi sabia? Seria mais uns dos poderes que ela conseguira com aquele traje especial? Olhei para Gabi, era estava sorrindo confiante... Realmente ela sabia....tendo a confirmação da minha essência Smaralda e Gabi me explicaram a situação. De tempos em tempos o limite entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos se estreitava. Isso tornava possível viajar entre os dois planos astrais. Então, tanto as almas imundas invadiam as cidades como humanos com habilidades especiais poderiam ir para o mundo dos mortos. Mas, para que humanos transitem entre os dois planos era necessário que fossem por meio de uma embarcação especial. Um navio espectral conduzido por um capitão fantasma que fora amaldiçoado a permanecer na eternidade navegando entre os dois mundos e jamais teria o seu descanso eterno. E, para a viagem entre os planos ser possível, energia espectral era necessária para ser o combustível do navio. Assim, precisaria coletar essa energia dos espíritos imundos que perambulavam pela cidade... Energia espectral coletada, era chegada a hora de ir para o outro mundo... estava ansiosa...concentrando-me na bola de cristal que havia na tenda da cigana rapidamente senti minha mente se expandindo, meu corpo ficando leve e, instantes depois, estava em uma sala... Os putros escolhidos já estavam lá esperando por mim... Wow!!! Beatrix e Vand!!? Por alguns instantes, achei que a cigana estava errada... eu não poderia ser digna de estar ali com eles... não mesmo...eu não era ninguém...como pode? Foi uma avalanche de sensações que cheguei a ficar atordoada... ansiedade, excitação, medo...eles contavam comigo mas será que conseguiria corresponder a altura? Buscando me acalmar... dei uma volta pela sala...havia um extenso manual e um campo de energia com a indicação de saída... Confesso que pensei em passar por ele... mas , estava curiosa para conhecer o outro mundo e não queria decepcionar os guerreiros... Um pouco mais calma, me posicionei no local indicado e instantes depois, estávamos na embarcação. O capitão fantasma nos aguardava na ponte. Ele explicou que poderia fazer nossa travessia para a ilha onde o tesouro poderia ser encontrado. Mas, navegar pelo reino dos mortos era perigoso, ainda mais com humanos a bordo, as águas e criaturas espectrais eram traiçoeiras e ele não contava mais com sua tripulação. Então, para navegar naquelas águas, eles precisaria de nossa ajuda. Descemos aos decks,me pediram para cuidar do piso principal. Vand explicou-me a tarefa... cuidar do núcleo vital da embarcação e utilizar os canhões para combater ameaças aéreas... Que???? Como assim, cuidar do núcleo central do navio? Mas, agora não havia mais volta... tinha que me empenhar e dar o melhor de mim...estava em pânico com a responsabilidade mas não poderia fugir da minha obrigação... estavam confiando em mim... Alguns minutos depois de Vand me instruir, e me deixar para assumir seu posto, o comandante fantasma deu voz de comando e nossa viagem se iniciou... estava tensa... mas atenta as minhas obrigações... O instinto de azeitona ajudava a pressentir a ameaça dos morcegos fantasmas antes que chegassem perto...o nervosismo inicial atrapalhou um pouco... mas conseguimos completar a travessia algumas vezes... quanto aos tesouros não tive muita sorte...nada além de moedas de platina...
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    O Destino de Krisna: Você decide!

    Do fogo e enxofre para a neve e gêiseres... muito estranhos aqueles ingredientes... contudo não tinha muita escolha a não ser cumprir com o prometido... Assim, meu próximo destino seria a ilha dos dragões de gelo... Buddel já havia me levado lá por engano... como esquecer... será que desta vez ele esta sóbrio? Bêbado irritante... mais uma vez me levou aos locais errados se aproveitando para pegar o meu dinheiro... na certa para financiar seu vício...Enfim, ilha certa...coletava um pouco da aguar fervente que borbulhava das entranhas da terra congelada quando uma ideia me veio a mente... recentemente, fora capaz de enfrentar dragões... será que conseguiria combater os daquela ilha??? Nem pesei nos riscos, corri para as escadas... Mal atingi o platô uma das criaturas já estava a minha espera... era uma fêmea, estava com seu filhote e tal qual uma galinha choca, veio defender seu território... não foi uma batalha fácil... mas não estava com tanto medo quanto da vez anterior...estava aprendendo a lidar com dragões... Sentindo-me confiante, o que é um perigo, decidi andar pelo local... Decepcionante... muitos dragões mas todos mortos... Alguém estava a caçar por ali e... não cheguei a completar o raciocínio... uma baforada fria gelou minha alma... olhei sob o ombro e de uma fenda próxima surgiram dois dragões, viam ávidos em minha direção... não tive outra alternativa a não ser correr de volta a segurança da superfície da ilha... Aquela ilha era realmente perigosa... não deveria me demorar ali. Recorri a Buddel para retornar a Svargrond. Novamente ele me enrolou...e após algumas ilhas e vindas desastrosas estava novamente na cidade consegui o último ingrediente e fui entregar a Nilsor os ingredientes, satisfeito com meu desempenho, ele colocou seus trenós e cães a minha disposição sempre que fosse necessário, teria apenas que cuidar deles e também alimentá-los a cada viagem. Gostei de ouvir aquilo... andar pelo gelo é desgastante e perigoso. Antes de deixar a ilha, fui com Azeitona me despedir dos shamans. Hjaern me parecia aflito. Ele me contou que os espíritos estavam inquietos. Ele tinha ideia do que estava acontecendo mas n poderia investigar...Contou-me que uma das ilhas congeladas próximas, Helheim, estranhas criaturas desafiavam o limiar entre a vida e a morte conduzindo e experimentos sórdidos. A simples menção ao nome da ilha deixou-o perturbado... estava claro que seu povo abominava aquele local...apesar de Chyll me proteger, eu não fazia parte daquela cultura nem compreendia todos os mitos e lendas... então, como tudo que ouvia não me atingia, me ofereci para ir até a ilha amaldiçoada... Dessa vez Buddel estava mais sóbrio e a viagem correu sem imprevistos. A ilha parecia pequena. Apenas uma pequena colina ao centro. Como Hjaern havia me falado de mortos-vivos, não me surpreendi em encontrar alguns deles perambulando por ali... Não me demorei com eles, não acreditava no que falavam de maldição, contudo, também não queria dar chance de estarem certos.... Assim, seguindo as orientações do shaman, me dirigi para o interior da caverna, precisava alcançar o nível mais profundo... O local estava repleto de mortos vivos, entendia agora a preocupação de um povo tão voltado a espiritualidade. Segui com cautela, a cada escada para um nível inferior, mais perigoso ficava e, algumas vezes, foi necessário recorrer aos poderes divinos e runas para minha proteção e para me dar forças. As chamas eram providenciais, não só para afastar as criaturas sombrias como também para iluminar o local...pude ver que, além, das carcaças animadas de criaturas, também haviam por lá olhos flutuantes...tal qual os dragões, eles estariam por todos os locais??? Precisava ter cuidado... Desci mais um nível, o ar parecia estar mais rarefeito. Estava em um imenso salão, a penumbra não me permitia ver muito longe, mas dava pra perceber que era um local bem mais amplo que as galerias anteriores. Das sombras, a todo instante, surgiam mais pilhas de olhos animadas e olhos flutuantes a me atacar... Prossegui com cuidado e atenção, não desejava sucumbir ali. Seja lá o que for que estava acontecendo, não queria que meu corpo se tornasse parte de nenhum ritual... Assim, cheguei a base de uma pirâmide negra. Subi. Adentrei em seu interior. Mal pude acreditar no que estava diante de meus olhos.... criaturas ainda mais horrendas invocavam seres sombrios sanguinários...Era isso o que o shaman temia? Tinha que viver para contar pra ele.... Continua...
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    O Destino de Krisna: Você decide!

    O próximo ingrediente era um pouco estranho... um tipo especial de enxofre, colhido de fontes de lava inativos... onde conseguir isso de forma fácil? Havia passado por vários locais com lava e enxofre, mas onde ir? Perguntei em Port Hope e me falaram que havia algo do tipo no caminho para a ilha de Fibula... hummmm Hairycles também havia me pedido um cogumelo especial para sua poção que crescia nesta ilha... estava decidido... aproveitaria a viagem para procurar as duas coisas. Assim, segui para Thais e, de lá para o sul, onde me indicaram ser o acesso para a ilha. Segui pelo caminho indicado, a cada nível ficava mais quente e o cheiro de enxofre piorava. Finalmente, cheguei ao nível da lava e coletei o item para o remédio dos cães. Agora era seguir para a ilha... Segui pelo caminho único e novamente estava na superfície. Era um local pitoresco, na superfície muitos lobos. Andei pela ilha a procura dos trais cogumelos... nada. Ninguém me informava coisa alguma... o sacerdote primata me falou de uma masmorra subterrânea mas não havia pistas de sua entrada... Andando mais um pouco, me deparei com um mendigo. Ele me pediu ajuda ajudei com algumas moedas e ele continuou pedindo... me instigava para continuar fazendo doações e cai no golpe dele... em alguns instantes estava mais pobre e, em mãos uma chave velha esculpida em madeira....Aff o que faria com aquilo?? Durante a conversa, o mendigo mencionou Dermot. Havia passado por sua loja. Resolvi ir até lá. Dermot me informou que no subterrâneo do vilarejo havia um covil que abrigava varias criaturas perigosas... e, por causa do risco para o vilarejo, foi selado por uma porta. Ele poderia me fornecer a chave, contudo, era mais explorador que o mendigo...Bem, não comentei que tinha conseguido a chave... agora era localizar a misteriosa entrada.... Andei mais um pouco pela ilha e nada além de lobos...Cansada retornei para os muros protegidos da vila. Azeitona parecia igualmente exausto e se dirigiu para um poço. Tentei retirar água mas estava seco... estranho. Como pode um poço estar seco se ao lado há uma fonte? Inclinei-me da borda para ver melhor. OMG!!!! Aquilo não era um poço! A estrutura estava camuflando uma escada. Desci juntamente com Azeitona. Estávamos, agora em uma galeria repleta de aranhas. Buscando me livrar daqueles insetos asquerosos, acabei em um beco sem saída... na outra margem do curso d’água...uma porta! Meu coração acelerou precisava chegar até ela... Consegui. E, diante dela, testei a chave. Bingo!!!A porta se abriu para uma pequena sala com vários esqueletos, sinal de que desafios me aguardavam... Da sala uma escada me levou para um nível ainda mais subterrâneo. Uma outra sala com varias portas... cada uma delas com desafios diferentes...uma com orcs, outra com vermes... outras ainda me levaram a becos sem saída... E, uma outra porta ainda, me levou a um covil de olhos flutuantes... aff estava farta deles... pelo menos eram dos comuns...Contudo, dessa vez a sorte sorriu pra mim... encontrei o que procurava! Cogumelo na mochila, era hora de voltar...Mas, havia mais uma porta... passei por ela e uma placa aguçou mais ainda minha curiosidade... tesouro!!! O que haveria ali? Mais uma vez, traída pela impulsividade... me vi em um caminho sem volta... Bem... até havia uma ultima oportunidade ... mas ignorei. Passei pelo campo mágico e, realmente, não teria como voltar... não por ali... ou descobria outra saída ou sucumbia e ganhava mais uma passagem para Svargrond... Em um salão pequeno e escuro, fui recebida por minotauros... Minotauos e becos sem saída... foi tudo o que encontrei. E agora? Como sair dali? Não gostava muito da ideia de estar presa mas também não estava tão desesperada ao ponto de me atirar na lava incandescente... Retornei ao ponto de entrada e as salas pelas quais havia passado... deveria haver algo que me passou desapercebido...Sim, havia uma possibilidade... notei uma estreita e discreta faixa de terra sob campos de fogo... Lembrei-me do sacerdote que me dava a bênção na cidade dos anões... precisava andar pelo fogo para chegar nele...tentei... e tive uma surpresa! Estava eufórica, com a chave dourada em mãos, corri para a porta. A saída!!!! Contudo, minha alegria durou pouco... haviam mais desafios pela frente... Enquanto eram só minotauros estava bom... em meio as pedras... eis que, de um beco, surgiram dragões... meu coração se estremeceu... havia morrido para eles recentemente... sabia o quão perigosos eram... Precisava ter cuidado ainda mais se houvessem.... sim não demorou muito para descobri que os terríveis dragões vermelhos também estavam por lá... O covil era enorme por todas as partes surgiam dragões...Tesouro que é bom não encontrei... mas, dos corpos de aventureiros que ali sucumbiram, consegui pilhar itens interessantes... Em um dos pontos do covil, mais uma porta lacrada...contudo, era muito perigoso continuar ali sozinha por ali para tentar abri-la... mais dragões poderiam surgir e ainda não sabia onde era a saída... andei mais um pouco e encontrei um campo mágico passei por ele... Enfim, um local seguro, poderia sair dali. No caminho de volta, estranhei... a porta que dava acesso aquele local estava aberta. Eu tinha certeza de que a tinha trancado... será que fui seguida por alguém??? Se fui seguida não sei... mas mais uma emboscada me esperava na saída... Dessa vez as bênçãos funcionaram... não me levaram nada... em agradecimento, retornei aos templos para mais uma oferenda aos deuses... Continua...
  25. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Como estava em Svargrond, aproveitei para dormir no conforto de casa após refazer as bênçãos. Na manha seguinte, olhando em meu diário de viagens notei que estava devendo itens para o shaman. Durante todo este tempo e aventuras havia conseguido coletar as patas que ele pediu. Entreguei as patas de urso e ele me pediu mais coisas. Olhos de bonelords e barbatanas de peixes... Onde conseguiria isso facilmente? Conversando um pouco fui informada que haviam descoberto um novo covil dos olhos flutuantes em Liberty Bay. Hummm... Liberty Bay...havia morrido lá para estranhos seres subaquáticos que estranhamente andavam aos montes próximos as plantações... será que as barbatanas deles serviriam? Segui para a pacata ilha de Eleonore. Gostava daquela ilha. Fui com Azeitona e seguindo as indicações dos moradores chegamos a entrada do covil. Desci com cautela. Estava muito escuro, a luz esverdeada da minha estrela produzia um efeito atormentador. Não sabia mais o que era seu brilho reluzindo nas paredes rochosas ou vultos das criaturas ali existentes... O covil era grande e assustador. Alguns pontos apreciam altares de adoração outros câmaras de sacrifícios. Haviam olhos flutuantes de varias gerações. Todos ávidos por combate, sedentos de sangue... meu sangue....e se comunicando por uma linguagem desconhecida. Mas, aqueles seres eram inteligentes e traiçoeiros... sem perceber fui levada a uma emboscada audaz. E, minha carcaça, passou a integrar o cemitério de ossos que ali existia. E, novamente, recorri aos sacerdotes para ser abençoada... será que estas bênçãos valiam realmente? Chegava a duvidar tamanho o meu azar... Terminada a peregrinação, retornei a Liberty Bay. Mas não fui ate o covil dos olhos flutuantes, preferi procurar pelos estranhos peixes. Andei um pouco sem destino pela plantação. Onde eles estavam? Eram tantos...Já pensava em desistir quando, ao caminhar pela costa oeste me deparei com estranhas ruínas... na superfície, criaturas marinhas... Desci as escadas com cautela... e, lá estavam elas, as tais estranhas criaturas que estava procurando... Passei um bom tempo ali e consegui o que precisava e outros itens também... Era uma bela região, tentei minha sorte abrindo uma concha gigante que havia ali mas, consegui apenas um corte na mão. Itens conseguidos, era hora de criar coragem e enfrentar novamente os olhos flutuantes... Sabendo dos perigos e artimanhas fui mais preparada e não me deixei enganar...Tentaram apelar para meu instinto maternal, me fazendo seguir um pequeno olhinho carente que ali estava mas dessa vez não cai no truque... Contudo, acabei me perdendo e encontrando um local ainda mais perigoso. Um outro tipo de olho flutuante me aguardava...e, ele não estava só... era capaz de invocar criaturas das trevas sanguinárias... tentei correr, tentei me livrar delas por meio das runas mas era tarde demais... Instantes depois, estava novamente em Svargrond... Ao menos, consegui os itens para Siflind, que para completar me pediu uma escama de dragão... Felizmente, havia conseguido uma delas durante minha passagem pelo covil dos dragões e pude, enfim, completar minha missão. Já me preparava para retornar a cidade quando descobri que Nilsor também precisava de ajuda. Seus cães estavam adoecendo e ele precisava de ingredientes para preparar um medicamento. Os ingredientes necessários podiam ser encontrados em várias regiões do mundo... Como teria que percorrer o mundo para refazer as bênçãos, decidi ajudar... E, lá fui eu para mais uma aventura... Continua...