Krisna

NPC
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Krisna venceu a última vez em Agosto 3 2016

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Reputação

517 Excelente

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Sobre Krisna

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    Boba da Corte

Informação do Perfil

  • Sexo:
    Não especificado

Personagem

  • Vocação:
    Retired
  1. Krisna

    Contrato entre Cipsoft e OT´s

    Hauopa! No dia 01 de março o Tibia.Fandom.com entrevistou o gerente de produto do Tibia, Delany. Dentre algumas interessantes a que mais nos chamou atenção foi sobre o vazamento de um contrato entre a Cipsoft e Open Tibia Servers (Servidores OT). Curiosamente a resposta da Delany, confirmou o vazamento veja: "Assim que estivermos prontos para compartilhar informações publicamente, nossos CMs usarão os canais apropriados para levar isso à comunidade." Assim, efetuamos mais pesquisas e localizamos o contrato vazado: https://imgur.com/a/D1F1I9G Este contrato foi originalmente postado no dia 08 de Novembro no Reddit: https://www.reddit.com/r/TibiaMMO/comments/9veaf1/cipsoft_is_licensing_out_the_tibia_ip_to_partners/ Em nossa reportagem, apuramos que a Cipsoft entrou em negociação com pequenos Servidores OT, já outros servidores antigos e que possuem mais jogadores online não foram procurados. Os entrevistados (que iremos manter anônimos), afirmam que o valor de 30% no contrato é muito alto e o retorno oferecido pela Cipsoft seria pequeno, alguns acreditam se tratar de uma estratégia da empresa, onde em primeiro momento se aliam com pequenos para depois irem aos grandes. Uma curiosidade é que no momento que está noticia foi escrita 13.739 jogadores estavam online no Tibia, enquanto outros 12587, estavam online em 375 Servidores OT. Totalizando mais de 26.000 jogadores. E você o que acha desta nova abordagem da Cipsoft? Como será que esta possível parceira com Servidores OT afetará o Tibia como um todo?
  2. Krisna

    Novos Mundos Retro Open PvP!

    Atenção Tibianos! Noticias empolgantes para todos os apreciadores do antigo sistema Open PvPV e para aqueles que querem enfrentar os desafios que novos mundos têm a oferecer! Na Quarta-feira, dia 08 de Agosto, os seguintes mundos Retro Open PvP serão lançados: Pyra (EU), Carnera (NA) e Nossobra (SA) Estes mundos serão protegidos pelo BattlEye e fechados para transferência por um tempo considerável. Mas, atenção, dependendo de como a população destes novos mundos se desenvolver, é possível que estes mundos sejam abertos para transferências, ou até mesmo fundidos com outros mundos em algum momento no futuro. Por último e não menos importante: Inicialmente, somente jogadores premium poderão jogar em Pyra, Carnera and Nossobra.
  3. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Como era enfadonho seguir incontáveis vezes, e, novamente, a rota para conseguir as bênçãos... Por vezes o pensamento de desistir vagava em minha mente. Contudo, já haviam me alertado que andar por aquele estranho mundo sem a proteção de suas divindades seria mil vezes pior... Percorria os conhecidos caminhos perdida em pensamentos que mal notei que me encontrara em um local completamente estranho. Tinha certeza de que concluíra a benção da terra e do fogo e tinha tomado a embarcação para Cormaya a fim de visitar Eremo mas... onde é que fui parar??? Há 3 anos nessa jornada... como ainda seria capaz de errar aquele maldito caminho?... Estava em uma espécie de salão escavado em rochas...coisas de anão, pensei... Estava certa, não sem demora avistei um anão-guarda. Ele parecia eufórico com minha presença ali. Seu nome era Ongulf e, na verdade, ele era o líder de uma expedição. Ele contou que os recursos ao redor de Kazordoon estavam escassos. Bem na verdade eu acho que ele quis dizer que recursos do subsolo, pois ao que me lembre aquela cidade de anões era infinitamente subterrânea... Enfim, eles tinham de alguma forma aprimorado o sistema de transporte subterrâneo e estavam a procura de novas regiões para explorar. E, nessa busca, chegaram até aquele local, um continente novo e, até aquele momento, aparentemente desconhecido tanto para os anões quanto para os humanos. Bem, minha curiosidade fazia com que eu não prestasse muita atenção no que a pequena criatura estava falando. Mas, enquanto olhava aquele imenso salão e o que parecia ser o esboço de um posto comercial avençado o que consegui entender é que os anões estavam interessados nos minérios raros que haviam ali e, por isso, iniciaram o projeto Far Mine – mina distante. Como era de se esperar, aquela falação toda não era só para enaltecer a astúcia dos anões, ( o ego deles, certamente, era inversamente proporcional ao tamanho)... Não tardou muito descobri as verdadeiras intenções por trás a animação ao me ver. Ele queria ajuda, aquele projeto seria muito dispendioso precisaria de recursos, apoio politico e também pessoas dispostas a explorar o local e conseguir esses contatos... Afinal, os anões não podiam deixar a extração nas minhas para fazer essas coisas... Pois bem, já que estava ali e realmente curiosa pra conhecer mais aquele local aceitei ajudar. Ongulf precisava que alguém desbravasse o exterior da montanha a procura de uma rota segura para o continente em si. Claro, seria mais barato tirar recursos para subsistência daquele lugar do que indo e vindo com os barcos – pensei. E assim, lá estava eu, subindo em direção ao cume da montanha em uma engenhoca construída pelos anões... Isso tenho que admitir, como são engenhosos pra fabricar esses anteparos... Andei um pouco pela montanha, deserta... em um certo ponto o caminho parecia não ter saída, me lembrei de uma das primeira magias que aprendi a dominar e após mentalizar as palavras magias estava eu um patamar a cima. Continuei andando, alguns frisos nas rochas pareciam degraus, será que foram esculpidos propositalmente? Se sim, teriam sido feitos pelos os anões ou alguma outra criatura? Pensava enquanto andava e novamente outro beco sem saída: Exani hur down! E estava em baixo... Segui em minha exploração e encontrei o nível do mar!!! Parecia estar em uma estepe, vegetação seca e rala... senti uma hostilidade no ar... temi por aranhas... temi mais ainda pois me lembrei que estava sem as bênçãos... não seria prudente me aventurar por terras desconhecidas sem a proteção dos deuses... Por mais que meu impulso fosse continuar... resisti a ele e retornei. Ongulf escutou meu relato com atenção, mas pude notar que algo em seu olhar indicava que ele já sabia o que havia nos arredores. Estaria me testando? Estaria se certificando que eu daria conta do que estava por vir? De qualquer forma, ele precisava de mais madeira e mão de obra e para isso seria necessário ir ao velho continente. Aceitei ajuda-lo e assim garantir minha passagem de volta... mesmo pagando por ela... Após alguns dias de viagem pelos rios subterrâneos foi bom estar de volta a Kazordoon, subi rapidamente para a superfície para renovar o ar em meus pulmões. Próximo as minas, encontrei Melfar, como todo anão, sempre rabugento... Informei a ele as necessidades de Ongulf nas “far mines” ele pareceu surpreso com o fato deu ter chegado até lá. Conversamos um pouco, mas, ele não poderia ajudar... poderia até ceder alguns “homens” para ajudar Ongulf mas todos estavam ocupados de mais para cortarem madeira. Fiquei um pouco desapontada em não conseguir plenamente a ajuda, o anão percebeu, coçou a barba e me contou um habito estranho dos anões. Segundo Melfar esquilos gigantes habitavam aqueles campos eram grandes o suficiente para derrubarem as árvores e os anões se divertiam tentando monta-los como se fossem uma espécie de rodeio. Ele me passou um liquido capaz de servir de isca para esses roedores e me orientou a usa-lo para marcar algumas árvores, se houvesse esquilos por perto, eles apareceriam e derrubariam as arvores, assim, quando tivessem tempo os anões poderiam apenas recolher a madeira que estava no chão... Confesso que nunca imaginei que anões fossem tão preguiçosos... bem, já que estava lá mesmo... fui atrás dos esquilos... Tenho que confessar que foi uma aventura divertida... nunca pesei que esquilos fossem tão nervosos nem tão rápidos. Só tive problemas em uma das árvores. Ela estava no território e lobos e eles não gostaram muito do cheiro da isca de esquilo sobre suas próprias marcas... Retornei a Melfar que me deixou no vácuo... sua resposta foi um “quando der enviarei a ajuda”. Não foi o que eu esperava... Será que Ongulf entenderia? Haveria a possibilidade dele pensar que eu não me empenhei em ajuda-lo? Anões podem ser perigosos quando ficam com raiva... temerosa, retornei ao novo continente. Durante toda viagem não pude deixar de pensar em anões montando esquilos como se fossem touros bravos ou mesmo cavalos selvagens... sempre que penso nisso começo a rir... Dias depois, chegando em Farmine não pude deixar de notar que os anões haviam progredido um pouco mais na estruturação daquele local. Cidades de anões, apesar de subterrâneas são sempre esplendorosas e com aquele local não parecia ser diferente. Expliquei a Ongulf que a ajuda não seria imediata, mas que chegaria. Para minha surpresa, ele não pareceu se importar com a demora, estava mais preocupado com algo que reforçou minha impressão anterior. Ele sabe que há algo lá fora! Segundo Ongulf seus vigias encontraram invasores e os perseguiram a noite pela montanha mas eles conseguiram despistar os guardas. Aquela historia aguçou minha curiosidade e decidi explorar a montanha em busca dos tais invasores. De fato, eu sabia como descer a montanha, mas ainda não havia indícios de como alcançar os patamares mais altos e, a possibilidade de haver algo escondido lá em cima era real. Sem pensar muito lá estava eu explorando, novamente a montanha. Olhava com atenção cada eminência, cada desnível e ponta de pedra na esperança de haver um ponto para ancorar uma corda ou mesmo usar de magia... Nada além dos que eu já conhecia... Já pensava em retornar quando um detalhe do que Ongulf contara me veio a mente... “as sombras sumiram próximas a uma trepadeira”...Eu havia visto uma planta assim! Corri para o local... A erva se trançava como uma rede e sim, seria perfeitamente possível subir por ela, então tudo começou a fazer sentido... As pernas dos anões eram curtas para conseguir alcançar a primeira alça mas para mim estavam facilmente a altura. Bem, uma coisa era certa, seja la o que estiver lá em cima, é mais alto que um anão e tem mãos para conseguir se erguer e escalar aquela escada de cipós... Ao final da escada natural, uma pequena e sinuosa trilha atraia minha vontade. Segui por ela e apenas ao me deparar com o que parecia um conjunto de cavernas a realidade na qual me encontrava tomou meu consciente e gelei. Estava diante de um desafio desconhecido, sem bênçãos e o pior sem lanças!!!! Roguei a Chyll para me proteger e para que, seja lá o que encontrasse, fosse pacífico e/ou lento o suficiente para permitir que eu escapasse ilesa. E, claro também pedi para não encontrar aranhas ... A medida que prosseguiam mesmo receosa, percebi que naquele conjunto de cavernas havia uma certa organização, como se fosse um tipo de civilização. Notei que vultos sumiam das minhas vistas como que açúcar se dissipando em água. Bem, ao menos, seja lá o que forem, estava com mais medo de mim do que eu deles... E, algumas vezes, ouvia perdidos no vento, sons que pareciam conversas mas que eu não conseguia entender a linguagem. Andando mais um pouco me vi diante de uma caverna maior, la dentro, um homem, se é que posso chamar assim... Suas vestimentas lembravam as dos meus amigos bárbaros de Svargrond, mas seus traços físicos e feições eram mais rudimentares e grotescos. Ele me olhava com curiosidade e arriscou contato comigo em meu idioma. Ainda que em uma linguagem bastante primitiva, consegui entende-lo. Ele se chamava Lazaran, era uma espécie de líder ali. Ele e seu povo estavam assustados com tanto movimento na montanha mas queriam paz, ele queria proteger seu povo e não desejava comflito com os “homens pequenos”. Fiquei aliviada... também não desejava conflito algum ainda mais nas condições que estava... Ele me estendeu o que parecia um cachimbo e fez sinal para que eu tregasse seja lá o que estivesse sendo queimado ali... Aceite puxar um...., bateu rápido... tudo girou... Continua...
  4. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Minha intuição estava correta, o ancião Yalahari estava testando meu comprometimento com sua causa. Impressionado com a prontidão com a qual lhe entreguei a esfera mágica carregada com energia espectral, por pouco, Azerus não deixou escapar mais detalhes sobre as verdadeiras intenções de tudo aquilo. Objetivo alcançado, agora teria que convencer Palimuth de que a decisão tomada era a melhor. Ele certamente não ficaria feliz por não ter liberar as almas mas, em toda guerra a perdas... O que é sacrificar algumas almas diante da possibilidade de conquistar a confiança daquele ancião? Perdi algumas almas mas se descobrisse seus planos... quem sabe não conseguiria impedir um mal maior? Espero ter tomado a decisão correta... minha cabeça estava a mil com tudo aquilo mas o Yalahari não me dava tempo para assimilar tudo... ele não parava de falar... quaras??? Área submersa??? WTF??? Ainda atordoada dirigi-me a Palimuth... Apesar de não concordar ele entendeu minha opção de entregar a esfera para Azerus Ufa! Na verdade, ele não rendeu muito o assunto. Quando mencionei a respeito da intenção de matar os lideres quaras ele pareceu preocupado... Em dúvida sobre o que fazer e temendo esse novo desafio, deixei oi edifício onde estava Palimuth sem direção certa. Olhava para o leste, em direção a parte submersa da cidade, contemplando o horizonte quando uma movimentação no porto chamou minha atenção, Ultima chamada para o navio que estava partindo para Port Hope. Decidi dar um tempo de Yalahar e retornar a floresta... Angus ainda queria minha ajuda com algumas explorações e, provavelmente, alguém da Explorer Society poderia ter informações sobre os tais quaras... E, também queria me encontrar com Grizzly Adams... ele sabia do meu medo por aranhas e certamente se divertiria muito com minhas últimas aventuras... Como sempre, Angus era receptivo quando queria algo de mim... e, não tratou de me enviar a mais uma missão dessa vez a Edron... em um local subterrâneo que, ao que parece, fora construído por uma antiga seita... Me animava a ideia de conhecer locais novos, aceitei prontamente! Mas, mal sabia eu que a selva me pregaria uma peça... por mais que tivesse passado as últimas semanas tendo que lidar com aranhas gigantes não havia nada que me fizesse me acostumar com elas... definitivamente, aranhas não tinham que existir, nem as grandes nem as pequenas. E aqueles demônios de oito patas pareciam me perseguir... tantas criaturas para encontrar na selva e advinha o que me aparecia? Aff... Meu reflexo imediato foi correr para me livrar delas, foi quando sem perceber estava em uma parte mais densa da vegetação. Ainda tentando despista-las, vi entre as folhas o que pareciam ruínas de um templo abandonado. Perfeito!!! As pedras acinzentadas cobertas de musgo e resistindo sinais da erosão continham detalhes entalhados que eu já vira antes, contudo não me detive em olhar entre os arbustos no chão percebi uma escada. Imaginei ser minha salvação, desci sem nem pensar duas vezes... foi meu maior engano... Aranhas de todos os tipos surgiam da escuridão, aquelas patas peludas me davam calafrios cada vez que sentia-as próximas a minha pele. Estava paralisada pelo medo, não adiantava lutar, eram muuuuitaaaasssssss.... Roguei a Chyll, fechei os olhos e entreguei meu destino a Palmito Mas, antes não tivesse feito... Palmito não conheci a selva tão bem quanto Azeitona... Na verdade ao invés de me usar seus instintos e me tirar dali ele acabou entrando mais fundo ainda nas galerias. Era um leão acostumado com catacumbas e, para meu azar, seu impulso foi abrigar-se nas salas mais profundas. Assim, novamente estava as voltas com aranhas gigantes. Palmito parecia ressentido, percebera meu pavor, mas não havia nada que ele pudesse fazer sozinho, então segurei firme minha lança e fui ajuda-lo na batalha. Apesar do medo, com nós dois combatendo imaginei me livrar mais rápido daquela situação. A adrenalina circulava freneticamente por todo meu corpo, e seus efeitos combinados a doses de veneno de aranha não me fizeram bem... senti os sentidos me deixando um a um até que tudo a minha volta escureceu Sabia o que aquilo significava, la estava eu novamente em Svargrond e a caminho das bênçãos. Ao menos, tinha saído daquele local... Continua...
  5. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    O tempo as vezes nos prega peças... Aguardem por novidades.... Mais aventuras e atualizações desse período ausente para compartilhar! Espero que continuem ajudando em meu destino!
  6. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Pensei em minhas possibilidades e, por mais que aranhas me dessem calafrios na espinha e o pavor tomasse conta de todo meu corpo paralisando minhas decisões, enfrentar aqueles demônios de oito patas parecia o mais prudente a ser feito... ao menos sabia o que estava prestes a enfrentar... Sai do jazigo, respirei fundo e subi as escadas. Lá em cima tarântulas me esperavam. Estavam agitadas, sentiam meu medo e isso atraia cada vez mais delas. Tentei correr entre elas enquanto procurava a cerâmica especial. Estava em um galpão amplo, com apenas algumas colunas e assoalho de madeira... em alguns pontos pó de pedra caia do teto. Nada naquele andar, era hora de buscar coragem para subir a escada em caracol. Lá em cima, o frio piso de pedra sabão com fileiras ocasionais de mármore preto só não estava mais gelado que a sensação que percorria meu corpo. Eu sabia o que havia ali... aranhas enoooooooormes!!!! Não eram muitas, mas eram espertas e rápidas. Tentei ser discreta para não chamar a atenção delas, mas não deu muito certo. Não demorou muito a ouvir patas apressadas riscando o mármore atrás de mim. Corri como louca pelo salão.tentando mantê-la afastada e ainda me concentrar para atirar as lanças na direção correta. Demorou um pouco mas consegui matá-la. E, para minha surpresa e alegria, havia uma estranha cerâmica bem no centro! Passei pelo azulejo, utilizei a esfera e nada aconteceu... a empolgação deu lugar a uma profunda decepção...teria que continuar minha busca e ... enfrentar mais aranhas... Aquele local não estava me fazendo bem... a adrenalina provocada pelo medo fazia o veneno das aranhas circular mais rápido... estava tendo períodos de ausência e, quando recobrava a consciência, a dor de cabeça era forte em uma amnesia parcial faziam com que eu me desorientasse ... E, desorientada, a busca nas torres da antiga catedral transformou-se em uma incursão sem fim...A cada ausência me esquecia de onde já tinha procurado e tinha que recomeçar do nada... não sei quanto tempo estava fazendo aquilo... Mas era enfadonho e não aquentava mais ver as malditas aranhas... As lanças estavam acabando, não havia o menor sinal de outro azulejo por ali mas, realmente, não fazia ideia se já tinha procurado em todos os locais ...não lembrava... eram muitas ausências... Como era de se esperar, as lanças se acabaram... e não foi em uma situação muito confortável. Uma das aranhas estava me perseguindo e prestes a me encurralar. Não teve outro jeito ... fechei os olhos empurrei aquela coisa nojenta para o lado e sai correndo... Não sei como cheguei lá em baixo, estava em frangalhos e ainda sentia o efeito do veneno em minha corrente sanguínea. Cansada e sem energia para continuar caí de joelhos diante do altar. Não sabia mais o que fazer... Passei um tempo ali, não sei bem o que aconteceu, mas acho que Chyll escutou minhas súplicas. Ergui os olhos e, em meio ao lusco-fusco das últimas horas da tarde, percebi que as chamas flamejantes das velas vermelhas.produziam um brilho diferente no fundo da sala... OMG!!! Um azulejoooooooo!!! Dessa vez funcionou!!!!!! Estava emocionada e pude sentir lágrimas brotando de meus olhos. Rapidamente consegui toda a energia necessária... Missão cumprida, agora o grande dilema, para quem entregá-la? Todas as últimas vezes contrariei o Yalahari e, em nosso último encontro ele parecia desconfiado... Se desejasse continuar ajudando Palimuth precisava agradar Azerus...
  7. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Enviei o livro conforme havia prometido a Spectulus e segui para Thais, ainda precisava ser abençoada lá. Coração bateu acelerado quando vi a silhueta da torre de pedra que se destacava em meio ao campo. Finalmente!!! Sentindo-me novamente protegida, era hora de retornar a Yalahar. Por sorte, um navio estava zarpando. Foi uma viagem tranquila, aproveitei para descansar e pensar no que fazer. Precisava terminar aquela missão mas..... poxa vida... eram muitas aranhas.... Em Yalahar, fiquei apreensiva... seria um pressentimento? As ausências continuavam... as vezes nem me percebia fazendo parte do mundo a minha volta. Respirei fundo e segui para o distrito do cemitério. Hoje pude ver com mais calma construção central, sabia que nos andares haviam aranhas... não podia... não queria ir até lá... mas, e nas alas? Segui para a escada que dava acesso a ala da direita. O campo com grama baixa e bem podada parecia ser tranquilo e poderia haver alguma pessoa ali cuidando de tudo aquilo e disposta a me ajudar. A primeira vista não parecia que havia nenhuma construção que pudesse conter a cerâmica especial que eu procurava. Contudo, o jardim se estendia rumo ao norte, acompanhando toda a construção e, era possível ver que se abria em uma área mais ampla por trás dela. Animada segui naquela direção. Minha animação não durou muito tempo... se movendo rápido e rente ao solo uma estranha criatura veio em minha direção. Não sabia como descrevê-la... parecia de um pesadelo... de um dos piores pesadelos... suas patas dianteiras eram como afiadas foices. E, aquelas laminas cortavam a vegetação em seu caminho (havia descoberto quem cuidava do jardim) com a mesma facilidade que uma faca quente divide uma barra de manteiga... não queria meu sangue nelas... subi correndo as escadas... É... definitivamente, não teria como seguir por ali... quem sabe a ala oeste? Me dirigi para lá e, desde a escada de acesso, pude ver que o local era diferente da quadra leste...haviam pequenas construções...em se tratando de um cemitério, acredito que sejam jazigos... famílias com melhores condições deveriam enterrar seus mortos ali... Sim! Poderia ser ali o local que abrigava o tal azulejo... Assim que desci, apareceram zumbis de todos os lados... aos poucos não ofereciam perigo mas aos montes... aff... não tinha lanças para tantos e, precisava terminar aquela missão... um dos jazigos estava aberto e havia uma escada... pensei em me abrigar ali... Em um primeiro momento, o escuro me transmitiu segurança... mas, essa durou muito pouco...da penumbra um forte grito ressoava como uma canção demoníaca ... era como se meu cérebro estivesse sendo perfurado... OMG! O que era aquilo????? Não tinha como ver nem entender o que estava acontecendo... Lembrei-me que entro da mochila havia deixado um presente que recebera há algum tempo... uma flor verde mágica...peguei aquele objeto que mais parecia uma estrela e pendurei do lado de fora. Os poucos metros quadrados de luz que emitia foi suficiente para perceber que minha situação não era boa... Por Chyll! Aquele canto maldito estava me enlouquecendo... precisava sair dali... conjurei a magia divina que me fora confiada e subi correndo as escadas. Mais uma vez, minha tentativa de encontrar a cerâmica especial havia fracassado... agora só me restava duas opções... me preparar e arriscar o desconhecido ou... argh... aranhas... Continua...
  8. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Minha curiosidade falou mais alto... não resisti e abri o livro... As recordações e Amaro e Spectulus preenchiam as primeiras páginas. Li e me diverti com seu conteúdo. Ao terminar e fechá-lo, da última página caiu uma carta. Acabei lendo-a também. Era a carta de Amaro a Spectulus... A consciência pesou... não sabia se poderia ter feito tal coisa... ler livros e cartas de outros... onde ja se viu... mas o peso passou ao ler as ultimas linhas: "Caso algum de seus ajudantes se interesse, pode deixa-los ler e também responder" Bem eu acabara de ajudá-lo em um projeto então...
  9. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Definitivamente, não era aquela mina. Decidi retornar a Edron e durante a viagem de volta me lembrei vagamente das palavras de Spectulus... algo a ver com oeste e mapa... abri minha mochila e peguei o velho mapa...como que por mágica, uma nova marcação apareceu a oeste de Edron... resolvi olhar. Realmente encontrei uma minha, aparentemente estava abandonada, havia apenas ratos perambulando entre os velhos trilhos e vagões. Contudo, mais ao fundo, estranhos mortos vivos surgiram a minha volta. Eram mais fracos do que os demais de sua espécie, foi fácil me livrar deles, mesmo no escuro. Já estava próxima do final da minha quando uma tênue luz azulada chamou minha atenção, entranhado nas paredes rochosas da minha, brotava uma formação de cristal. Tinha que ser aquilo. Não havia mais nada ali. A picareta que eu encontrara na outra mina seria útil ali, com ela consegui lascar o cristal e peguei uma amostra para levar ao cientista. Spectulus ficou muito agradecido pelo raro cristal, segundo ele qualquer outra pessoa iria vendê-lo no mercado negro. O valor daquele cristal estava no fato da possibilidade dele ser utilizado como oferenda para se entrar no covil de uma misteriosa criatura. Criatura esta que possuía um artefato muito importante para o cientista. Conversamos um pouco e decidi ir em busca do tal arfato... havia rumores de que o covil da criatura ficava em Vega, uma das ilhas de gelo próxima a Carlin e, bem, eu tinha mesmo que ir a Carlin pedir proteção. Dessa forma, peguei o navio para Carlin e após visitar o sacerdote, segui em direção ao balseiro que fazia o transporte as ilhas de gelo. Já estava anoitecendo e no caminho uma alcateia de lobos famintos estava me caçando Cheguei em Veja na tarde do dia seguinte. Andei pela ilha e só encontrei criaturas selvagens. O único morador não me deu nenhuma informação útil sobre o tal covil e uma das maiores casas por lá parecia abandonada... pela janela vi apenas frutas e brinquedos. A nordeste daquela casa, encontrei uma montanha. Sim, um local perfeito para abrigar um covil! Mas, não o covil que eu estava procurando. Apenas lagartos alados se abrigavam alil. Derrotei aquelas lagartixas voadoras e aproveitei o abrigo para passar a noite. Nos primeiros raios da reiniciei minha busca. Os ferimentos provocados pela luta com os Wyverns ainda sangravam um pouco...aroma de banquete para os lobos... Consegui correr e me livrar deles. Cansada, encontrei uma fonte e ao lado dela um banco de gelo... seria bom parar depois de toda correria e.... Puufffff De alguma forma, fui teletransportada para outro lugar e não fazia ideia de como... Ahhh simmm!!! Eu estava com o cristal raro na mochila!!!!!! Deve ter sido isso, aquele banco de gelo na verdade deveria ser o tal altar de oferenda. E, ao sentar lá com o cristal na mochila... tudo aconteceu... Era uma bela caverna de gelo e cristais, o reflexo dos raios de sol no gelo e nos cristais produziam efeitos de luz impressionantes. Enquanto estava maravilhada com as luzes, da penumbra surgiu uma criatura de cristal. Tentei conversar com ela e persuadi-la de me entregar o artefato que Spectulus queria mas foi em vão. Tive que mata-la, retirar a força o espelho e guarda-lo no container especial. Saindo do covil, fui direto para Edron entregar a encomenda. Spectulus aguardava ansioso. Muito agradecido pela ajuda ele me liberou mas não sem um último pedido. Ele tinha em mãos um livro especial. Um livro de recordações de seu amigo Amaro, ele o havia preenchido e, bem, precisava que alguém o colocasse no correio... coloquei o livro na mochila e me despedi. Continua...
  10. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Mais uma vez me vi no templo de Svargrond. Mais uma vez iniciei a peregrinação aos abençoadores. Mais uma vez teria que pagar por proteção. Rotina entediante... Mas, dessa vez, algo não saiu como planejado... Barco para Cormaya havia atrasado... teria que passar um dia em Edron antes de encontrar Eremo. Edron era um lugar agradável, recordações do meus primeiros dias ali vieram a minha mente. Haviam pessoas interessantes por ali, principalmente na Noodles Academy of Modern Magic. Decidi passar o dia visitando-as. Na torre central encontrei o bibliotecário Wyrdin. Papo sempre agradável apesar de com uma certa pitada de loucura. Ele comentou que naquela torre, no ultimo andar, havia um famoso inventor, astrônomo e cientista. Subi toda a torre e, lá no alto, em meio aos telescópios encontrei Spectulus. Ele realmente não parecia estar em seu perfeito juízo, ele me cumprimentou como se estivesse me aguardando, como se eu fosse um de seus ajudantes ou algo do tipo . E, sem que deixar explicar me deu uma tarefa.... sem anda pra fazer resolvi ajudar, parecia ser interessante e o entusiasmo dele me contagiou. Ele pesquisava sobre um determinado dispositivo que permitia navegar pelo Sea of Light. E, para ajuda-lo nisso, precisava de informações e na cidade havia um mendigo que poderia ajudar. Mendigo em Edron? Aquela cidade era organizada e limpa... como encontrar? Andei por boa parte da cidade procurando sem sucesso. Se tudo do lado de dentro dos muros estava completamente em ordem, quem sabe do lado de fora... minha intuição estava certa. Extramuros, me deparei com um mendigo falastrão que contava vantagem sobre sua inteligência. Sorrateiro, ele me pediu uma esmola e depois tentou desconversar. Contudo, ele pareceu gostar de mim e contou que na verdade era um cientista que fora renegado pela academia mas depois de uma história cansativa e enfadonha descobri que ela era o Spectulus estava procurando. Ele me contou que algo havia dado errado durante o experimento e tanto o dispositivo quanto seu laboratório haviam sido destruído. Depois disso ele desistiu de tudo para recomeçar realmente do zero e virou um mendigo. Ao longo da conversa, ele deixou escapar que ainda tinha antigas a notações sobre o dispositivo...ele pensou em destruí-las mas o convenci de que ainda poderiam ser úteis a humanidade. Ele refletiu um instante... Sabia que eu poderia estar certa, e em Spectulus ele confiaria que poderia descobrir onde ele errara. Peguei as velhas anotações e corri até o laboratório do Spectulus. O velho astrônomo mal acreditou quando contei quem era o mendigo. Surpreso e encantado com tudo aquilo ele não me deixou terminar de falar, retirou de mim as anotações e começou a trabalhar esquecendo-se completamente que eu estava lá. Acabei dormindo enquanto ele trabalhava... Ao acordar ele estava nervoso... havia descoberto muita coisa sobre o dispositivo mas precisaria de um cristal especial que poderia ser encontrado em uma mina abandonada que havia nas proximidades de Edron. Ainda estava meio sonolenta, não entendi ao certo as orientações dele. Já estava amanhecendo e no porto, já ressoava o sinal do navio para Cormaya. Embarquei sem tirar a história de Spectulus da cabeça. Após visitar Eremo retornei a Cormaya, me lembrei que lá havia uma minha de anões, já havia estado la antes mas não consegui explorar todo o local...Fui até lá. Da escuridão, aqueles baixinhos brotavam como formigas... por todos os cantos de todas as partes surgiam anões a me atacar. Aquela minha não estava abandonada... mas já que estava ali, não me custava nada procurar pelo cristal. Em um beco sem saída, no chão, uma picareta foi deixada... peguei-a, podia ser útil em meio a tuneis com escombros e sujeitos a desabamentos... Aquela mina era maior do que parecia, quatro andares repletos de anos trabalhadores e irritados com minha intromissão. Em um dos andares, uma surpresa : da escuridão uma rajada de energia mágica me atingiu... haviam magos entre os anões! E magos experientes! Consegui retirar do mago sua varinha de energia. Ela me ajudou a ter a noção de onde estava e do que estava a minha volta. Pensei em leva-la comigo mas de certo ela iria atrair mais anões e o elemento surpresa seria importante para mim. Deixei-a indicando o caminho da saída, e prossegui a procura do cristal. Fiquei ali por cerca de 25 minutos... andei por todos os tuneis olhando cada canto com cuidado e atenção... nada de cristal... Continua...
  11. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Como esperado o Yalahari não gostou muito da “preferencia do druida” em criar gado... Mesmo não estando certa de que Azerus havia engolido tal historia, ele propôs me testar novamente. Agora precisava de uma espécie de energia espectral . Ele me contou que na cidade havia um antigo cemitério dominado por mortos vivos de todos os tipos. E, este local seria perfeito para coletar a energia do outro mundo em uma esfera especial... Peguei a esfera e contei a Palimuth os planos do Yalahari. Palimuth parecia interessado em tudo aquilo e queria a esfera para si. Assim, com o consentimento dele, segui para o cemitério. Mesmo durante o dia a energia daquele lugar me dava arrepios. Haviam túmulos, lapides e mortos vivos por todos os lados. Procurei pela superfície por algum tipo especial de cerâmica e nada de encontrar.... Em alguns pontos a terra parecia ter sido removida recentemente. Precisei usar a pá para escavar... orei aos deuses para não ser o tumulo de algum ser maligno. Ao descer pelo buraco me deparei com um conjunto imenso de corredores... estava escuro e haviam mortos vivos por todos os lados... eles corriam em minha direção como insetos para a luz... minha energia vital os atraia... e eles queriam consumi-la na esperança de saciar sua fome infinita... Eu mal conseguia mirar minha lança... estava muito escuro...procurei em minha mochila poir algo que pudesse me ajudar.... Ahhhh uma runa!!!! Fui salva pela magia ancestral! Definitivamente não conseguirira encontrar o que estava procurando naquele local. Decidi retornar a superfície e, para minha infelicidade... já havia escurecido. Perdera a noção do tempo enquanto vasculhava as catacumbas.... Olhei a minha volta... além das grades... ao norte pude ver as silhueta de um imponente edifício com suas torres imensas.... Fui com Palmito até lá Dentro do imenso salão, que mais parecida uma importante catedral, duas escadas davam acesso tanto as alas laterais quanto ao andar superior. Escolhi a da esquerda, mas não o jardim lateral arrisquei o andar superior .... Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh Fui cercada por incontáveis demônios de oito patas.... Instintivamente retornei ao térreo. Precisava me acalmar.... estava ofegante e com o coração acelerado por conta do susto. essas aranhas são uma peste affff ... por que tem que estar em todos os lados? Um pouco mais calma mas não menos apreensiva. Retornei ao salão das aranhas... tentava me concentrar na missão... encontrar a estranha cerâmica... mas eram muitas aranhas... e a vontade era sair correndo dali... Encontrei apenas uma outra escada... ela me levou a um grande salão... nele morcegos gigantes voavam sobre minha cabeça... antes morcegos que aranhas... pensava comigo mesma. Estranhamente eles levavam consigo fogos de artifício... Recolhi alguns, poderiam ser úteis... foi quando... KAAAABOOOOMMMMM! Um estouro em minha mochila... havia esquecido das runas de fogo... elas haviam detonado os fogos... Precisaria ir a cidade trocar de mochila... aquela estava avariada devido a explosão e poderia não aguentar o peso dos itens que levava comigo. Mas antes, resolvi subir mais um andar , em uma das torres... Ideia infeliz.... Mais aranhas.... haviam aranhas por todos os lados, de todos os tamanhos, formas e cores.... o medo me paralisou... Continua...
  12. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Acordei assustada, vozes desconhecidas falavam comigo... quem seriam estes deuses estrangeiros? Escutei o que diziam... estavam contentes e me acompanhavam nas aventuras mas como Chyll era um deus ciumento não podiam se pronunciar com frequência... Me contaram histórias e deram dicas... diziam para que eu não me apavorasse... infelizmente estados de ausências e torpor coletivos estavam acontecendo a todos e com muita frequência...e, esses acontecimentos, além de irritantes podiam me levar a morte... Um desses deuses me apresentou uma ferramenta mágica: SemLag o qual prometia uma melhora considerável desses estados de torpor... Estava muito agradecida a eles. E como são deuses, não há forma melhor de agradecer a não ser com oferendas... não tenho muito mas corri até um templo próximo para fazer oferendas o quanto antes! Deuses nem sempre estão de bom humor.... Usuários do TibiaForum, Hoje o LT completou 22000 visualizações, é uma marca expressiva que gostaria não apenas de compartilhar com vocês, mas também agradecer por acompanharem e apoiarem minha jornada e iniciativa. Dessa forma, decidi fazer um pequeno sorteio entre os usuários cadastrados no fórum que comentaram e/ou curtiram o LT neste meu retorno (06 de março de 2016 até 16 de junho de 2016). Funcionou da seguinte forma: Usuário cadastrado e com personagem valido no perfil que realizou ao menos 1 postagem no período apurado receberam 2 bilhetes para o sorteio. Usuários cadastrados e com personagem válido no perfil que curtiu ao menos 1 postagem no período apurado receberam 1 bilhete para o sorterio. Cada usuário só poderia ganhar um premio e no caso de usuários com 2 bilhetes valeria o premio de maior valor Participaram os usuários: @@Fairy Fox @ @@Ryan Walsh @@Rurouni Tinho - 2x @@GuiDeichmann - 2x @@Beatrix - 2x @@Lidori @@açoreana - 2x @@Elemental da Amazonia @@Gabi Woodstock @@rafaelprelog foi desclassificado por não ter character valido no perfil O sorteio foi realizado pelo TibiaLottery.com: http://tibialottery.com/view/89909 Premiação: 1º Lugar: 125 Tibia Coins + 1000 moedas fórum (Açoreana) 2º Lugar: 75 Tibia Coins + 1000 moedas fórum (Beatrix) 3º Lugar: 50 Tibia Coins + 1000 moedas fórum (Lidori) 4º Lugar: Cortesia de 30 dias SemLag + 1000 moedas fórum (Rurouni Tinho) 5º Lugar: Cortesia de 07 dias SemLag + 1000 moedas forum (GuiDeichmann) 6º Lugar: 500 moedas fórum (Taynhaa) 7º Lugar: 500 moedas fórum (Ryan Walsh) 8º Lugar: 500 moedas fórum (Elemental da Amazonia) 9º Lugar: 500 moedas fórum (Fairy Fox) 10º Lugar: 500 moedas fórum (Gabi Woodstock) Resultado: [spoiler=Entrega da premiação:] @@Rurouni Tinho e @@GuiDeichmann, favor entrar em contato por MP para receberem os game codes relativos a cortesia SemLag ESTE SORTEIO É UMA INICIATIVA PROPRIA ESTANDO O TIBIA FORUM/PORTAL TIBIA ISENTO DE QUALQUER RESPONSABILIDADE Agradeço ao PortalTibia pela liberação do espaço para o sorteio e pela doação das cortesias do SemLag e a Gladiadora pelo patrocínio com moedas
  13. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Descansei um pouco sob a sombra das grandes árvores de Ab’dendriel até o horário do navio para Venore, e, da afortunada cidade comercial parti para Port Hope com o poema em mãos. Angus ficou agradecido com a relíquia e, como sempre oportunista tratou logo de me pedir ajuda em outra questão... fiquei de pensar... Aproveitando que estava em Port Hope fui visitar um velho amigo, estava em falta com ele mas ele não me deu muita atenção, estava preocupado com seu bichinho de estimação. Resolvidas as pendâncias na quente e úmida cidade, parti para Yalahar. Precisava novamente encontrar o druida e entregar o elixir... Raios porque sempre tem que ter aranhas em meu caminho... Comemorei ao entrar na arena, estava mais tranquila que das últimas vezes, o que era bom pois minhas lanças estavam acabando e não estava com disposição para combates. Porém minha alegria durou pouco... em alguns minutos vários gladiadores apareceram Tentei correr para a área de treino de tiro... precisava me desvencilhar deles para poder me encontrar com o druida. Não poderia correr o risco dos gladiadores o descobrirem por lá... Fui rapidamente cercada pelos guerreiros e não tive outra escolha a n ser descer para a masmorras...a infestação de ratos geneticamente modificados continuava... Foi uma luta difícil, eu me sentia mais lenta... os movimentos estavam mais difíceis, não tinha como lutar de forma eficaz nem correr para me proteger... Sem tenteder o que estava acontecendo e se estava doente ou com algum problema, tudo escureceu... quando acordei, estava novamente em Svargrond... Aproveitei para dormir em casa. No dia seguinte segui para Carlin em uma balsa e de lá para Yalahar... tinha um elixir para entregar. Segui na bisca pelo druida, havia esquecido o caminho de seu esconderijo... Sem pistas, de seu paradeiro, acabei andando em círculos e combatendo mais do que pretendia... Quando finalmente o encontrei, entreguei a encomenda. Ele ficou muito satisfeito e disse que poderia opinar em relação ao objetivo de seus estudos e magias. Agora ele confiava em mim! Pensei um instante as palavras de Azerus e também Palimuth... proteção ou comida... feras ou gado... - "Rooooonnncccccc" Um estrondo ecoou dentro de mim...sabia o que era aquilo... dias de alimentação irregular me ajudaram a fazer minha escolha... problema agora seria explica-la ao Yalahari... Continua...
  14. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    Acordei assustada, os mortos vivos haviam renascidos, me cercavam e estavam dispostos a me ter como refeição principal. Ainda sonolenta tentava me concentrar não só para evitar o ataque como também me livrar deles... Foi quando, do nada Beatrix surgiu... Ela parecia ter sido enviada pelos deuses! Chegou e não só me ajudou derrotando as criaturas como também tinha poder para restaurar minhas forças. Conhecedora das artes mágicas e mistérios ela me explicou que alguns desafios e segredos não tem como ser vencidos sem ajuda, e eu estava diante de um deles... Assim, ela não só mostrou como seguir a diante como se ofereceu para me acompanhar. Com ânimo renovado, aceitei a ajuda e tão logo a parede se moveu passei pela fresta. Estava agora em um pequeno cubículo... Fiquei apreensiva... Se a guerreia saísse ficaria presa naquele local. Gritei. Ela ficou rindo do meu desespero e me acalmou. Naquele pequeno espaço, havia apenas mais um interruptor que ao ser acionado não produzia efeito algum. Ao menos foi o que pense até Beatrix me explicar, ela só queria me mostrar o que deveria ser feito. Na verdade ela quem ficaria sob o interruptor do cubículo. Então, retornei a sala maior, e acionei o mecanismo de fora para que ela entrasse. Ela explicou que aquele interruptor escondido abria outra parede e que eu deveria procurar ao norte. Assim fiz. Ela estava certa mais uma vez! Não demorou e encontrei uma nova fenda na parede de tijolos, por ela uma luz azulada saía. Um portal mágico! Finalmente a saída! Hesitei um pouco em passar pelo portal. Se eu saísse Beatrix estaria fadada a morte trancada naquele cubículo. Aquela pirâmide parecia ser um local esquecido... demoraria para alguém aparecer para regastá-la e não poderia fazer isso com ela. Retornei e contei a ela o que encontrara. Ela me encorajou a passar pelo portal... e assim o fiz... do outro lado... aff mais uma chave. Peguei-a e retornei para libertar a guerreira. Novamente reunidas ela me contou que haviam três formas de retornar ao continente: pela magia dos dragões, forma que eu já conhecia, pela última sala desta pirâmide e retornando ao Hellgate havia um caminho especial mas seria necessário usar levitação. Ela não se lembrava muito bem de toda pirâmide mas como provavelmente a ultima sala estaria próxima, decidi arriscar sair pela pirâmide. E, então, segui na companhia dela. Alguns metros de corredores tortuosos, criaturas e escadas depois estávamos em uma sala que mais parecia um quarto de estudo. Nas estantes, mais uma chave (?) livro e em por tras de uma porta, alguns itens que possuíam certo valor e utilidade. Propus dividir o que havia encontrado com Beatrix mas ela não aceitou. Dessa forma subimos mais uma escada e me vi diante de mais uma porta e um portal mágico. Ela me disse que o portal era a saída e que poderia sair por ele. Obedeci, mas não funcionou... algo estava errado e a porta diante de mim, trancada. Experimentei a chave que encontrei no quanto de estudos. A porta se abriu e, maus um enigma!!!! Provavelmente combinação das alavancas acionaria o portal... mas qual seria? Deveria tentar todas as possibilidades ou haveria uma pista? Estava disposta a tentar uma a uma quando trechos de um poema escrito no livro que havia encontrado me veio a mente. Eram quatro versos sobre conquistas... quatro versos, quatro alavancas... “Seja cruel para conquistar Seja ousado para impressionar Seja constante para passar Seja destemido para matar” O primeiro verso remetia a uma característica um tanto quanto sinistra... Decidi deixar a alavanca posicionada a esquerda. O Segundo verso, um ponto positivo... Alavanca na direita.. Já o terceiro verso algo que não seria mudado... Então não alterei a posição da alavanca e o ultimo verso, outra característica positiva... Ultima alavanca para a direita... Alavancas posicionadas, hora de testar o portal e .... Puff... estava novamente na cidade élfica... Para minha surpresa, Beatrix não me acompanhou... mas recebi uma mensagem telepática dela, ela estava bem e me desejou sucesso em minhas buscas e objetivos.... [spoiler=Que seja feita a vontade dos deuses!]
  15. Krisna

    O Destino de Krisna: Você decide!

    O caminho para a cidade élfica de Ab’dendriel foi tranquilo e segui com Palmito sem intercorrências. Na cidade, uma informação preocupante me foi passada, os registros que eu procurava para Angus estariam escondidos em Hellgate... Já estivera lá, nas profundezas obscuras da terra, sabia que os caminhos e ida e de retorno não eram seguros. Respirei fundo enquanto apertava a chave da porta dos infernos em minha mão, sabia que precisava seguir em frente dera minha palavra a Angus, louvei a Chyll por não ter deixado que me desfizesse daquela chave... elfos eram gananciosos as vezes... Assim segui para porta e portal que levavam ao caminho sem volta... felizmente ainda me lembrava como sair dali... ou achava que sim... Sabia apenas que os versos solicitados estavam naquele grande cemitério vivo mas onde? Procurei em cada canto, em cada tumulo e porta lacrada... foi quando lembrei-me de uma significativa brigada élfica que montava guarda em um dos salões... Sim estavam guardando os manuscritos! Com o livro em mãos agora tinha que sair dali. Aproveitei para pegar alguns cogumelos, precisaria deles para presentear o velho dragão guardião e conseguir sair de Hallgate pela ilha deles. A cada corredor e sala o caminho se clareava em minha mente, tentei ser discreta e não chamar atenção de mais criaturas do que conseguiria enfrentar, esgueirando-me pelos cantos e quinas cheguei em segurança ao subsolo da ilha de Draconia e, finalmente a sua superfície. Draconia estava diferente, não haviam velhos dragões vagando pelo solo, apenas vermes sobre suas carcaças apodrecidas. Penso que eram bons tempos para os dragões, caça-los estava popular então eles não envelheciam o suficiente para irem até aquela ilha morrer. Segui para torre do velho dragão guardião, com facilidade passei pelos seus protetores e como da última vez ofereci cogumelos em troca do amuleto que me permitiria retornar em segurança ao continente. Mas não foi bem o que me aconteceu. As memórias estavam como névoa em minha mente, não conseguia me lembrar de como chegar ao local do portal e acabei por dentro dos muros de tijolos vermelhos da grande pirâmide que havia na ilha. Era um local complicado, um emaranhado de corredores estreitos, portas trancadas e mortos vivos errantes. Percorri cada canto tentando encontrar uma saía ou passagem e nada... a experiência passada nas cavernas sob o deserto preencheram minhas lembranças... tambpem era um local obscuro com muitas portas e cujas chaves precisei encontrar... hummm será? Não me enganara, revirei tudo a procura das chaves, mas foi Palmito a dar uma patada em um esqueleto que encontrou a primeira. Ela caiu no chão diante de mim quando o crânio foi deslocado pela força do anima. Já possuía uma chave agora qual porta? Experimentei algumas até encontrar a certa, sabia que podia sair dali e procurar o caminho de volta ao continente pelo portal dos dragões, mas estava curiosa em relação aquele local e isso me instigava a continuar. Porta aberta, segui animada. Minha alegria durou pouco, aquele local era, era... um labirinto traiçoeiro! Em umas ala maior um grande tapete flamejante .... o chão cedeu sob meus pés..... Aaaaaahhhhhh Que lugar era aquele? Na escuridão senti várias picadas em meus corpo e reconheci o veneno em minhas veias, escorpiões!!! Clamei a Chyll e invocando poderes sagrados consegui derrotar a todos, expurgar a toxina da minha carne e sair dali. Estava novamente na sala do tapete e encontrei mais uma chave. Mais uma porta destrancada e a certeza de mais algumas horas de buscas, emboscadas, perigos, chaves e mecanismos mecânicos. Cada avanço significava mais dor de cabeça para decifrar cada ambiente e chaves para procura. Era um busca sem fim... valeria a pena? A cada andar mas perigos, mais portas trancadas e desafios. Estaria me aproximando de algum final? Haveria alguma saída? Ou tudo aquilo era apenas para me deixar cada vez mas perdida e desorientada? Conseguira sair daí? Ou sucumbiria e me tornaria mais uma das criaturas mortas vivas do luga?r Já estava cheia de chaves mas totalmente vazia de esperanças...Chegara a um ponto sem saída. Haviam mecanismos os quais não compreendia, haviam paredes que pareciam ocas mas as quais não conseguia penetrar... Sentia que havia algo a mais ali... mas, o que seria? Como sair daquele local maldito? E onde aquilo tudo iria me levar? Sem respostas e exausta, adormeci naquele beco sem saída... Continua...